DISK ENTULHOS SOROCABA | DISK ENTULHOS EM SOROCABA | CLV



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21/03 - Prefeitura do Conde abre inscrições de concurso com vagas para educação e guarda municipal
Inscrições seguem até o dia 15 de abril, com o dia 16 de abril como último para realização do pagamento. Prova objetiva está prevista para acontecer dia 19 de maio Divulgação Estão abertas as inscrições para o concurso d Prefeitura do Conde, na Região Metropolitana de João Pessoa, com 71 vagas para as área de educação e da guarda municipal. As inscrições seguem até o dia 15 de abril, com o dia 16 de abril como último para realização do pagamento da taxa de inscrição, e devem ser realizadas exclusivamente pela internet, no site da IBFC. Confira o edital do concurso da Prefeitura de Conde No portal da prefeitura de Conde, os interessados também podem acessar a página inicial do site e clicar no banner do concurso que será imediatamente direcionado para a página onde será realizada a inscrição. A taxa de inscrição para os níveis médio e superior é de R$ 62. As provas objetivas e discursivas serão realizadas no município de Conde e em João Pessoa no dia 19 de maio. O local e horário onde o candidato realizará a prova, constará no cartão de convocação, que será liberado para consulta a partir do dia 13 de maio, no site da IBFC. As vagas são divididas em 20 para Guarda Municipal (masculino e feminino) e 51 para professores e professoras do ensino fundamental II. Do total de vagas oferecidas no edital, quatro são direcionadas a pessoas com deficiência (PCD). O concurso é organizado pela banca do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC). As remunerações variam entre R$ 1.047,90 mais benefícios para guarda municipal, que é nível médio completo, e R$ 1.607,96 mais benefícios para nível superior, no caso das vagas para professores. A jornada de trabalho dos guardas municipais é de 12x36 ou 24x72 horas, enquanto a dos professores é 25 horas semanais, a princípio, podendo ser estendido a 40 horas semanais com a remuneração proporcional ao número de horas trabalhadas. Das 20 vagas para a Guarda Municipal, 14 são para o sexo masculino e seis para o sexo feminino. As vagas de professor e professora do ensino fundamental II são para as áreas: artes, ciências, educação física, geografia, história, língua inglesa, língua portuguesa, língua portuguesa/libras e matemática. Concurso e seleção da Prefeitura de Conde Vagas: 71 Níveis: médio e superior Salários: R$ 1.047,90 a R$ 1.607,96 Prazo de inscrição: 21 de março até 15 de abril Local de inscrição: site da organizadora, IBFC Taxas de inscrição: R$ 62 Provas: 19 de maio Edital do concurso da Prefeitura de Conde
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21/03 - Imposto de Renda 2019: veja quando atualizar o valor de bens e imóveis
Receita Federal recebe as declarações até 30 de abril. Arte G1 Se um imóvel passou por algum tipo de reforma, as melhorias precisam ser informadas no Imposto de Renda. A Receita Federal recebe as declarações até 30 de abril. O mesmo vale para o caso de venda de algum bem. Se o imóvel foi negociado por um valor maior que o da compra, o ganho de capital pode ser tributado, seguindo o valor da negociação. SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA Veja perguntas sobre a atualização de valores de bens: Quando fazer a atualização do valor do imóvel? Segundo a Receita Federal, o custo de aquisição do imóvel somente poderá ser alterado caso sejam efetuadas despesas com construção, ampliação ou reforma do imóvel. A Receita alerta também que é preciso que essas despesas estejam comprovadas por meio de notas fiscais para as despesas com pessoas jurídicas e recibos para as despesas com pessoas físicas. Esses comprovantes devem mantidos em poder do contribuinte por pelo menos cinco anos. Por quanto devo declarar o valor do imóvel? O valor do imóvel a ser declarado é o pago efetivamente. A declaração é obrigatória para quem tinha a posse ou a propriedade de bens, inclusive imóveis, de valor total superior a R$ 300 mil. É preciso atualizar o imóvel pelo valor de mercado? Não é necessário. É sempre pelo custo, independentemente do valor de mercado. Como devo proceder em caso de venda de imóvel? Se o imóvel for negociado por um valor superior ao da compra, haverá ganho de capital. Nessa situação, o contribuinte está sujeito a tributação de alíquotas que variam de acordo com o valor. Segundo a Receita, as alíquotas são de: 15% sobre a parcela dos ganhos que não ultrapassar R$ 5 milhões; 17,5% sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 5 milhões e não ultrapassar R$ 10 milhões; 20% sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 10 milhões e não ultrapassar R$ 30 milhões; 22,5% sobre a parcela dos ganhos que ultrapassar R$ 30 milhões.
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21/03 - Como saber se as taxas de uma transferência de financiamento estão adequadas?
Pergunta: "Vou transferir meu financiamento imobiliário para outro banco e economizar R$ 370 por mês. Mas tenho que assinar até 31/3, senão sobe. E o banco está cobrando R$ 3,2 mil de taxas. É legal?" Essa taxa não é ilegal, mas é indigesta. O ideal é tentar negociar com o banco. Veja essa e outras respostas no vídeo abaixo, do SP1: Chuva estraga plantações e preços sobem nas feiras
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21/03 - TCU: 86% dos cargos em estatais têm salários superiores a vagas semelhantes no setor privado
Auditoria será julgada no dia 27 e analisou remunerações em 104 estatais. TCU afirma que em metade das vagas o salário nas estatais supera o dobro do valor pago na iniciativa privada. O Tribunal de Contas da União (TCU) julgará no próximo dia 27 uma auditoria segundo a qual 86% dos cargos em empresas estatais oferecem salários superiores a cargos semelhantes no setor privado. A auditoria, relatada pelo ministro Vital do Rêgo, foi feita em remunerações pagas por 104 estatais não dependentes do Tesouro Nacional. Ainda conforme a auditoria, os salários em 43% dos cargos nas estatais chegam a superar o dobro do valor pago em cargos semelhantes na iniciativa privada. A auditoria O levantamento analisou as remunerações pagas a 376 ocupações em 104 estatais não dependentes do Tesouro, entre as quais Banco do Brasil, Correios, Furnas e Petrobras. Essas estatais não têm orçamento vinculado ao Orçamento Geral da União (OGU) e, por isso, não precisam obedecer o teto constitucional para remuneração, atualmente em R$ 39,2 mil. A auditoria analisou a remuneração paga a 459 mil funcionários públicos. O pagamento a esses funcionários somou em 2016 R$ 44 bilhões. Os dados das estatais foram comparados com os dados Relação Anual de Informações Sociais (Rais), enviados pelas empresas. A comparação levou em consideração a região das empresas, ramo de atuação e tamanho, informou a área técnica do TCU.
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20/03 - Alvo de dossiê, Gilmar Mendes defende limite para Receita acessar e compartilhar dados
Receita investigou recentemente o patrimônio do ministro do STF. Corte irá julgar nesta quinta (21) se Fisco pode compartilhar informações com o Ministério Público sem autorização judicial. Dossiê da Receita apontou indícios da prática dos crimes por parte do ministro Gilmar Mendes, mas, depois da divulgação das informações, Fisco afirmou que não vê indício de irregularidades envolvendo o magistrado Rosinei Coutinho/SCO/STF Alvo de um dossiê recente do Fisco que apontou suposta fraude fiscal, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta quarta-feira (20) limites no acesso e no compartilhamento de informações de contribuintes por parte da Receita Federal com outros órgãos, como o Ministério Público. O assunto será analisado nesta quinta (21) pelo plenário da Suprema Corte. A pauta desta quinta do STF prevê a análise de um recurso do Ministério Público Federal contra decisão que anulou provas judiciais em razão do compartilhamento de dados da Receita com procuradores sem autorização judicial. Questionado por jornalistas sobre o que estará em jogo no julgamento nesta quinta-feira, Gilmar Mendes disse a sessão analisará se o acesso, mesmo por parte de um agente fiscal, tem que ter uma causa. "O sigilo não pode ser algo sagrado. Precisa-se de ser aberto, mas é claro que aí a Receita tem que se fechar e não pode ser uma coisa banal. [...] Então, essa é a questão" (Gilmar Mendes) "Qualquer fiscal pode ter acesso e informar. Porque a rigor, mesmo o fato deles terem acesso não significa que eles devam ter acesso a qualquer informação. Teria que ter dentro de uma atividade funcional, fundamentada. Isso é que virou um jogo sem quartel e se presta a coisas indizíveis", completou o magistrado ao defender a necessidade de limites para os integrantes do Fisco. No mês passado, o presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, pediu à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, providências para apurar "eventual ilícito" cometido por auditores da Receita que propuseram uma investigação fiscal de Gilmar Mendes e da mulher do magistrado, Guiomar Feitosa Mendes. Na ocasião, Toffoli atendeu a uma solicitação do próprio Gilmar Mendes. O ministro encaminhou ofício ao presidente do Supremo após tomar conhecimento de um documento do Fisco que sugeria a abertura de "fiscalização" sobre ele e a mulher. A existência do documento foi revelada em reportagem publicada no site da revista "Veja". A revista informou que, segundo documento da Receita – uma "Análise de Interesse Fiscal" –, a Equipe Especial de Fraudes do órgão havia apontado indícios da prática dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influência do ministro e da mulher dele. 'É necessário?' Gilmar Mendes negou nesta quarta-feira qualquer relação do caso dele com o julgamento desta quinta. Segundo o magistrado, no caso dele, a dúvida é sobre o vazamento e sobre o motivo de a apuração da Receita ter sido deflagrada sem um fato concreto. O ministro do STF destacou que há casos em que o Ministério Público pede dados sem que a Receita passe. "Aqui a pergunta é: é necessário? Estou obrigado a passar? Em que casos? Preciso de ordem judicial ou não? Na conversa que tive com os auditores do Sindifisco e da Unafisco eles se queixaram que recebem requisições do MP diretamente. Isso é o que me parece. Já há uma grande confusão nesse contexto em função de distúrbios que houve no contexto geral." Na ação que será julgada no plenário do Supremo nesta quinta, o Ministério Público alega que a Constituição assegura ao Fisco o acesso de dados sem autorização e que, se a Receita é obrigada a comunicar indícios de crimes a promotores e procuradores, não haveria necessidade de ter autorização judicial para repassar as informações. Efeito cascata O caso que será julgado nesta quinta-feira trata especificamente de compartilhamento de dados da Receita, mas eventual decisão poderá servir de base para questionamento de compartilhamento sobre outros órgãos, como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O resultado do julgamento pode ter impacto em investigações em todo o país nas quais a Receita compartilhou dados com o Ministério Público. O relator do caso é o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, que havia liberado o processo para julgamento desde setembro do ano passado, mês em que assumiu o comando da Suprema Corte. Após assumir a presidência do tribunal, Toffoli manteve no gabinete dele as ações que estavam prontas para julgar. Apesar de ter sido liberado no ano passado, o julgamento só foi marcado depois da divulgação de que Gilmar Mendes era alvo de um procedimento da Receita, que apurava suspeitas no patrimônio do ministro. Após a informação vir à tona, a Receita informou que não via indícios de crimes e que haveria punições pelo vazamento das informações do ministro.
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20/03 - Cade aprova venda da Amazonas Energia para consórcio
Amazonas Energia era uma das distribuidoras da Eletrobras e foi privatizada no ano passado. Consórcio Oliveira Energia Atem também venceu disputa por distribuidora que atende Roraima. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira (20) a venda da Amazonas Distribuidora de Energia para o consórcio Oliveira Energia Atem. A Amazonas Energia era uma das distribuidoras da Eletrobras e foi privatizada no ano passado. O consórcio Oliveira Energia foi o único a apresentar proposta pela distribuidora. O consórcio também venceu a disputa pela distribuidora que atende ao estado de Roraima. Voto do relator Ao analisar o caso, o relator, Mauricio Oscar Bandeira Maia, disse que a principal preocupação tinha relação com uma suposta possibilidade de integração entre as atividades de locação de equipamentos de geração de energia elétrica e de distribuição de energia em sistemas isolados. O relator, no entanto, não entendeu que o argumento era suficiente para barrar a operação. Destacou, ainda, que há "rígido arcabouço regulatório" no mercado por parte da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e do Ministério de Minas e Energia. O consórcio A Oliveira Energia tem como atividade a locação de geradores para produção de energia termoelétrica e a instalação de subestações. A Atem atua no ramo de comércio e fornecimento e distribuição de combustíveis na região Norte.
