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16/09 - Petrobras chega a subir 5%, mas Bovespa cai com mau humor externo
Na sexta-feira, o Ibovespa encerrou o pregão em queda de 0,83%, a 103.501 pontos. Ataques na Arábia Saudita fazem preço de petróleo disparar As ações da Petrobras sobem ao redor de 5% nesta segunda-feira (16), mas o principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, cai nesta segunda-feira (16), em meio ao mau humor externo após os ataques de sábado (14) a instalações da petroleira Aramco na Arábia Saudita, que fazem disparar os preços internacionais do petróleo. Às 10h28, o Ibovespa caía 0,6%, a 102.880 pontos. Veja mais cotações. Por volta do mesmo horário, as ações da Petrobras subiam mais de 4% tanto nas ordinárias quanto nas preferenciais. A alta das ações da estatal vem após o preço do petróleo disparar nesta segunda em Londres devido aos ataques do fim semana contra as instalações da petroleira Aramco, na Arábia Saudita, que cortaram pela metade a produção do maior exportador mundial. Na sexta-feira, o Ibovespa encerrou o pregão em queda de 0,83%, a 103.501 pontos. No sábado, ataques provocaram incêndios na unidade saudita da Aramco em Abqaiq, a maior do mundo dedicada ao processamento de petróleo, e na instalação de Khurais, provocando a redução da produção da petroleira em cerca de 5,7 milhões de barris por dia, o que representa mais de 5% do suprimento global de petróleo. Conheça história a gigante petroleira estatal Aramco As autoridades sauditas anunciaram que os ataques não provocaram vítimas, mas ainda não informaram quanto tempo será necessário para restabelecer plenamente a produção nas instalações. Analistas acreditam que seriam necessárias várias semanas ou meses para o país voltar à normalidade. Investidores estão ainda cautelosos antes de reuniões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos nesta semana e atentos aos desdobramentos da guerra comercial. Os operadores do mercado aguardam a decisão do Banco Central dos Estados Unidos sobre a taxa de juros do país. Analistas do mercado avaliam que a alta do petróleo pode favorecer uma alta da inflação e impedir uma nova queda dessa taxa de juros. A reunião de política monetária do Federal Reserve será nesta terça e quarta. O Comitê de Política Monetária (Copom) divulga sua decisão no mesmo dia do Fed. Pesquisa da Reuters mostra que o Copom deve cortar a taxa básica de juros para 5,5%.
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16/09 - Ataques na Arábia Saudita podem atrair mais investimentos em petróleo para o Brasil, diz presidente da ANP
Os ataques às instalações de petróleo na Arábia Saudita terão efeitos prolongados sobre a geopolítica do produto. A escalada de preços pode ser revertida com a volta à normalidade dos níveis de produção em algumas semanas. Mas a eficácia e o poder destruidor dos ataques com drones liga o alerta sobre a vulnerabilidade das instalações de petróleo em toda a região. Em tese, outros ataques poderão ocorrer