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20/03 - Reforma da previdência dos militares
Presidente Jair Bolsonaro entrega projeto na Câmara; no Ministério da Economia, técnicos falam sobre o texto Reforma da previdência dos militares Presidente Jair Bolsonaro entrega projeto na Câmara; no Ministério da Economia, técnicos falam sobre o texto Bolsonaro entrega proposta de aposentadoria dos militares e pede 'celeridade' ao Congresso. Reestruturação de carreiras de militares custará R$ 86,8 bilhões em 10 anos, diz governo. Reforma da previdência dos militares prevê economia líquida de R$ 10,45 bi em 10 anos, diz governo. Proposta será analisada primeiro por uma comissão especial e, depois, pelo plenário da Câmara. Em fevereiro, governo também enviou PEC que trata da reforma da Previdência.. Projeto engloba PMs e bombeiros e prevê economia de R$ 52 bilhões para estados em 10 anos
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20/03 - Safra de trigo do Brasil pode ser a maior em 3 anos, diz FCStone
Consultoria também prevê importação menor. Brasil acaba de anunciar acordo que cria cota isenta de taxação para trazer o cereal de fora do Mercosul. Produção de trigo no Brasil em 2019/20 deverá ter 1 tonelada a mais do que no período anterior TVCA/ Reprodução A próxima safra de trigo do Brasil tem potencial para crescer 1 milhão de toneladas e ser a maior em 3 anos, avaliou nesta quarta-feira (20) a INTL FCStone. A consultoria também previu uma menor demanda de importação. Na última terça, o governo anunciou um acordo para criar uma cota livre de tarifa para se trazer o cereal de fora do Mercosul. Em evento em São Paulo, a FCStone disse que o Brasil poderá colher, no ano comercial de 2019/20 (agosto a julho), 6,6 milhões de toneladas de trigo, ante 5,6 milhões no ano passado. Caso isso se concretize, seria o maior volume desde os 6,7 milhões de toneladas de 2016/17. "Mesmo se a área for mantida, há expectativa de que a produtividade possa se recuperar", afirmou a analista Ana Luiza Lodi, lembrando que, em anos recentes, as lavouras brasileiras foram muito afetadas por problemas climáticos, como geadas no Paraná, o maior produtor nacional do grão. O plantio de trigo da nova safra do Brasil deve se intensificar nas próximas semanas e, de acordo com a consultora, os produtores tendem a observar temperaturas mais altas por causa do fenômeno climático El Niño --algo que potencialmente reduziria os riscos de frio extremo. "O El Niño tende a manter as temperaturas no centro-sul um pouco mais elevadas", destacou a Ana Luiza. Em paralelo, outro atrativo ao cultivo de trigo neste ano é o preço. Conforme dados apresentados pela FCStone, no Paraná, a tonelada do cereal está em torno de R$ 900 ante cerca de R$ 700 há um ano. No Rio Grande do Sul, os valores também estão maiores. Importação Diante de uma recuperação de safra, a consultoria avaliou que as importações brasileiras de trigo devem cair a 5,7 milhões de toneladas em 2019/20, de 7 milhões em 2018/19, ano comercial ainda em andamento. A Argentina é o maior fornecedor de trigo do Brasil e, por integrar o bloco econômico, está livre de qualquer taxação. A criação de uma cota sem cobrança de imposto poderia beneficiar especialmente os Estados Unidos, maior ofertante fora do Mercosul. Ela foi anunciada em meio a negociações entre o Brasil e EUA para abertura maior do comércio agrícola e gerou preocupações tanto entre produtores brasileiros quanto no setor argentino. Segundo dados da INTL FCStone, de 2010/11 para cá, as vendas de trigo dos EUA ao Brasil só superaram a marca de 750 mil toneladas, com tarifas, em momentos de reduzida oferta na Argentina. Foram quatro ocasiões: 2012/13, 2013/14, 2014/15 e 2016/17.
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20/03 - Câmara aprova texto-base de projeto que amplia capital estrangeiro em empresas aéreas
Proposta permite até 100% de capital estrangeiro nas companhias; regra anterior previa até 49%. Deputados chegaram a analisar propostas para mudar texto, mas não concluíram votação. Deputados reunidos no plenário da Câmara durante a sessão desta quarta (20) Luis Macedo/Câmara dos Deputados A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (20) o texto-base do projeto que amplia a participação de capital estrangeiro nas companhias aéreas. O projeto revoga o artigo do Código Brasileiro de Aeronáutica que estabelece em 49% o limite de participação estrangeira nas empresas. Com isso, o limite poderá chegar a 100%. Após a votação do texto-base, os deputados chegaram a analisar os chamados destaques, propostas para modificar o texto. Dos 10 destaques, cinco foram votados e todos, rejeitados. Os parlamentares ainda precisam retomar a votação dos cinco pendentes, o que ainda não tem nada definida. A ampliação já está em vigor porque no ano passado o então presidente Michel Temer editou uma medida provisória (MP) prevendo a nova regra. A MP, contudo, perderá validade no próximo dia 27 e, com isso, a Câmara decidiu votar um projeto com o mesmo teor. Segundo o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, grandes companhias aéreas estrangeiras ainda aguardam a aprovação do texto pelo Congresso para começar a investir no mercado brasileiro. Estrangeiros podem ter até 100% do capital de empresas aéreas Sessão Durante a discussão sobre o projeto, o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) afirmou que a proposta pode gerar mais empregos. "Com esse projeto aprovado, poderemos abrir uma possibilidade de empregar pelo menos mais 3 milhões de brasileiros. Temos que atrair mais turistas, assim como também diminuir o custo do turismo interno, que é muito alto ainda", disse. Já a deputada Érika Kokay (PT-DF) argumentou que o país amplia o capital estrangeiro nas empresas aéreas sem contrapartida. "O Brasil está abrindo o capital das suas empresas para as empresas estrangeiras sem nenhuma contrapartida. Está se discutindo aqui se ter empresas brasileiras com capital estrangeiro. É um dos maiores mercados internos do mundo. Estão se destruindo as empresas brasileiras", afirmou.
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20/03 - Novo status do Brasil não afetaria acordos anteriores, diz diretor-geral da OMC
Proposta se aplicaria apenas a negociações futuras; em encontro com Trump, Bolsonaro aceitou abrir mão de condição especial da OMC em troca de apoio na OCDE. O presidente Jair Bolsonaro e o presidente dos EUA, Donald Trump, durante pronunciamento na Casa Branca Isac Nóbrega/PR O acordo do Brasil com os Estados Unidos para renunciar ao tratamento especial pela Organização Mundial do Comércio (OMC) se aplicaria apenas a negociações futuras dentro do órgão de comércio multilateral, declarou nesta quarta-feira (20) Roberto Azevêdo, diretor-geral da OMC. O autodefinido status de país "em desenvolvimento" do Brasil o permitiu, por exemplo, subsidiar até 10% de sua produção agrícola, enquanto o limite para nações "desenvolvidas" é de 5%, disse Azevêdo. Sem tratamento especial na OMC, Brasil perde 'poder de barganha'; ENTENDA Isso não se alteraria com o potencial novo status brasileiro, afirmou o diretor-geral em um seminário de comércio exterior, pois o plano de renunciar ao status especial na OMC não afetaria acordos prévios. Após uma reunião na Casa Branca na terça-feira, os presidentes de Brasil, Jair Bolsonaro, e EUA, Donald Trump, declararam em comunicado conjunto que o Brasil concordou em iniciar um processo para renunciar ao tratamento especial e diferencial em negociações da OMC, em consonância com uma proposta norte-americana. Entenda o que está em jogo na relação entre o Brasil e a OCDE Encontro acende debate sobre tratamento especial na OMC Em troca, os EUA apoiariam a candidatura do Brasil a membro da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), um fórum para nações ricas. "A proposta se aplica apenas a negociações futuras e sobre se os países se beneficiariam ou pediriam tratamento diferenciado em tratativas na OMC", disse Azevêdo. Azevêdo afirmou que os EUA propuseram novos critérios para a diferenciação entre países da categoria "em desenvolvimento", que inclui tanto grandes economias, como Brasil e China, quando nações menores, como Guatemala e Honduras. De acordo com Azevêdo, esses critérios incluiriam se o país é um membro da OCDE ou do grupo de nações G20, e se sua participação no comércio global total excede 0,5 por cento.
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20/03 - Economistas projetam Selic estável nas próximas reuniões, mas ainda de olho em Previdência
Fraqueza da atividade econômica, no entanto, tem despertado debate sobre possível queda de juros; BC manteve a taxa básicas em 6,5%, pela oitava vez seguida. BC manteve juros em 6,5% Reprodução/JN A decisão de manter a taxa Selic em 6,5% ao ano, divulgada nesta quarta-feira (20) pelo Banco Central, era amplamente esperada pelo mercado. Economistas ouvidos pelo G1 apontam que as projeções para a taxa básica de juros da economia permanecem em manutenção ou até redução nas próximas reuniões – mas todos esses cenários incluem a aprovação da reforma da Previdência. De forma geral, o comunicado destaca uma recuperação da economia em um ritmo abaixo do esperado, além do aumento das incertezas sobre uma desaceleração da economia global. O economista Rodolfo Margato, do banco Santander, diz que "enquanto não existir uma clareza maior sobre o impacto fiscal da reforma da Previdência, ou a respeito de uma ‘desidratação’ no Congresso, não deverá ocorrer uma redução da Selic". Já Patricia Pereira, especialista da Mongeral Aegon Investimentos, diz que seu cenário ainda é de juros 6,5% no fim deste ano, "mas, se uma Previdência robusta for aprovada e atividade permanecer fraca, o Copom pode ter espaço para reduzir os juros." Margato também projeta uma manutenção da Selic em 6,5% “até meados de 2020”. “Mesmo reconhecendo uma fraqueza nos indicadores econômicos recentes, sempre salientamos que grandes incertezas permanecem no radar.” A fraqueza da atividade e os resultados dos indicadores de inflação começam a abrir um debate sobre os rumos da taxa de juros. Em relatório divulgado na segunda-feira, por exemplo, o Bradesco apontou que a "lenta retomada da atividade amplia as chances de corte de juros em algum momento do ano". O banco, no entanto, segue projetando os juros em 6,5% ao fim de 2019. Riscos Em relação ao último comunicado, da reunião de fevereiro, os analistas destacaram, sobretudo, a mudança de avaliação do cenário traçado pelo Copom para os riscos envolvendo inflação. Na reunião desta quarta-feira, o Comitê apontou que o balanço de riscos para a inflação "mostra-se simétrico" para ambas as direções. No encontro de dezembro, a avaliação era de que esse risco era assimétrico. Hoje, entre os riscos simétricos apontados no comunicado, estão o nível de ociosidade elevado, o que pode levar a uma inflação abaixo do esperado, e uma frustração do avanço de reformas importantes, sobretudo na área fiscal, com o risco de um aumento de aumento de preços diante de uma deterioração dos indicadores fiscais do país. "Essa mudança (no comunicado) pode ser uma primeira indicação de que pode ter uma queda de juros no futuro", diz Patricia, da Mongeral Aegon Investimentos. Em nota, a Rosenberg Associados destaca que a mudança para o termo "simetria" até poderia motivar uma leitura de que o BC abriu a porta para um possível corte de juros, mas ressalva que o comunicado deixa claro que "eventuais mudanças da política monetária não seriam para já". "Com isso, ganha tempo e deixa sua decisão inteiramente conectada à evolução do cenário: em caso de continuidade da decepção com a atividade que levem a revisões nas projeções de inflação, dentro de um arcabouço em que as reformas evoluem favoravelmente e o mundo não nos impõe maiores dificuldades, poderá prover estímulo monetário adicional. Não autoriza a visão de um corte já em maio, mas coloca a reunião de junho sob os holofotes. Ainda assim, as letras miúdas alertam: tudo segue dependente do cenário."
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20/03 - Projeto engloba PMs e bombeiros e prevê economia de R$ 52 bilhões para estados em 10 anos
Policiais militares e bombeiros terão as mesmas regras de aposentadoria dos militares, com aumento da alíquota de contribuição e do tempo de serviço. Os policiais militares e os bombeiros também serão incluídos na reforma das regras de aposentadoria dos militares e isso gerará aos estados (e ao Distrito Federal) uma economia de R$ 52 bilhões em 10 anos, segundo estimativas do Ministério da Economia. "O orçamento prevê uma economia de mais de R$ 50 bilhões nos próximos dez anos, apenas na questão da PM e corpos de bombeiros", declarou o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho. Conheça a proposta entregue pelo governo federal ao Congresso Entenda a proposta ponto a ponto Veja como será a tramitação no Congresso Mudanças nas aposentadorias A proposta de reforma do regime de aposentadoria dos militares aumenta o tempo de serviço na ativa e também a alíquota de contribuição da categoria. Entre as mudanças que o governo propõe, estão: elevação da alíquota previdenciária de 7,5% para 8,5% em 2020 para 9,5% em 2021 – e para 10,5% de 2022 em diante. aumento do tempo para o militar passar para a reserva, de 30 para 35 anos na ativa; taxação de 10,5% nas pensões recebidas por familiares de militares. Cofre dos estados A proposta é feita em um momento em que os estados apresentam dificuldades financeiras. Levantamento do G1 feito a partir de dados encaminhados pelos estados à Secretaria do Tesouro Nacional mostra que os gastos dos estados com servidores na ativa e aposentados cresceram novamente em 2018. De acordo com as informações repassadas pelos estados, os gastos "brutos" com pessoal, isto é, sem abatimentos, passaram de 47,53% da arrecadação total em 2016 para 49,36% em 2017 e, em 2018, para 50,23%. Pela média, os estados gastaram, em 2018, mais de metade da arrecadação total com servidores na ativa e aposentados. Pesquisadora do Instituto Brasileiro de Econômica (IBRE), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Vilma Pinto fez um levantamento das despesas com pessoal, e encargos sociais, em relação aos gastos totais dos estados. Os números, segundo ela, mostram que em 17 estados os gastos representaram mais de 60% dos gastos totais no ano de 2017. "Isso compromete o funcionamento do estado como um todo. Quando gasta 60%, 70% para pagar salário, sobra muito pouco para pagar todo o resto, como segurança, assistência. No caso dos estados, o que pesa mais é educação e segurança. [...] Quando diz que sobra pouco para a Saúde, por exemplo, está falando de custeio e investimento, da construção de novas escolas e do pagamento da merenda escolar. Isso mostra que há um desequilíbrio", avaliou. Initial plugin text
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20/03 - Aposentadoria de militares: saiba como será a tramitação do projeto entregue por Bolsonaro
Proposta passará primeiro por uma comissão especial e, em seguida, pelo plenário da Câmara. Ao entregar projeto, presidente pediu 'celeridade' ao Congresso na votação. Presidente Jair Bolsonaro cumprimenta Rodrigo Maia, presidente da Câmara J. Batista / Câmara dos Deputados O presidente Jair Bolsonaro entregou nesta quarta-feira (20) ao Congresso Nacional a proposta de reforma da aposentadoria de militares. Ao entregar o projeto, Bolsonaro fez um breve discurso e pediu à Câmara dos Deputados que dê "celeridade" à votação da proposta, aprovando o texto "no máximo no meio do ano". De acordo com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), uma comissão especial será criada para analisar o texto. Se aprovada, a proposta seguirá para o plenário da Câmara. Pelo regimento da Câmara, a comissão especial deve ser criada porque a proposta envolve assuntos relacionados a mais de três comissões temáticas. Reforma da Previdência dos militares prevê economia líquida de R$ 10,4 bi em 10 anos Passo a passo Saiba abaixo como será a tramitação da proposta: >> O presidente Rodrigo Maia vai criar a comissão especial. O ato de criação será lido em plenário e, a partir daí, começa a fase de indicação de líderes; >> A comissão especial se reunirá para escolher presidente e vice-presidente. O presidente eleito designará o relator da proposta; >> Caberá ao relator elaborar um parecer sobre o mérito (conteúdo) da proposta, incluindo, se necessário, previsões sobre adequação financeira e orçamentária, constitucionalidade, juridicidade, técnica legislativa e redação; >> Após a apresentação do relatório, caberá aos deputados da comissão votar o parecer; >> O texto aprovado pela comissão especial deverá ser enviado ao plenário da Câmara; >> Por se tratar de projeto de lei, o texto sobre a aposentadoria dos militares precisará de votos favoráveis da maioria dos deputados, desde que estejam presentes na votação pelo menos 257 parlamentares. >> Se for aprovada, a proposta será encaminhada ao Senado.
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20/03 - Pela oitava vez seguida, Copom mantém taxa básica de juros em 6,5% ao ano
Foi a 1ª reunião do comitê sob o comando do novo presidente do BC, Roberto Campos Neto. Decisão foi tomada em cenário de inflação controlada e ritmo fraco de crescimento da economia. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve nesta quarta-feira (20) a taxa básica de juros da economia brasileira estável em 6,5% ao ano. A decisão foi tomada por unanimidade. Pela oitava vez seguida, a taxa Selic segue nesse patamar, o menor da série histórica, com início em 1986. No comunicado divulgado junto com a decisão, o Copom informou que "indicadores recentes da atividade econômica apontam ritmo aquém do esperado", apesar da economia brasileira seguir em processo de recuperação gradual. No texto, o comitê afirma ainda que a "a continuidade do processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira é essencial para a manutenção da inflação baixa no médio e longo prazos, para a queda da taxa de juros estrutural e para a recuperação sustentável da economia". O comunicado aponta ainda que os próximos passos da política monetária continuarão dependendo da "evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das projeções e expectativas de inflação". A manutenção dos juros também confirmou a expectativa de grande parte dos economistas das instituições financeiras. Até o momento, a previsão é de que a taxa Selic permanecerá estável em 6,5% ao ano até o fim de 2019. Roberto Campos Neto comanda sua primeira reunião do Copom Divulgação/Banco Central Também foi o primeiro encontro do Copom comandado pelo novo presidente do BC, Roberto Campos Neto – que tomou posse recentemente. Na cerimônia de transmissão de cargo, na semana passada, o economista, que é neto do expoente do liberalismo Roberto Campos, afirmou que buscará manter a inflação baixa e controlada, e defendeu a autonomia formal da instituição. Cenário econômico A decisão de manter os juros estáveis foi tomada em um cenário de inflação controlada e ritmo fraco de crescimento da economia. A principal missão do Banco Central é controlar a inflação, tendo por base o sistema de metas. Para este ano, a meta central de inflação é de 4,25%, podendo oscilar entre 2,75% a 5,75%, e, para 2020, é de 4% – com intervalo de tolerância de 2,5% e 5,5%. Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas, o BC reduz os juros; quando estão acima da trajetória esperada, a taxa Selic é elevada. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, ficou em 0,43% em fevereiro. Em doze meses até fevereiro, somou 3,89%. O Produto Interno Bruto (PIB), por sua vez, segue em trajetória fraca de crescimento. No ano passado, a expansão ficou em 1,1%. O desempenho da economia brasileira em 2018 foi decepcionante diante das expectativas iniciais. Juros bancários Embora os juros básicos estejam no menor patamar da série histórica do Banco Central, as taxas cobradas pelas instituições financeiras ainda seguem em patamares elevados. Reduzir os juros bancários é um dos desafios apontados por economistas para o próximo governo. Dados oficiais mostram que, em janeiro, os juros bancários médios nas operações com pessoas físicas somaram para 51,4% ao ano. Em algumas modalidades, como no cheque especial e no cartão de crédito rotativo, os juros ficaram ao redor de 300% ao ano. As altas taxas de juros, atualmente cobradas pelos bancos, inibem o consumo e também os investimentos na economia brasileira, avaliam analistas. Rendimento da poupança Com a nova manutenção dos juros nesta quarta-feira, o rendimento da poupança também permanece o mesmo. Pela regra atual, em vigor desde 2012, os rendimentos da poupança estão atrelados aos juros básicos sempre que a Selic estiver abaixo de 8,5% ao ano. Nessa situação, a correção anual das cadernetas fica limitada a um percentual equivalente a 70% da Selic – o equivalente a 4,55% ao ano, mais Taxa Referencial.
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20/03 - TCU mantém punição a construtoras que fraudaram licitação da usina de Angra 3
Com a decisão do TCU, as empresas começarão a cumprir a pena de não poderem mais fechar contratos com o governo por cinco anos. Empresas ainda podem contestar. O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) negou nesta quarta-feira (20) os recursos apresentados pelas empresas Queiroz Galvão; Empresa Brasileira de Engenharia; Techint Engenharia e Construção; e UTC Engenharia e manteve a decisão de proibir essas construtoras de fecharem contratos com a União por cinco anos. Com a rejeição dos recursos, as empresas começarão a cumprir a punição aplicada em março de 2017 pelo plenário do TCU. Na decisão, as empresas foram declaradas inidôneas sob a acusação de fraude na licitação da usina nuclear Angra 3. Segundo a área técnica do TCU, a punição passa a valer a partir da publicação do acórdão, mas as empresas ainda podem entrar com Embargos de Declaração. Os embargos têm efeito suspensivo, ou seja, após a apresentação da contestação a punição fica suspensa até que o ministro relator do processo faça sua análise. Apesar da punição ter sido aplicada em 2017, as empresas ainda podiam continuar fechando contratos com a administração pública federal porque os recursos apresentados contra a decisão têm efeito suspensivo. Na época, o tribunal apontou que o dano aos cofres públicos causado pela fraude foi estimado em R$ 400 milhões, valor que sobe a R$ 1,5 bilhão se considerar valores atualizados mais multa. As quatro construtoras foram as primeiras citadas na Operação Lava Jato a serem condenadas pelo TCU com o impedimento para contratação com o setor público. O que dizem as empresas Em nota, a construtora Queiroz Galvão disse que não irá se manifestar antes de tomar conhecimento do conteúdo completo da decisão, o que acontecerá com a publicação do acórdão. A companhia pretende recorrer da decisão, respeitando o rito processual. A UTC afirmou, por meio de nota, que "sempre colaborou, colabora e continuará a colaborar com as autoridades responsáveis pelas investigações, processos administrativos e judiciais relacionados às licitações com empresas públicas". Colaboração Apesar de também serem acusadas de participarem da fraude na licitação da usina nuclear, a Camargo Corrêa, Construtora Andrade Gutierrez e a Odebrecht não foram punidas com a proibição de contratarem com a administração pública federal por terem acordos de colaboração com o Ministério Público Federal (MPF). No recurso, a UTC pediu para ser retirada da lista de punidas por estar negociando um acordo de colaboração. O relator do recurso, ministro Walton Alencar afirmou, no entanto, que a empresa não firmou acordo de colaboração com o Ministério Público Federal e que, por isso, “não lhe qualifica para o status de colaboração de nenhum acordo”. O ministro do TCU relatou ainda que a empresa teve seu acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) cancelado por ter descumprido os termos do acordo. 'Tarefa aqui não é salvar empresa' Ao declarar apoio à decisão do ministro Alencar de rejeitar os recursos, o ministro Bruno Dantas afirmou que o TCU não tem a tarefa de salvar empresas. “Nós não estamos aqui para salvar empresas, estamos aqui para salvar o interesse público. Nossa tarefa aqui não é salvar empresa”, disse. Em suas defesas contra os processos de inidoneidade, as empresas apontam que podem ir à falência se não puderem fechar contratos com o poder público.
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20/03 - Reforma da previdência dos militares: entenda a proposta ponto a ponto
O governo apresentou nesta quarta-feira (20), a proposta de reforma da previdência dos militares – chamada de reestruturação do Sistema de Proteção Social das Forças Armadas. Veja a íntegra da apresentação da reforma Reforma prevê economia líquida de R$ 10,45 bi em dez anos Saiba como será a tramitação do projeto de lei Veja a íntegra do Projeto de Lei A proposta prevê a manutenção da integralidade e da paridade dos benefícios. Assim, os militares inativos receberão o mesmo soldo dos militares na ativa – incluindo eventuais reajustes. Os policiais militares e os bombeiros também serão incluídos na reforma. Entenda ponto a ponto o que propõe o governo: Proposta de reforma para a previdência dos militares Roberta Jaworski/Arte G1 Alíquotas de contribuição A proposta apresentada unifica a contribuição de todos os beneficiários do sistema, que passa a 10,5% sobre o valor integral do rendimento bruto a partir de 2022. Cabos e soldados estarão isentos dessa contribuição durante o serviço militar obrigatório. Haverá, no entanto, um período de transição: em 2020, essa alíquota será de 8,5%, e em 2021, de 9,5%. Hoje, pensionistas, alunos de escolas de formação, cabos e soldados não contribuem, enquanto ativos e inativos contribuem com 7,5% sobre o rendimento bruto. Pensionistas, cabos e soldados, além de ativos e inativos contribuirão também com 3,5% para o fundo de saúde, levando a alíquota total a 14%. Alunos de escolas de formação ficam isentos dessa contribuição. Alíquotas do tempo de serviço Reprodução Tempo de serviço Pela regra atual, a idade mínima de atividade é de 30 anos, tanto para homens quanto para mulheres. A proposta aumenta essa idade para 35 anos.  Regra de transição para tempo de serviço Pela proposta, quem já tiver 30 anos de serviço quando as novas regras entrarem em vigor terá direito a transferência para reserva remunerada.  Quem ainda não tiver requisitos para a transferência terá que cumprir o tempo que falta para os 30 anos, mais um pedágio de 17% da quantidade de anos que faltam.  Transição do tempo de serviço Reprodução Idade limite para a transferência de reserva A proposta aumenta a idade limite para o militar ser transferido para a reserva. Atualmente, a idade varia de 44 a 66 anos, de acordo com o posto ou graduação. A proposta eleva esse intervalo para entre 50 e 70 anos.  Idade limite de transferência para a reserva Reprodução Novo rol de dependentes Independentemente de rendimentos – Redução de 8 para 2 categorias Cônjuge ou companheira (o) que viva em união estável, na constância do vínculo; filho (a) ou enteado(a), menor de 21 anos ou inválido(a) Desde que não tenham rendimentos – Redução de 10 para 3 categorias Pai e mãe; Tutelado(a), curatelado(a) inválido(a) ou menor de 18 anos que viva sob sua guarda por decisão judicial; Filho(a) ou o(a) enteado(a) estudante menor de 24 anos. REESTRUTURAÇÃO DA CARREIRA Reestruturação da carreira dos militares Roberta Jaworski/G1 Redução do efetivo Atualmente, a proporção atual do efetivo é de 55% de militares temporários e 45% de carreira. A proposta é reduzir o efetivo em 10% em 10 anos.  Redução do efetivo Reprodução Adicional de habilitação A proposta prevê reestruturar, em 4 anos, o adicional de remuneração mensal dos militares que realizarem cursos de aproveitamento. Esses percentuais não são cumulativos; vale o grau mais alto. Veja abaixo: Altos Estudos Categoria I: de 30% para 73% Altos Estudos Categoria II: de 25% para 68% Aperfeiçoamento: de 20% para 45% Especialização: de 16% para 26% Formação: 12% Adicional de disponibilidade Os militares deverão passar a receber percentual incidente sobre o soldo (salário) de oficiais e praças pago mensalmente a partir de 1º de janeiro de 2020. Coronel e subtenente (32%) Tenente-coronel (26%) Major e Primeiro Sargento (20%) Capitão e Segundo Sargento (12%) Primeiro tenente e Terceiro Sargento (6%) Demais militares (5%) Adicional de disponibilidade - complemento Reprodução Ajuda de custo ao ser transferido para a reserva A proposta prevê um aumento da indenização ao militar que for transferido pela reserva. O valor passa de 4 para 8 vezes o valor da remuneração, paga uma única vez. Initial plugin text
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20/03 - Reforma da Previdência dos militares e reestruturação de carreiras preveem economia de R$ 10,45 bilhões em dez anos
Economia líquida é a diferença do que deve ser poupado (R$ 97,3 bilhões) e custo da reestruturação (R$ 86,65 bilhões). Plano aumenta tempo de serviço na ativa e alíquota de contribuição. Reforma da Previdência dos militares prevê economia líquida de R$ 10,4 bi em 10 anos O governo apresentou, nesta quarta-feira (20), a proposta de reforma do regime de aposentadoria dos militares e um plano de reestruturação de carreira do setor. A economia líquida deve superar R$ 10 bilhões no período de dez anos, informa o Ministério da Economia. Além disso, o projeto aumenta o tempo de serviço na ativa e também a alíquota de contribuição da categoria. Ao longo de uma década, a expectativa do governo é: economizar R$ 97,3 bilhões com a reforma dos militares gastar R$ 86,65 bilhões com a reestruturação do setor obter uma economia líquida de R$ 10,45 bilhões Em 20 anos, a economia estimada é de R$ 33,65 bilhões, informou o governo. Conheça a proposta apresentada pelo governo federal ao Congresso Entenda a proposta ponto a ponto Veja como será a tramitação no Congresso O processo de reestruturação de carreiras prevê as seguintes mudanças, dentre outras: no "adicional de habilitação", que é uma parcela remuneratória mensal devida aos militares por conta de cursos realizados com aproveitamento; no "adicional de disponibilidade" (por conta de disponibilidade permanente e dedicação exclusiva); também serão implementadas alterações na ajuda de custo de transferência de militares para a reserva (de quatro a oito vezes o valor do soldo, total a ser pago uma única vez). Reestruturação da carreira dos militares Roberta Jaworski/G1 Os policiais militares e os bombeiros também serão incluídos na reforma das regras de aposentadoria dos militares. Segundo estimativas do Ministério da Economia, isso gerará aos estados e ao Distrito Federal uma economia de R$ 52 bilhões em dez anos. O projeto de lei de reforma da Previdência dos militares agora deverá passar por avaliação de comissão especial a ser criada na Câmara dos Deputados (leia, abaixo, a tramitação da proposta). Mudanças nas aposentadorias A proposta de reforma do regime de aposentadoria dos militares aumenta o tempo de serviço na ativa e também a alíquota de contribuição da categoria. Entre as mudanças que o governo propõe, estão: elevação da alíquota previdenciária de 7,5% para 8,5% em 2020 para 9,5% em 2021 – e para 10,5% de 2022 em diante. aumento do tempo para o militar passar para a reserva, de 30 para 35 anos na ativa; taxação de 10,5% nas pensões recebidas por familiares de militares. Proposta de reforma para a previdência dos militares Roberta Jaworski/Arte G1 Bolsonaro apresenta proposta O presidente Jair Bolsonaro levou a proposta pessoalmente ao Congresso. Ele estava acompanhado de integrantes do governo, entre os quais os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Paulo Guedes (Economia), além do secretário de Previdência, Rogério Marinho. Bolsonaro fez um breve discurso no qual pediu "celeridade" na votação da proposta, mas "sem atropelo". "Humildemente faço um apelo a todos vocês. [...] Eu peço celeridade, sem atropelo, para que essas propostas, essa e a outra [reforma da Previdência], no máximo no meio do ano, cheguem a um ponto final e nós possamos sinalizar que o Brasil está mudando", afirmou o presidente. Presidente da Câmara dos Deputados, dep. Rodrigo Maia, recebe a proposta de reforma da previdência dos militares J. Batista / Câmara dos Deputados A redação final do projeto foi aprovada na manhã desta quarta em uma reunião comandada por Bolsonaro no Palácio da Alvorada. O presidente passou os últimos três dias nos Estados Unidos. Tramitação no Congresso De acordo com Rodrigo Maia, uma comissão especial será criada para analisar o texto. Se aprovada, a proposta seguirá para o plenário da Câmara. Pelo regimento da Casa, a comissão especial deve ser criada porque a proposta envolve assuntos relacionados a mais de três comissões temáticas. Por se tratar de projeto de lei, o texto sobre a aposentadoria dos militares precisará de votos favoráveis da maioria dos deputados, desde que estejam presentes na votação pelo menos 257 parlamentares. Se for aprovada na Câmara, a proposta será encaminhada ao Senado. Declaração polêmica do presidente da Câmara Nesta terça-feira (19), o presidente da Câmara deu uma declaração polêmica sobre a reforma do regime de aposentadoria dos militares. Em entrevista coletiva na chapelaria do Congresso Nacional, Rodrigo Maia afirmou que "o Brasil quebrou" e que os militares estavam querendo entrar "no fim da festa", referindo-se a eventuais benefícios concedidos à categoria no projeto de lei. Na ocasião, ele admitiu que há grande defasagem salarial entre civis e militares. A afirmação repercutiu negativamente na alta cúpula das Forças Armadas. Generais ouvidos pelo blog da colunista do G1 Natuza Nery classificaram de "infeliz" a frase de Rodrigo Maia. Já nesta quarta, pouco antes da apresentação da proposta por Bolsonaro, o presidente da Câmara disse que o comentário havia sido uma "brincadeira". Rombo previdenciário O regime de aposentadoria dos militares registrou saldo negativo de R$ 43,9 bilhões em 2018, o que representou 0,62% do Produto Interno Bruto (PIB). No fim de 2017, a situação era: 158.284 militares estavam na reserva; 223.072 eram pensionistas; 145.563 recebiam "pensões tronco". Já o déficit do INSS, sistema público que atende aos trabalhadores do setor privado, em 2018 chegou a R$ 195,197 bilhões – ou 2,76% do PIB. Em dezembro do ano passado, o INSS pagou 35 milhões de benefícios, abrangendo previdenciários (aposentadorias, pensões por morte, auxílio-doença e salário maternidade) e acidentários (auxilio-doença, auxilio por acidente). No caso dos regimes próprios dos servidores públicos civis (Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público), o rombo somou R$ 46,4 bilhões em 2018, ou 0,66% do PIB. O número de segurados somou 1,428 milhão no fim de 2017, sendo 691.342 servidores ativos (48,4%), 436.535 aposentados (30,6%) e 300.937 pensionistas (21%). Initial plugin text
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20/03 - Proposta de aposentadoria para militares prevê aumento de alíquota e tempo maior na ativa
Presidente Jair Bolsonaro entregou a proposta nesta quarta-feira (20) ao Congresso. Proposta de reforma do regime também engloba reestruturação das carreiras do setor. O governo federal entregou ao Congresso na tarde desta quarta-feira (20) a proposta de reforma do regime de aposentadoria dos militares, que aumenta o tempo de serviço na ativa e, também, a alíquota de contribuição da categoria. O projeto também prevê uma reestruturação das carreiras do setor. Segundo estimativas da área econômica, a proposta de reforma do regime de aposentadoria, vai economizar R$ 97,3 bilhões em 10 anos. Já a reestruturação de carreiras, que vai na direção oposta (de aumentar gastos), custará R$ 86,65 bilhões. Com isso, a economia "líquida" com as mudanças propostas para os militares será de R$ 10,45 bilhões no período de dez anos, informou o Ministério da Economia. Conheça a proposta apresentada pelo governo federal ao Congresso O presidente Jair Bolsonaro levou a proposta pessoalmente ao Congresso. Ele estava acompanhado de integrantes do governo, entre os quais os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Paulo Guedes (Economia), além do secretário de Previdência, Rogério Marinho. Bolsonaro fez um breve discurso no qual pediu "celeridade" na votação da proposta, mas "sem atropelo". Conforme o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), uma comissão especial formada por deputados será criada para analisar o projeto. O texto aprovado pela comissão será, então, enviado para votação no plenário. A redação final do projeto foi aprovada na manhã desta quarta em uma reunião comandada por Bolsonaro no Palácio da Alvorada. O presidente passou os últimos três dias nos Estados Unidos. Bolsonaro entrega ao Congresso projeto de aposentadoria dos militares Entre as mudanças que o governo propõe estão: elevação da alíquota previdenciária de 7,5% para 8,5% em 2020, para 9,5% em 2021 e para 10,5% de 2022 em diante. aumento do tempo para o militar passar para a reserva, de 30 para 35 anos na ativa; taxação de 10,5% nas pensões recebidas por familiares de militares. Conforme o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), será criada uma comissão especial formada por deputados para analisar o projeto antes de o texto ser votado pelo plenário. A apresentação do projeto sobre os militares era uma exigência de aliados de Bolsonaro para a proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata da reforma da Previdência Social, enviada ao Congresso em fevereiro, ser analisada também. De acordo com o governo, em razão das especificidades das carreiras militares, o projeto não foi entregue em conjunto com a PEC. No início desta semana, ao fazer uma transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro afirmou que o Ministério da Defesa terá "sensibilidade" para corrigir "possíveis equívocos" no texto. Proposta de reforma para a previdência dos militares Roberta Jaworski/Arte G1 Rombo previdenciário O regime de aposentadoria dos militares registrou saldo negativo de R$ 43,9 bilhões em 2018 (0,62% do Produto Interno Bruto). No fim de 2017: 158.284 militares estavam na reserva; 223.072 eram pensionistas; 145.563 recebiam "pensões tronco". No ano passado, o déficit do INSS, sistema público que atende aos trabalhadores do setor privado, chegou a R$ 195,197 bilhões no ano passado, ou 2,76% do PIB, em 2018. Em dezembro do ano passado, o INSS pagou pagou 35 milhões de benefícios, abrangendo previdenciários (aposentadorias, pensões por morte, auxílio-doença e salário maternidade) e acidentários (auxilio-doença, auxilio por acidente). No caso dos regimes próprios dos servidores públicos civis (Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público), o rombo somou R$ 46,4 bilhões em 2018, ou 0,66% do PIB. O número de segurados somou 1,428 milhão no fim de 2017, sendo 691.342 servidores ativos (48,4%), 436.535 aposentados (30,6%) e 300.937 pensionistas (21%). Economia com a reforma De acordo com as contas da equipe econômica, somente a proposta de reforma da Previdência dos militares gerará uma economia aos cofres públicos de R$ 97,3 bilhões em 10 anos. O valor é menor do que a economia estimada com as mudanças de regras para os trabalhadores do setor privado (RGPS), de R$ 687 bilhões, do setor público (R$ 202,8 bilhões) e, também, do BPC e abono salarial (beneficiários com renda mais baixa), de R$ 182,2 bilhões. O impacto total da proposta de reforma da Previdência dos trabalhadores do setor privado, dos servidos públicos civis e dos militares foi estimada pela equipe econômica em R$ 1,16 trilhão em dez anos. O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem dito que precisa de, ao menos, R$ 1 trilhão de economia com a reforma das regras previdenciárias para conseguir implementar um modelo de capitalização no Brasil – pelo qual os benefícios são pagos de acordo com as contribuições feitas no passado pelos próprios trabalhadores. Presidente da Câmara dos Deputados, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), recebe a proposta de reforma da previdência dos militares J. Batista / Câmara dos Deputados Initial plugin text
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20/03 - Provedores de internet de Austrália e Nova Zelândia bloqueiam acesso a sites com imagens de ataque a mesquitas
Bloqueio é apenas temporário e apenas para sites que continuavam disseminando imagens de ataque terrorista que aconteceu na semana passada e deixou 50 mortos. Flores são deixadas perto da mesquita de Linwood, em Christchurch, em homenagem às vítimas dos ataques de sexta-feira (15) Edgar Su/Reuters Empresas que fornecem serviço de internet na Austrália e na Nova Zelândia bloquearam acesso a endereços da web que estavam compartilhando imagens do massacre em Christchurch, que deixou 50 mortos na semana passada. O terrorista autor do atentado transmitiu as imagens do ataque ao vivo no Facebook. Enquanto as redes sociais, como YouTube e Facebook, estavam lutando para conter a disseminação do conteúdo, sites de vídeo, como LiveLeak, e fóruns, como 4chan e 8chan, continuavam a permitir os vídeos — segundo usuários da internet na Austrália postaram em redes sociais, estes estavam entre os endereços bloqueados. Na Austrália, a operadora Telstra confirmou o bloqueio nas redes sociais. Já na Nova Zelândia, o diretor da provedora Spark, Simon Moutter, afirmou que seu time trabalhou em procurar o conteúdo online, bloquear os sites e enviar uma notificação solicitando a remoção do conteúdo. Initial plugin text Initial plugin text De acordo com a provedora Vodafone Austrália, a ideia é dificultar o acesso às imagens, como forma de respeito às famílias e vítimas do ataque terrorista. "Tomamos esta ação porque acreditamos ser a coisa certa a fazer, uma forma de respeitar as vítimas desta atrocidade e seus entes queridos", disse a empresa em um posicionamento enviado ao G1. A empresa enfatizou que o bloqueio é temporário e irá acontecer enquanto esses sites não tomarem uma ação efetiva para retirar as imagens do ar. A Vodafone Austrália não informou a lista de sites que estão sob o bloqueio. Outra empresa de telecomunicações da Austrália, a Optus, também tomou medidas quanto a sites que disponibilizavam os vídeos. "Devido à natureza horrível do ataque e das fortes preocupações da comunidade sobre a proliferação de material inapropriado online, a Optus optou por colocar um bloqueio temporário em um número limitado de sites", disse a empresa em comunicado. A Optus afirmou que está monitorando a situação e reconhece que alguns sites estão tomando medidas para lidar com a disseminação desse conteúdo. Initial plugin text
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20/03 - Bolsonaro entrega proposta de aposentadoria dos militares e pede 'celeridade' ao Congresso
Proposta será analisada primeiro por uma comissão especial e, depois, pelo plenário da Câmara. Ao discursar na entrega, presidente pediu aprovação 'no máximo' no meio do ano. Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, exibe projeto entregue pelo presidente Jair Bolsonaro J. Batista / Câmara dos Deputados O presidente Jair Bolsonaro entregou nesta quarta-feira (20) ao Congresso Nacional a proposta de reforma da aposentadoria dos militares. VEJA A APRESENTAÇÃO DO GOVERNO SOBRE O TEMA Ao entrar no gabinete do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Bolsonaro fez um breve discurso no qual pediu "celeridade" na votação da proposta e da reforma da Previdência. Conforme Rodrigo Maia, uma comissão especial formada por deputados será criada para analisar o projeto. O texto aprovado pela comissão será, então, enviado para votação no plenário. "Humildemente faço um apelo a todos vocês. [...] Eu peço celeridade, sem atropelo, para que essas propostas, essa e a outra [reforma da Previdência], no máximo no meio do ano, cheguem a um ponto final e nós possamos sinalizar que o Brasil está mudando", afirmou o presidente. Bolsonaro entrega ao Congresso projeto de aposentadoria dos militares Logo depois, Rodrigo Maia também fez um breve discurso e, ao se dirigir a Bolsonaro, afirmou: "Vamos tratar desses projetos com toda a celeridade e importância". Bolsonaro estava acompanhado de integrantes do governo, entre os quais os ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Paulo Guedes (Economia) e Fernando Azevedo e Silva (Defesa), além do secretário de Previdência, Rogério Marinho. Reforma da Previdência dos militares prevê economia líquida de R$ 10,4 bi em 10 anos A proposta para os militares A redação final do projeto foi aprovada na manhã desta quarta em uma reunião comandada por Bolsonaro no Palácio da Alvorada. O presidente passou os últimos três dias nos Estados Unidos. Entre as mudanças previstas, o governo propõe: elevação da alíquota previdenciária de 7,5% para 10,5%; aumento do tempo para o militar passar para a reserva (de 30 para 35 anos na ativa); taxação de 10,5% nas pensões recebidas por familiares de militares. A apresentação do projeto sobre os militares era uma exigência de aliados de Bolsonaro para a proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata da reforma da Previdência Social, enviada ao Congresso em fevereiro, ser analisada também. De acordo com o governo, em razão das especificidades das carreiras militares, o projeto não foi entregue em conjunto com a PEC. No início desta semana, ao fazer uma transmissão ao vivo nas redes sociais, Bolsonaro afirmou que o Ministério da Defesa terá "sensibilidade" para corrigir "possíveis equívocos" no texto. 'Os militares entenderam a importância em participar dessa contribuição', diz Paulo Guedes Rombo do sistema previdenciário De acordo com o governo federal, o sistema previdenciário brasileiro registrou déficit de R$ 290,2 bilhões no ano passado. Desse total: R$ 195,197 bilhões corresponderam ao INSS (sistema público que atende aos trabalhadores do sistema privado; R$ 46,4 bilhões corresponderam ao regime próprio de servidores civis; R$ 43,9 bilhões corresponderam ao regime de aposentadoria dos militares; R$ 4,8 bilhões corresponderam ao Fundo Constitucional do Distrito Federal. No caso dos militares, no fim de 2017: 158.284 estavam na reserva; 223.072 eram pensionistas; 145.563 recebiam "pensões tronco". Tecnicamente, os militares não contribuem para a Previdência, pois toda a contribuição é feita pela União. O militar na ativa ou na reserva, contudo, tem de pagar uma alíquota de 7,5% para custear pensões. Presidente Jair Bolsonaro cumprimenta Rodrigo Maia, presidente da Câmara J. Batista / Câmara dos Deputados Discurso Na fala durante a entrega do projeto, Bolsonaro citou a medida provisória 2215, editada no governo Fernando Henrique Cardoso e em vigor atualmente. A MP alterou a estrutura de remuneração dos militares das Forças Armadas. Segundo o presidente, à época já foi feita uma reforma previdenciária dos militares por meio da MP. Ele, então, fez um "apelo" aos parlamentares para que, ao analisarem o novo projeto, levem em conta as perdas da categoria no passado. "É uma medida provisória [a 2215] que fez uma reforma previdenciária nos militares das Forças Armadas”, disse. "Se os senhores buscarem essa MP lá atrás e verem o que foi tirado dos militares, e somarem ao que chegou aqui agora no tocante a aumento tempo de serviço e contribuições, que certas parcelas nossas não contribuíam, vocês podem ter certeza que é uma reforma previdenciária muito mais profunda do que essa que chegou aqui do regime geral", acrescentou Bolsonaro. O presidente reconheceu que era "suspeito" para falar do assunto, por ser capitão reformado do Exército, e reconheceu que teve comportamento “corporativista” na defesa dos interesses dos deputados durante as quase três décadas como deputado federal. "Eu sei que eu sou suspeito ao falar, porque sou capitão do Exército. Tinha, sim, como o Paulo Guedes disse agora há pouco, um comportamento bastante corporativista aqui [na Câmara, como deputado]", disse. A MP 2215 retirou, entre outros pontos, o auxílio-moradia e a promoção automática dos militares que passam para a reserva. Reestruturação da carreira Pouco antes de Bolsonaro chegar ao Congresso, o vice-presidente Hamilton Mourão concedeu uma entrevista à GloboNews na qual disse que o grupo militar "entende muito bem o que é sacrifício". Disse ainda que a categoria não quer "tratamento distinto", mas quer a reestruturação em razão de benefícios que não recebe como categorias civis. "Obviamente que, como vamos dilatar o tempo de permanência no serviço ativo, é necessário reestruturar. Reestruturar significa nada mais nada menos que mudanças nos interstícios entre os diferentes postos de graduações com as devidas compensações. E óbvio que isso será discutido dentro do Congresso assim como a proposta de emenda constitucional que trata da nova Previdência", declarou. Após a entrega da proposta ao Congresso, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, declarou que os militares têm "peculiaridades" na carreira limitar e por isso precisam da reestruturação. "Depois de um debate e um trabalho muito profícuo e profundo com a equipe econômica, nós vamos contribuir para esse enorme esforço fiscal, como nós já contribuímos outras vezes", declarou. Ministro Paulo Guedes (Economia) explica proposta sobre militares Will Shutter/Câmara dos Deputados Reforma 'essencial' Também após a entrega do projeto, o ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a defender a aprovação do projeto de reforma da Previdência dizendo que o texto é "essencial" para o país retomar o crescimento econômico e recuperar a estabilidade fiscal. Guedes disse ainda que a aprovação do projeto vai "evitar o colapso do regime previdenciário brasileiro." De acordo com ele, "estariam em risco todas as aposentadorias e até mesmo salários dos servidores, porque o estado estaria em ritmo acelerado rumo à insolvência." "Por isso nós encaminhamos uma reforma com potência fiscal, acima de R$ 1 trilhão. E os militares, as forças armadas brasileiras, com o patriotismo de sempre, entenderam a importância em participarem dessa contribuição", disse. Natuza: Maia procura militares para desfazer mal-estar após frase sobre 'fim de festa' Economia com reformas De acordo com a equipe econômica do governo, se aprovada, a proposta sobre os militares pode gerar economia de R$ 92,3 bilhões aos cofres públicos em 10 anos. Além disso, a reforma da Previdência pode gerar a seguinte economia: trabalhadores do setor privado: R$ 687 bilhões; trabalhadores do setor público: R$ 202,8 bilhões; beneficiários do BPC e abono salarial: R$ 182,2 bilhões. Segundo o governo, o objetivo é alcançar economia de cerca de R$ 1,1 trilhão aos cofres públicos.
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20/03 - Trump diz que tarifas sobre China devem continuar por 'período substancial'
Fala do presidente dos EUA reduz esperanças de que um acordo elimine essas tarifas em breve. Trump desembarca em Ohio nesta quarta-feira (20) para conhecer a última fábrica de tanques de guerra dos EUA. Carlos Barra/Reuters O presidente americano Donald Trump disse nesta quarta-feira (20) que as tarifas sobre importações chinesas podem ser mantidas por um "período substancial", diminuindo as esperanças de que um novo acordo comercial as elimine em breve. China X EUA: os 3 pontos da guerra comercial que opõem os países Entenda a guerra comercial e seus possíveis impactos Os principais negociadores comerciais americanos devem viajar a Pequim na próxima semana para uma nova rodada de negociações. Autoridades dos EUA disseram neste mês que estavam nos estágios finais das negociações para resolver a guerra comercial de oito meses com a China, mas nenhum país previu um resultado positivo. Washington e Pequim estão lutando pela forma final de um acordo que ambos os lados disseram que gostariam de alcançar, com autoridades americanas exigindo mudanças profundas na política industrial chinesa. "Estamos falando sobre deixá-las por um período substancial de tempo", disse Trump a repórteres na Casa Branca. "Temos que garantir que, se fizermos o acordo com a China, a China cumpra o acordo". Trump também disse que as negociações comerciais estão "indo bem". Mas as autoridades americanas têm insistido que qualquer acordo deve ter força - incluindo a possibilidade de impor tarifas unilateralmente, caso a China comece a se desviar de quaisquer compromissos para acabar com práticas comerciais injustas.
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20/03 - Cervejaria abre programa de trainee com salário inicial de R$ 6,4 mil
Vagas são para todo o Brasil. Inscrições vão até 7 de abril; veja como participar. Cervejaria Ambev abre programa Trainee Divulgação A Cervejaria Ambev está com o programa trainee 2019 aberto. As vagas são para todo o Brasil, valem para qualquer área de formação universitária e o salário inicial é de R$ 6,4 mil. As inscrições podem ser feitas até o dia 7 de abril, pela internet. O período de treinamento é de quatro meses, em São Paulo e nas unidades operacionais da empresa. Durante a capacitação, os jovens transitam por diferentes áreas de cada setor da cervejaria. Para fazer a inscrição é preciso: estar formado há no máximo dois anos ou com previsão de formatura até julho de 2019; ter conhecimento avançado em inglês; ter disponibilidade de morar em qualquer estado. As etapas do processo de seleção acontecem entre os meses de março e junho. Elas incluem testes online de inglês, perfil e raciocínio lógico, seguidos pela apresentação de uma análise de case e entrevistas, também online. Os aprovados passam para as etapas presenciais. Nesta fase, será preciso realizar um painel de negócios onde os candidatos deverão desenvolver um case em equipe. Depois disso, os selecionados serão entrevistados pelos vice-presidentes e pelo presidente da Cervejaria. Ao final, serão admitidos como funcionários. De acordo com o Diretor de Gente e Gestão Daniel Spolaor, a Ambev não tem um número exato de vagas. "A quantidade de aprovados varia a cada ano." Segundo Spolaor, a empresa procura “candidatos autênticos, curiosos, mão na massa, resilientes e que se identifiquem com a cultura de empreendedorismo, trabalho em equipes e inovação”. Inscrições são feitas pela internet Divulgação Como se destacar nos processos trainees Para o professor Francisco Antônio Coelho, do Departamento de Administração da Universidade de Brasília (UnB), a principal dica para se destacar em um processo de seleção é ser autêntico. Segundo o especialista, a maioria dos recrutadores procura profissionais “que não forjam uma imagem". Veja outras dicas: Identificar o perfil da vaga “Essa é a primeira coisa a ser feita”, explica Coelho. Isso ajuda os profissionais a perceberem as competências dos cargos almejados. Pesquisar a empresa Procurar o máximo de informações sobre a empresa que pretende ingressar é outra dica do especialista. Conhecer a missão, objetivos e cultura organizacional da empresa ajuda os candidatos na hora de fazer um processo seletivo. Conhecer as etapas do processo seletivo Conhecer e estudar cada etapa do processo seletivo é outro ponto importante na preparação, afirma Coelho. Demonstrar competências emocionais e empreendedoras Capacidades como empatia e saber se impor sem ser autoritário são bem vistas por recrutadores. Mas o professor Coelho lembra que o mais importante é não mentir e enfatizar as competências que se alinham aos valores e objetivos da empresa. Com futuro certo De acordo com o professor da UnB, 40% dos profissionais são contratados em até seis meses após terminar o período como trainee. As contratações são na maioria na mesma empresa do período trainee, diz Francisco Antônio Coelho. "Sete de 10 trainees são contratados na mesma empresa.” Outro aspecto de atenção é no período de formação universitária. Muitos recrutadores pedem indicações ou informações sobre os profissionais para os professores. "Eu já recebi muitos pedidos de indicação e de empresas fora de Brasília, como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Belém”, afirma Coelho. Veja mais notícias sobre a região no G1 DF.
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20/03 - Banco Central dos EUA mantém taxas de juros e descarta aumentos em 2019
Federal Reserve deixou os juros do país no intervalo de 2,25% a 2,50%. GNews - Banco Central dos Estados Unidos, FED GloboNews O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) manteve nesta quarta-feira (20) as taxas de juros do país no intervalo de 2,25% a 2,50%. Em comunicado, após a reunião de dois dias, a autoridade monetária também informou que não espera mais aumentar os juros neste ano. Agora, o Fed só planeja apenas um aumento até 2021. Até setembro do ano passado, os integrantes do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) projetavam aumentar os juros três vezes em 2019. A última vez em que as taxas subiram foi em dezembro - em 2018, foram quatro altas. Nesta quarta-feira, os integrantes do Fomc apontaram que as informações recebidas desde a reunião de janeiro indicam que o mercado de trabalho continua forte, mas que o desempenho da atividade econômica desacelerou em relação ao quatro trimestre. O Fed também disse que irá desacelerar a redução mensal de sua carteira de títulos de até US$ 30 bilhões atuais para até US$ 15 bilhões a partir de maio. Novas projeções O Fed divulgou novas projeções para o desempenho da atividade econômica dos EUA. O BC norte-americano espera agora expansão de 2,1% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. Em dezembro, a alta prevista era de 2,3%. Para 2020, a expectativa de crescimento recuou de 2% para 1,9%. Já a projeção para a inflação deste ano passou a 1,8%, ligeiramente abaixo da previsão anterior, que era de 1,9%. Efeitos no Brasil Quando os juros sobem nos Estados Unidos, a economia norte-americana se torna mais atraente para investimentos aplicados atualmente em outros mercados como o Brasil, motivando assim uma tendência de alta do dólar em relação ao real. Os títulos do Tesouro americano, atrelados à taxa de juros norte-americana, são considerados o investimento mais seguro do mundo. No cenário de aumento de juros, esse fluxo de capital pode levar a uma tendência de alta do dólar em relação a moedas emergentes como o real. A decisão de investimentos depende, entretanto, do apetite de risco dos investidores. Os mais conservadores tendem a procurar economias mais seguras para alocar seu capital, mesmo que paguem juros mais baixos. Em 2008, por exemplo, durante a crise do subprime nos Estados Unidos, a demanda por títulos do Tesouro americano cresceu.
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20/03 - Estudo de Campo: Samy Dana analisa números de Pelé e dos craques atuais
Máquina de gols: Samy Dana compara os números de Pelé, Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar. Veja no vídeo do Seleção SporTV Estudo de campo avalia números dos craques Reprodução/SporTV
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20/03 - Preços do petróleo atingem máximas de 4 meses com aperto da oferta global
Barril do tipo Brent subia mais de 1%, chegando a US$ 68 por volta das 12h45. Nos EUA, barril era negociado perto de US$ 60. Campo de petróleo em Vaudoy-en-Brie, na França Christian Hartmann/Reuters Os contratos futuros do petróleo subiam para uma máxima de quatro meses, após dados do governo norte-americano mostrarem aperto na oferta da commodity, mas os ganhos eram limitados pelas preocupações com o crescimento econômico global em meio à disputa comercial entre EUA e China. O petróleo Brent subia 0,68 dólar, ou 1,01%, a US$ 68,29 barril, por volta das 12h45. O petróleo dos Estados Unidos avançava 0,79 dólar, ou 1,34%, a US$ 59,82 por barril. Os preços passaram a subir depois que a Administração de Informações de Energia dos EUA (AIE) divulgou um grande e inesperada queda nos estoques de petróleo. Os estoques de óleo caíram 9,6 milhões de barris na última semana, em comparação com as expectativas dos analistas de um "Estamos começando a ver o impacto dos cortes de produção da Opep. Estamos vendo o impacto dos cortes venezuelanos", disse Phil Flynn, analista do Price Futures Group. Os preços do petróleo subiram quase um terço neste ano, impulsionados pelos cortes na oferta entre a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados, incluindo a Rússia, assim como as sanções dos EUA contra os exportadores de petróleo Irã e Venezuela. No entanto, a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, que já dura oito meses, tem agitado os mercados globais já preocupados com os sinais de desaceleração no crescimento econômico este ano.
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20/03 - Glifosato: decisão da justiça americana associa agrotóxico liberado no Brasil a câncer
O grupo alemão Bayer, que comprou a Monsanto, rejeitou fortemente as acusações de que o herbicida Roundup, à base de glifosato, seja cancerígeno. Herbicidas Roundup, da Monsanto Arquivo/Mike Blake/Reuters Um júri de San Francisco, nos Estados Unidos, decidiu na terça-feira (19) que o agrotóxico mais usado do Brasil e no mundo foi um "fator importante" no desenvolvimento do câncer de um homem. Ações da Bayer desabam após novo júri relacionar Roundup a câncer Trata-se do herbicida Roundup, à base de glifosato, principal ingrediente ativo de diversos pesticidas usados em plantações e jardins. No mês passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) propôs manter liberada a venda de glifosato no Brasil, já que não haveria evidências científicas de que a substância cause câncer, mutações ou má formação em fetos. O grupo alemão Bayer, que comprou a Monsanto, fabricante do produto, rejeitou fortemente as acusações de que a substância seja cancerígena. Mas o júri decidiu por unanimidade que o pesticida contribuiu para o linfoma não Hodgkin (LNH) de Edwin Hardeman, de 70 anos, que vive na Califórnia. A próxima etapa do julgamento vai considerar a responsabilidade e os danos causados pela Bayer. Durante a segunda fase, que começa nesta quarta-feira, espera-se que os advogados de Hardeman apresentem evidências mostrando os supostos esforços da Bayer para influenciar cientistas, agências reguladoras e a opinião pública sobre a segurança de seus produtos. O grupo alemão, que adquiriu o Roundup como parte da aquisição da concorrente americana Monsanto por US$ 66 bilhões, disse que ficou desapontada com a decisão inicial do júri. "Estamos confiantes de que as evidências na segunda fase vão mostrar que a conduta da Monsanto foi apropriada e que a empresa não deve ser responsabilizada pelo câncer de Hardeman", declarou a empresa. A Bayer continua "a acreditar firmemente que a ciência confirma que os herbicidas à base de glifosato não causam câncer". Este é o segundo processo de cerca de 11,2 mil ações judiciais contra o Roundup a ir a julgamento nos EUA. Em agosto do ano passado, a Monsanto foi condenada em primeira instância pela Justiça americana a pagar US$ 289 milhões (R$ 1,1 bilhão) a um homem com câncer - ele alegava que a doença foi causada por herbicidas da empresa, como o Roundup. As ações da Bayer despencaram na época. A indenização foi posteriormente reduzida para US$ 78 milhões e está em fase de recurso. Uso frequente A Bayer argumenta que décadas de estudos e avaliações regulatórias mostraram que o agrotóxico é seguro para uso humano. Hardeman usou o herbicida com regularidade de 1980 a 2012 em sua propriedade em Sonoma County, na Califórnia, e acabou sendo diagnosticado com linfoma não Hodgkin, que tem origem nas células do sistema linfático. Seus advogados, Aimee Wagstaff e Jennifer Moore, afirmaram em comunicado conjunto que seu cliente estava "satisfeito" com a decisão. "Agora podemos nos concentrar nas evidências de que a Monsanto não adotou uma abordagem objetiva e responsável para a segurança do Roundup", acrescentaram. "Em vez disso, fica claro pelas ações da Monsanto que a empresa não se importa particularmente se seu produto está, de fato, causando câncer às pessoas, e em contrapartida se concentra em manipular a opinião pública e enfraquecer quem levanta preocupações genuínas e legítimas sobre a questão." Outro julgamento envolvendo o Roundup está marcado para começar no dia 28 de março no tribunal estadual de Oakland, também na Califórnia - um casal com linfoma não Hodgkin afirma que a doença foi causada pelo pesticida. O que é glifosato? O glifosato foi introduzido pela Monsanto em 1974, mas sua patente expirou em 2000, e agora o produto químico é vendido por vários fabricantes. Nos EUA, mais de 750 produtos contêm a substância. Em 2015, a Agência Internacional para Pesquisa sobre o Câncer, da Organização Mundial de Saúde (OMS), concluiu que o glifosato era "provavelmente cancerígeno para humanos". No entanto, a Agência de Proteção Ambiental dos EUA insiste que é seguro quando usado com cuidado. A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA, na sigla em inglês) também afirma que é improvável que o glifosato cause câncer em humanos. Em novembro de 2017, os países da União Europeia votaram para a renovação da licença do glifosato, apesar das campanhas contra a substância.
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20/03 - Sem tratamento especial na OMC, Brasil perde 'poder de barganha', mas ganha status de país desenvolvido; ENTENDA
Para especialistas, ao abrir mão do tratamento diferenciado na OMC, país demonstrou que consegue negociar em condições iguais com nações ricas; veja as implicações. Brasil abre mão de tratamento especial na OMC para fazer parte da OCDE Reprodução/JN O Brasil aceitou abrir mão do tratamento especial que recebe na Organização Mundial do Comércio (OMC). Em troca, receberá o apoio dos Estados Unidos a sua entrada na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o "clube dos países ricos". Entenda o que está em jogo na relação entre o Brasil e a OCDE Encontro acende debate sobre tratamento especial na OMC Na prática, o Brasil deve deixar de se autodeclarar como uma economia emergente e aceita negociar com as nações ricas em condições de igualdade nas relações comerciais. O status diferenciado da OMC dá aos países mais pobres alguns benefícios, como o direito a prazos mais longos nas disputas e condições especiais para fechar acordos de livre-comércio. Cerca de 40 nações, dos 164 membros, possuem este status. Países como os EUA se opõem a esta tratamento. Menor poder de barganha Para o professor de relações internacionais e direito internacional do Ibmec, Vladimir Feijó, a principal mudança para o Brasil é a perda do poder de barganha nas disputas. “O Brasil tem passado a imagem de que está preparado para abrir mão do protecionismo. A indústria brasileira vê isso com bons olhos, mas a agricultura resiste”, explica. Ao perder este tratamento, o Brasil não poderá, por exemplo, recorrer à chamada “cláusula de habilitação”, usada por países em desenvolvimento para facilitar os acordos de comércio, explica a especialista em comércio internacional, sócia do escritório Barral M Jorge Consultores Associados, Renata Amaral. Essa cláusula permite que, em acordos de comércio, países desenvolvidos ofereçam tratamento diferenciado e mais vantajoso a países em desenvolvimento. “Parece algo que será implementado de forma gradual. A proposta dos EUA afeta o status do país nas negociações atuais e futuras, mas não o que já foi acordado anteriormente e está em vigor”, diz Renata. Brasil perde status diferenciado na OMC. Diana Yukari/G1 O Brasil nem sempre recorreu ao status especial em negociações recentes. No caso de subsídios brasileiros ao setor agrícola, o país não aplica o limite maior, de 10%, permitido aos países em desenvolvimento. As nações desenvolvidas tem um limite ao redor de 5%. Para Renata, da Barral M Jorge, o texto firmado entre os governos Bolsonaro e Trump poderia ter sido mais bem elaborado. “Foi um golaço para os EUA em termos de comércio, e poderia ter sido mais positivo para o país, por mais que seja algo vago e gradual. Não foi uma negociação equilibrada”, afirma Renata. Aumento de custos para o Brasil O fato de se considerar um país desenvolvido – e assim obter o apoio para ingressar na OCDE – pode gerar um custo adicional para o Brasil, considera o professor Feijó, do Ibmec. Isso porque os países mais ricos são mais cobrados a contribuir para as organizações internacionais. "O fato de aderir à OCDE vai gerar um gasto obrigatório para o governo custear a OCDE. O México paga em torno de US$ 5 milhões por ano", explica o professor. "Só o futuro dirá se isso vai trazer dinheiro para dentro a ponto de compensar pagar por isso". O Brasil já vinha sofrendo pressão dentro do Banco Mundial (Bird) para perder o status de país em desenvolvimento – o que dá a ele preferência na concessão de crédito, em detrimento de nações mais ricas. Na ONU (Organização das Nações Unidas), o país também já foi cobrado a aumentar sua contribuição, lembra Feijó. O Brasil é considerado pelo Bird uma “upper level economy” (do inglês, economia de nível mais elevado), por estar entre as 10 maiores do mundo. Passo ousado Para o economista chefe da Austin Rating, Alex Agostini, a autodeclaração do Brasil como um país desenvolvido na OMC foi um passo muito ousado. “Talvez o Brasil ainda não esteja preparado para ser tratado em condição de igual para igual", diz. Na visão de Agostini, o governo brasileiro quer demonstrar que está num ponto de maturidade econômica e precisa abrir seu mercado. ”Talvez se queira demonstrar que o país está no caminho para fazer os ajustes necessários”. O economista da Austin Rating vê alguns riscos da retirada do status. Por exemplo, ter que abrir mão de produção e abrir espaço para concorrentes em algumas áreas. “Isso vai afetar produtores em alguns setores – esses sobre os quais vira e mexe a gente vê briga na OMC. Aí você afeta preço e produtores podem perder mercado”, aponta. Por outro lado, ele acredita que o país pode atrair mais investimentos estrangeiros. “Para ser um país mais atrativo para investimentos, eu tenho que ter uma situação de governança que seja interessante, não é só diminuir o risco.”
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20/03 - Aneel quita empréstimo, e tarifa de energia ficará, em média, 3,7% mais barata
Empréstimo bancário socorreu distribuidoras durante crise hídrica de 2014 e estava parcelado até 2020. No ano que vem, contas ficarão 1,2% mais baratas. Diretor-geral da Aneel, André Pepitone, anuncia que conta de luz ficará, em média, 3,7% mais barata O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, anunciou nesta quarta-feira (20) que as contas de energia ficarão, em média, 3,7% mais baratas em 2019 e 1,2% em 2020. Isso será possível porque o governo e a agência fecharam acordo com bancos para antecipar a quitação de um empréstimo feito em 2014 para ajudar as distribuidoras de energia a pagar o custo extra gerado pelo uso mais intenso de termelétricas. Naquele ano, o país sofreu com a falta de chuvas, que reduziu drasticamente o nível dos reservatórios de hidrelétricas, e foi preciso acionar mais usinas térmicas. O problema é que a energia gerada por elas é mais cara, porque o processo é feito por meio da queima de combustíveis como óleo e gás natural. Em 2015, a Aneel informou que o empréstimo para socorrer as distribuidoras custaria R$ 34 bilhões aos consumidores. Desse total, R$ 12,8 bilhões se referiam a juros. Queda no armazenamento de água de hidrelétricas em 2014 levou a uso mais intenso de térmicas e à necessidade de empréstimo Divulgação Desde aquele ano, vem sendo cobrado um valor adicional nas contas de luz de todos os brasileiros para pagar as parcelas do empréstimo. A previsão inicial era de que ele fosse quitado em 2020. Em 2015, a agência estimava que essa cobrança provocaria um aumento de cinco a seis pontos percentuais nas contas de luz. Com a quitação antecipada do empréstimo, os consumidores deixarão de pagar R$ 6,4 bilhões nas contas de luz em 2019. É isso que fará com que as contas de luz fiquem, em média, 3,7% mais baratas. Para 2020, a previsão é que os consumidores deixem de pagar R$ 2 bilhões nas tarifas de energia, o que permitirá uma redução média de 1,2% nas tarifas. Socorro a distribuidoras Pela regra do setor elétrico, as distribuidoras deveriam pagar pelo custo extra com uso das termelétricas e, depois, serem ressarcidas nas revisões tarifárias, que ocorrem todos os anos. Ou seja, os consumidores pagariam essa conta de qualquer maneira. Na época, porém, as distribuidoras alegaram que a conta era muito alta e que não dispunham de recursos para fazer frente a ela. Por isso, o governo optou pelo empréstimo bancário. O quitação agora vai ser possível porque, além de recursos para quitar as parcelas do empréstimo, também foi cobrada dos consumidores uma espécie de seguro, que era depositado em uma conta reserva. Anualmente, esse empréstimo custa R$ 8,4 bilhões aos consumidores de todo o Brasil, com exceção dos de Roraima, que não pagam as parcelas porque o estado não está interligado ao Sistema Interligado Nacional (SIN). "Dos pagamentos mensais, parte é utilizado para amortizar o empréstimo e parte para criar uma conta de reserva conforme o acordo. Identificamos que em setembro de 2019 o fundo seria constituído por R$ 7,2 bilhões e que o saldo devedor seria de R$ 6,45 bilhões, de tal forma que teria recurso para quitar a operação de forma antecipada", afirmou o diretor-geral da Aneel, André Pepitone. Segundo ele, o saldo que restar em conta será devolvido aos consumidores. Negociação Atualmente, o empréstimo está ligado a oito bancos (Banco do Brasil, Caixa, BNDES, Banrisul, Itaú, Bradesco, Santander, Citibank). Esses bancos cobraram uma taxa de 2% do saldo restante para aceitarem o pagamento antecipado. Segundo o presidente da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Rui Altieri, isso significa um custo de R$ 140 milhões, valor inferior ao que seria pago de juros durante o período. O cálculo dos próximos reajustes tarifários já levará em consideração o efeito redutor de 3,7% da antecipação. Para as distribuidoras que já passaram pelo reajuste de 2019, caso da Light, no Rio de Janeiro, a Aneel fará uma revisão extraordinária para retirar esse custo da tarifa.
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20/03 - Disney conclui compra da 21st Century Fox por US$ 71 bilhões
Operação abre caminho para o surgimento da maior empresa de entretenimento do mundo, que terá sob seus cuidados conteúdos como Star Wars, Os Simpsons, além dos personagens da Marvel. Logotipos da Walt Disney Company e da 21st Century Fox Divulgação A Disney concluiu nesta quarta-feira (20) a compra da 21st Century Fox, a divisão de entretenimento da Fox, pelo valor de US$ 71,3 bilhões após ter recebido o sinal verde dos órgãos reguladores de vários países. A operação abre caminho para o surgimento da maior empresa de entretenimento do mundo, que terá sob seus cuidados conteúdos como Star Wars, Os Simpsons, Avatar, além dos personagens da Marvel. A Disney assume todo o departamento de filmes da 21st Century Fox, incluindo a 20th Century Fox, a Fox Searchlight Pictures, a Fox 2000 Pictures, a Fox Family e a Fox Animation; bem como suas unidades de produção para TV, com a Twentieth Century Fox Television, Fox21, FX Productions, National Geographic, Fox Networks Group International, além da Star India e dos ativos da Fox em Hulu, Tata Sky e Endemol Shine Group. A aquisição e os conteúdos abrem caminho para o lançamento previsto para este ano do serviço de 'streaming' da Disney, que se chamará Disney+, e terá a missão de concorrer com a Netflix, a plataforma líder do setor. "A combinação da riqueza de conteúdos criativos e talentos comprovados da Disney e da 21st Century Fox dará à companhia de entretenimento global uma ótima posição para liderar em uma era incrivelmente dinâmica e transformadora", disse em comunicado o executivo-chefe de Disney, Bob Iger. A companhia prometeu aos acionistas uma economia de US$ 2 bilhões até 2021, o que provocará uma demissão em massa que, segundo algumas estimativas, afetará 4 mil trabalhadores. Com a aquisição, a Disney absorve 15,4 mil funcionários da 21st Century Fox. Apesar da venda da divisão de entretenimento, o até agora proprietário do império Fox, o magnata Rupert Murdoch, manterá a propriedade da Fox News e do Fox Sports 1 (FS1), reunidos sob a Fox Corporation, com foco em notícias e esportes. No final de 2017, a Disney ofereceu US$ 52,4 bilhões pela operação fechada hoje, mas uma proposta da Comcast à Fox no valor de US$ 65 bilhões obrigou a companhia a elevar a oferta até US$ 71,3 bilhões, o que equivale a US$ 38 por ação. As condições da operação permitem aos acionistas da 21st Century Fox escolher entre receber US$ 51,57 em dinheiro por ação ou trocar cada título pelo equivalente a 0,45 ação do novo conglomerado Disney. Robert A. Iger, CEO da Disney (à esquerda), e Rupert Murdoch, dono do 21st Century Fox, Rupert Murdoch. Walt Disney Company Liderança no cinema fortalecida A Disney já era o grande dominador de Hollywood antes da compra, graças a marcas bem-sucedidas como Lucasfilm, Pixar e Marvel. Segundo os dados do portal especializado "Box Office Mojo", três dos cinco filmes de maior sucesso de bilheteira do ano passado no mundo todo pertencem ao grupo de Mickey Mouse. "Vingadores: Guerra Infinita" foi o número 1, com US$ 2,048 bilhões, "Pantera Negra" foi o número 2, com US$ 1,34 bilhão, enquanto "Os Incríveis 2" ficou em quarto lugar com US$ 1,24 bilhão. A Disney também começou 2019 com força, já que "Capitã Marvel", que está em cartaz há duas semanas nos cinemas, lidera a lista de filmes com maior sucesso de bilheteira no mundo todo com uma arrecadação de US$ 779 milhões. Somente neste ano de 2019, a Disney prevê lançar as novas versões de "Dumbo", "Aladdin" e "Rei Leão", o quarto longa-metragem da franquia "Toy Story" e dois filmes que prometem bater recordes de bilheteria: "Vingadores: Ultimato", da Marvel, e o Episódio IX de "Star Wars". A liderança da Disney no cinema possivelmente será fortalecida com a compra da parcela de cinema da Fox, que inclui os direitos sobre os personagens dos quadrinhos X-Men e Deadpool. A Fox também tem em seu poder "Avatar", o filme de maior sucesso de bilheteira de todos os tempos com US$ 2,78 bilhões e para o qual o diretor James Cameron prepara pelo menos quatro sequências. Quanto ao mercado televisivo, a Fox conta com uma das melhores e mais longevas séries dos Estados Unidos: "Os Simpsons". A parte da Fox dedicada à televisão, que além disso inclui os canais FX e National Geographic, também é a responsável por outras séries de sucesso como "Modern Family", "Uma Família da Pesada", "This is Us", "American Horror Story", "Arquivo X" e "The Americans". Todas essas produções para TV e cinema, além do já vasto catálogo da Disney, podem ser um trunfo para que o novo conglomerado consiga atrair ainda mais público em sua iminente batalha contra as plataformas de streaming como a Netflix. Material de divulgação para investidores mostra negócios da Disney e da Fox que estão sendo unidos na área de televisão, cinema e serviços de streaming Divulgação
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20/03 - ‘Ovo vegano’, café para comer e compras sem caixa são novidades em feira de supermercados no Rio
31ª Super Rio Expofood vai até quinta-feira (21) no Riocentro. Ovo vegano vem em embalagem lacrada dentro de caixa de papelão Reprodução/TV Globo Ir ao mercado e não precisar passar no caixa, levando um ‘ovo vegano’ e café mastigável pode parecer ficção científica – mas são atrações reais da Super Rio Expofood. A feira de novidades do setor de alimentos e de supermercados chega à 31ª edição e vai até esta quinta-feira (21) no Riocentro, na Zona Oeste. O setor supermercadista do RJ registrou faturamento anual em 2018 de R$ 39,3 bilhões, com crescimento nominal de 1% na comparação com 2017, de acordo com levantamento da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj) e Associação Brasileira de Supermercados (abras). O estado representa 11% do faturamento do país. Foram registrados 184.711 empregos diretos, ante 182.919 em 2017, criando 1.792 novas vagas. O levantamento destaca ainda que o setor encerrou o ano passado com 4.864 lojas e 20.648 checkouts. Novidades Entre as novidades deste ano, um ‘ovo vegano’. O N.Ovo vem numa embalagem típica, de papelão, mas, por dentro, descobre-se um saquinho lacrado com um pó à base de amido de ervilha. A mistura imita o ovo normal e serve até para receitas de bolo. Outro comestível lançado na feira é um tablete feito de café. Para as lojas, o destaque é um app que dispensa a ida ao caixa. Basta capturar o código de barras pelo celular e pagar pelo programa. Na sequência, o equipamento confere a compra ou o conteúdo adicionado ao carrinho, e todas as etapas são realizadas sem que seja necessário pegar filas. Serviço Super Rio ExpoFood Quando: de 19 a 21 de março de 2019 Das 14h às 22h Onde: Riocentro Ingressos no site do evento Café comestível Reprodução/TV Globo App faz as compras sem caixa ou fila Reprodução/TV Globo
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20/03 - Concursos públicos oferecem salários de até R$ 4,9 mil na região de Presidente Prudente
Conselho Regional Nutrição, prefeituras e Sabesp estão com inscrições abertas nesta semana para a disputa de vagas no Oeste Paulista. Nesta semana, diversos órgãos públicos estão com inscrições abertas para concursos com vagas na região de Presidente Prudente. Os salários podem chegar a R$ 4.918,47. Confira abaixo os links para os editais de cada processo seletivo: Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) Conselho Regional de Nutrição Prefeitura de Adamantina Prefeitura de Euclides da Cunha Paulista Prefeitura de Pracinha Prefeitura de Presidente Epitácio Prefeitura de Rinópolis
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20/03 - Cresce para 22,2% proporção de domicílios sem nenhuma renda de trabalho, aponta Ipea
Parcela de domicílios com renda muito baixa também aumentou, de 29,8% no 4º trimestre de 2017 para 30,1% no 4º trimestre de 2018. Em meio ao desemprego elevada e recuperação ainda lenta do mercado de trabalho, aumentou o percentual de domicílios no país sem nenhuma renda proveniente de trabalho ou com renda muito baixa, segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (20) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). De acordo com o estudo, a parcela de domicílios em que os entrevistados declaram não ter nenhum membro desempenhando uma atividade remunerada passou de 21,5% no quarto trimestre de 2017 para 22,2% no último trimestre de 2018. Antes da recessão, no final de 2013, era de 18,6%. Proporção de domicílios por faixa de renda proveniente do trabalho Já a proporção de domicílios com renda muito baixa aumentou de 29,8% para 30,1%, na mesma base de comparação. No 4º trimestre de 2013, era 27,5%. A pesquisa foi feita a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua) do IBGE. A pesquisa mostra também que vem crescendo a desigualdade salarial entre os os domicílios, como já evidenciado pelo desempenho do índice de Gini no ano passado. No quarto trimestre de 2014, a média da renda domiciliar do trabalho para a faixa de renda alta era 27,8 vezes maior que a média da renda da faixa de renda muito baixa. Já no último trimestre de 2018, a média da renda domiciliar da faixa mais alta era 30,3 vezes maior. "Para o restante do ano, a expectativa é de manutenção da recuperação gradual do emprego e da renda média. Apesar da expectativa de aceleração da atividade econômica para o segundo semestre, devido à esperada aprovação da reforma previdenciária, pouco alterada pelo Congresso, os efeitos sobre o mercado de trabalho só devem surgir com mais intensidade no fim de 2019 e ao longo de 2020", destaca o estudo. Em janeiro, a taxa de desemprego manteve-se em 12,3% pelo segundo trimestre consecutivo, indicando que ao longo dos dois últimos anos a retração do desemprego foi de apenas 0,8 ponto percentual. Desemprego sobe para 12% em janeiro e atinge 12,7 milhões, diz IBGE "O aumento da ocupação aconteceu, basicamente, nos setores informais da economia", resume o Ipea. Desemprego entre jovens O estudo destaca que a recuperação do mercado de trabalho segue fraca e que os jovens e menos escolarizados têm sido os mais afetados pelo desemprego. No caso dos dois segmentos mais jovens (18 a 24 anos e 25 a 39 anos), embora tenha sido registrada retração de 0,1 p.p. na taxa de desemprego no último trimestre de 2018, na comparação interanual, esse recuo não se deu pela expansão da ocupação, como é desejável, mas sim pela queda da força de trabalho. Segundo o Ipea, enquanto as populações ocupadas com idades entre 18 e 24 anos e 25 e 39 anos recuaram 1,3% e 0,1%, respectivamente, o percentual de ocupados destes segmentos caíram 1,4% e 0,2%, respectivamente. Embora, no quarto trimestre de 2018, a parcela de desocupados com idade entre 18 e 24 anos que conseguiram uma ocupação tenha se mantido estável, essa parcela da população ainda é, segundo o Ipea, "a que possui a menor probabilidade de ser contratada, além de ter a maior chance de ser demitida".
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20/03 - Marinha abre concurso para 40 músicos
Processo seletivo para sargento músico terá inscrições abertas entre 1º e 29 de abril. Há oportunidades para especialistas em instrumentos musicais diversos. Marinha abre concurso para preencher 40 vagas de sargentos músicos Marcos Dantas/G1 AM Foi publicado na edição desta quarta-feira (20) do Diário Oficial da União edital de novo concurso da Marinha. São oferecidas 40 vagas para admissão ao curso de formação de sargentos músicos do Corpo de Fuzileiros Navais. As inscrições vão de 1º a 29 de abril e a remuneração não foi informada. Outros dois concursos da Marinha seguem com inscrições abertas. Um deles oferece 54 vagas para engenheiros, com inscrições até 1º de abril, enquanto o outro contempla 960 vagas de soldado fuzileiro naval, com prazo para inscrição até 28 de março. Para participar da seleção de músicos, os candidatos devem ter 18 anos completos e menos de 25 anos de idade no primeiro dia do mês de janeiro de 2020, altura mínima de 1,54m e máxima de 2,00m (ambos os sexos), e ter concluído o ensino médio ou curso equivalente. As 40 vagas estão divididas de acordo com o instrumento no qual o candidato é habilitado Clarinete Baixo Bb - Clarone (1); Clarinete em Bb (7); Contra Baixo Acústico (1); Fagote (1); Flauta Transversal (1); Oboé (1); Saxofone Alto (3); Saxofone Tenor (2); Trompete em Bb (5); Trompa (2); Trombone Tenor (4); Eufônio Bb (2); Tuba em Bb (4); Violoncelo (1); Percussão - bateria completa (5). Os candidatos deverão se submeter a Exame de Escolaridade (Provas Específica de Música e de Expressão Escrita); Prova Prática de Música; Verificação de Dados Biográficos; Inspeção de Saúde; Teste de Suficiência Física; Avaliação Psicológica; e Verificação de Documentos. As inscrições serão abertas dia 1º de abril e vão até o dia 29 de abril e devem ser feitas exclusivamente por meio do site www.marinha.mil.br. A taxa de inscrição é no valor de R$ 74 Marinha 40 vagas Inscrições: de 01/04 a 29/04 Taxa: R$ 74
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20/03 - Boeing nomeia executivos para liderar nova empresa que será criada após acordo com Embraer
John Slattery, que hoje chefia a divisão de aviação comercial da Embraer, será CEO da empresa resultante. Combinação de fotos com as marcas da Boeing e da Embraer. As marcas anunciaram nesta quinta (5/7) a criação de uma associação avaliada em US$ 4,75 bilhões Denis Balibouse/Reuters; Roosevelt Cassio/Reuters A Boeing nomeou nesta quarta-feira (20) dois executivos para liderar a nova companhia que será criada após a conclusão do acordo de US$ 4,2 bilhões por uma participação de 80% no negócio de aviação comercial da Embraer . Marc Allen, que hoje comanda a Boeing International, será presidente da parceria com a Embraer e das Operações do Grupo, enquanto John Slattery, que atualmente chefia a divisão de aviação comercial da fabricante brasileira, será CEO da empresa resultante do acordo, disse o grupo norte-americano em comunicado. A Boeing anunciou também Michael Arthur, que hoje cuida da Boeing Europa, como novo presidente da Boeing Internacional. Marc Allen, executivo da Boeing, será presidente da joint venture com Embraer Divulgação Allen assumirá o novo cargo a partir do dia 22 de abril. Na mesma data, Paulo Cesar de Souza e Silva deixará o comando da Embraer, conforme já anunciado. O novo presidente da Embraer será ratificado em assembleia geral ordinária convocada também para 22 de abril, destaca a o Valor Online. Presidente da Embraer deixa o cargo em abril Separadamente, a Embraer informou em comunicado que divulgará internamente nesta quarta-feira qual será sua estrutura organizacional após o fechamento da parceria estratégica com a Boeing, que deve ser concluída até o fim do ano. John Slattery, que atualmente chefia a divisão de aviação comercial da Embraer, será CEO da empresa resultante do acordo com a Boeing Divulgação O controle da unidade de aviação comercial da Embraer será transferido para Boeing como parte da transação proposta, que ainda precisa ser aprovada por autoridades concorrenciais ao redor do mundo. Em dezembro, as duas companhias acertaram os termos da venda do controle dos negócios de aviação comercial da Embraer para a Boeing, após terem assinado memorando de entendimento em julho. O acordo, que avalia a divisão em cerca de US$ 5,3 bilhões de dólares, prevê que a fabricante brasileira deverá transferir 80% da unidade para Boeing e manterá participação de 20%, tendo poder de decisão sobre alguns temas estratégicos. Em 2019, a ação da Embraer acumula queda de pouco mais de 10%, após ter se valorizado aproximadamente 9% no ano passado. Parceria entre Boeing e Embraer prevê a criação de joint ventures de aviação comercial e defesa. Claudia Ferreira / G1
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20/03 - Gestora do Capital Group amplia fatia na Vale e passa a ter 5% das ações ordinárias
Segundo a mineradora, operação não altera a composição de controle ou estrutura administrativa da companhia. A mineradora Vale informou que uma divisão da Capital Research and Management Company, da empresa de investimentos norte-americana Capital Group, aumentou a participação acionária na companhia, passando a administrar 5,03% dos papéis ordinários (ON). Em comunicado nesta quarta-feira, a Vale disse que a Capital Research Global Investors (CRGI) declarou que não visa uma determinada quantidade de ações da empresa e que a operação trata-se de investimento minoritário, que não altera a composição de controle ou estrutura administrativa da mineradora. Composição acionária da Vale, segundo posição em 28 de fevereiro de 2019 Reprodução
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20/03 - Bolsonaro recebe Mourão, ministros e comandantes das Forças Armadas para tratar de previdência dos militares
Reunião ocorre no Palácio da Alvorada, após retorno de Bolsonaro dos EUA. Governo tenta fechar nesta quarta projeto com mudanças nas regras de aposentadoria e pensões dos militares. Bolsonaro recebeu ministros e comandantes das Forças Armadas para tratar de aposentadoria de militares Marcos Corrêa/PR O presidente Jair Bolsonaro recebeu na manhã desta quarta-feira (20) no Palácio da Alvorada o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e os comandantes das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica). No encontro, Bolsonaro será apresentado ao texto do projeto com mudanças na previdência de militares. O vice-presidente Hamilton Mourão, os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), e o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, também participaram da reunião. Este é o primeiro compromisso do presidente após o retorno da viagem aos Estados Unidos, nesta quarta. Bolsonaro ficou três dias em Washington, onde foi recebido pelo presidente norte-americano Donald Trump. Bolsonaro tenta fechar nesta quarta o projeto de lei com mudanças na previdência dos militares. A intenção do governo é enviar o texto à tarde ao Congresso Nacional. Entre as mudanças que o governo avalia para a aposentadoria de militares deverão estar: Pagamento de alíquota de 10,5% para o fundo de pensão (o valor atual é de 7,5%); aumento de 30 para 35 anos no tempo para passar para a reserva. Em troca, os militares pedem compensações, como a reestruturação da carreira, com a criação de novas patentes, por exemplo. Bolsonaro recebe militares nesta quarta (20) para fechar proposta de reforma Tramitação da reforma As mudanças nas regras de aposentadoria e pensões dos militares integram o pacote do governo da reforma da Previdência. A primeira parte foi enviada ao Congresso em fevereiro. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aguarda o envio do projeto sobre os militares para iniciar a análise da proposta de emenda à Constituição (PEC) que muda o regime geral da Previdência. Na comissão, os deputados definem se a emenda fere ou não a Constituição. Depois de ser votada na CCJ, a reforma será encaminhada a uma comissão especial, que debaterá o conteúdo do projeto. Veja como será a tramitação. A apresentação do projeto sobre os militares é uma exigência de aliados de Bolsonaro para começarem a analisar PEC que altera as regras previdenciárias de trabalhadores civis. Initial plugin text
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20/03 - Bovespa fecha em queda nesta quarta com Previdência dos militares no radar
Principal indicador da bolsa paulista recuou 1,55%, aos 98.041 pontos. Bovespa Nelson Almeira/AFP O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, a B3, recuou nesta quarta-feira (20), em dia marcado pelo envio da proposta de Previdência dos militares ao Congresso. O Ibovespa caiu 1,55%, aos 98.041 pontos. Na mínima da sessão, o índice marcou 97.980 pontos. Na máxima, chegou a 99.707 pontos. Veja mais cotações. Investidores aguardaram a entrega do projeto que reformula a aposentadoria dos militares ao Congresso Nacional nesta quarta-feira. A proposta de aposentadoria prevê aumento de alíquota e tempo maior na ativa. O governo espera uma economia de R$ 10,45 bilhões. No cenário externo, os investidores repercutiram a decisão do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) de manter as taxas de juros e descartar aumentos para este ano. Com relação ao Copom, já está largamente consolidada a expectativa de manutenção da Selic em 6,5% ao ano, com investidores buscando na decisão, a primeira sob o comando de Roberto Campos Neto, indícios sobre a futura atuação do BC brasileiro. 100 mil pontos Na véspera, a bolsa voltou a bater os 100 mil pontos, mas fechou em queda de 0,41%, aos 99.588 pontos. No acumulado no mês, a bolsa tem valorização de 4,19%. No ano, a alta é de 13,31% O Ibovespa alcançou a marca de 100.000 pontos pela primeira vez na segunda-feira (18), favorecido por expectativas positivas sobre o andamento da reforma da Previdência, além do viés de alta nos ativos de risco no exterior. Mesmo após bater a marca dos 100 mil pontos pela primeira vez, o índice que reúne as principais ações da bolsa brasileira está mais de 30 mil pontos abaixo de seu recorde real – quando se corrige seu desempenho pela inflação. Ao levar em conta o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), o Ibovespa ainda está longe de superar o pico batido no dia 20 de maio de 2008, quando chegou aos 134.917 pontos corrigidos (ou 73.516 pontos em valores nominais), mostram dados da Economatica. As razões por que a bolsa bate recorde enquanto a economia patina Ibovespa bate os 100 mil pontos nesta segunda-feira (18). Arte/G1
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20/03 - Ações da Bayer desabam após novo júri relacionar Roundup a câncer
Ações da empresa caíram mais de 12% nesta quarta (20). Herbicida à base de glifosato é o herbicida mais usado no mundo. Herbicidas Roundup, da Monsanto Mike Blake/Reuters As ações da Bayer caíam mais de 12% nesta quarta-feira (20), depois que um segundo júri nos Estados Unidos decidiu que seu herbicida Roundup causa câncer. A decisão unânime do júri na terça-feira no tribunal federal de São Francisco não responsabilizou a Bayer pelo câncer do autor da ação Edwin Hardeman. Responsabilidade e danos serão decididos pelo mesmo júri em uma segunda fase de julgamento a partir de quarta-feira. A Bayer, que nega as alegações de que o glifosato ou o Roundup causam câncer, disse que ficou desapontada com a decisão inicial do júri. A Bayer adquiriu a Monsanto, a fabricante de longa data do Roundup, por US$ 63 bilhões no ano passado. As ações da Bayer caíam quase 12,5% às 9h30, na maior perda intradiária em 16 anos, eliminando cerca de 8 bilhões de euros (US$ 9,1 bilhões) em valor de mercado da companhia. Glifosato: mitos e verdades sobre um dos agrotóxicos mais usados do mundo O glifosato é o herbicida mais usado no mundo. O Roundup da Monsanto foi o primeiro herbicida à base de glifosato, mas não é mais protegido por patente e muitas outras versões já estão disponíveis. A Bayer não fornece números de vendas para o produto. "Estamos confiantes de que a evidência na segunda fase mostrará que a conduta da Monsanto foi apropriada e que a empresa não deve ser responsabilizada pelo câncer de Hardeman", disse a empresa. O caso foi apenas o segundo dos cerca de 11.200 processos envolvendo o Roundup a ir a julgamento nos Estados Unidos. Outro homem da Califórnia recebeu US$ 289 milhões em agosto, depois que um tribunal estadual decidiu que o Roundup causou seu câncer. Esse valor foi posteriormente reduzido para US$ 78 milhões e está em fase de recurso.
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20/03 - União Europeia multa Google em 1,49 bilhão de euros por impedir anúncios de concorrentes
Prática é classificada como abuso do domínio de mercado e viola as leis antitruste europeias. Margrethe Vestager, da Comissão Europeia de Concorrência Yves Herman/Reuters A União Europeia anunciou nesta quarta-feira (20) uma multa ao Google de 1,49 bilhão de euros (R$ 6,41 bilhões) por concorrência desleal em publicidades e violação das leis antitruste. As diversas empresas do grupo (incluindo o próprio Google) pertencentes à holding Alphabet, teriam vantagens no serviço de publicidade AdSense, que também pertence à empresa. De acordo com comunicado oficial, "o Google abusou de seu domínio de mercado ao impor uma série de cláusulas restritivas em contratos com sites de terceiros que impediam que os rivais do Google colocassem seus anúncios de busca nesses sites." O Google afirma que está trabalhando para atender às demandas europeias e para dar mais mais espaço a concorrentes. “Sempre concordamos que mercados saudáveis e prósperos são do interesse de todos. Já realizamos diversas mudanças em nossos produtos para atender às preocupações da Comissão. Nos próximos meses, faremos outras atualizações para dar mais visibilidade a concorrentes na Europa.” Kent Walker, vice-presidente sênior de Assuntos Globais A prática, classificada como "abuso de posição dominante", viola as leis antitruste da União Europeia. É possível que uma empresa tenha o domínio do mercado, desde que não abuse de sua posição para restringir a concorrência. "Não é possível para os concorrentes em anúncios de busca on-line, como Microsoft e Yahoo, venderem espaço publicitário nas próprias páginas de resultados de mecanismos de busca do Google", completou o comunicado. Para Margrethe Vestager, comissária de concorrência, "o Google cimentou seu domínio em anúncios de busca on-line e protegeu-se da pressão competitiva ao impor restrições contratuais anticompetitivas." Outras multas Em 2012, o Google foi multado nos EUA em US$ 22,5 milhões, também por invasão de privacidade. Em 2017, 2,4 bilhões de euros foram impostos ao Google por favorecer seu comparador de preços, o Google Shopping, em detrimento da concorrência Em outubro passado, pelo mesmo motivo, o Facebook recebeu uma multa simbólica de 500 mil libras (US$ 644 mil) no Reino Unido, pelo caso da Cambridge Analytica. Dois meses depois, a rede social também foi multada na Itália, em 10 milhões de euros, por venda de dados de usuários. Em janeiro de 2019, a França impôs uma multa ao Google de 50 milhões de euros por violação das leis de privacidade na União Europeia. Em 2018, a empresa foi notificada a pagar cerca de R$ 20 bilhões por violação das regras da livre concorrência, acusada de abusar da posição de liderança do seu sistema operacional para smartphones e tablets, o Android, com o objetivo de garantir a hegemonia de seu serviço de busca on-line.
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20/03 - Minério de ferro desaba na China após Justiça autorizar Vale a retomar atividades da maior mina de MG
Mina de Brucutu tem uma capacidade instalada de 30 milhões de toneladas de minério de ferro, ou cerca de 8% da produção anual planejada da mineradora no Brasil. Mina Brucutu, em Minas Gerais Darlan Alvarenga/G1 Os contratos futuros do minério de ferro na China caíram quase 6% nesta quarta-feira (20), na maior queda em três meses, diante de expectativas de maior oferta já que a Vale deve retomar as atividades em sua maior mina de minério de ferro no Estado de Minas Gerais. A mineradora brasileira disse na terça-feira que a Justiça abriu caminho para que a companhia retome as operações na mina de Brucutu, que foram suspensas desde o início de fevereiro, após o colapso de uma represa em Brumadinho (MG) ter matado centenas de pessoas. A mina tem uma capacidade instalada de 30 milhões de toneladas de minério de ferro, ou cerca de 8% da produção anual planejada da Vale no Brasil. A empresa precisa agora da aprovação de autoridades locais para retomar o trabalho. "Não está claro para nós se o reinício é iminente... Se essa mina voltar a ficar ativa, isso aliviará parte do aperto esperado no mercado de minério de ferro", disseram analistas da Jefferies em nota. O mercado estava esperando pelo menos 64 milhões de toneladas de redução na produção, depois que a Vale anunciou na semana passada que iria reduzir ainda mais os trabalhos. O contrato de minério de ferro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian chegou a cair 5,7% quando o mercado abriu, fechando o dia em queda de 3,8%, a 613,5 iuanes (US$ 91,40) por tonelada. Em paralelo, os futuros do vergalhão de aço na Bolsa de Xangai caíram 0,5%, para 3.777 iuanes por tonelada
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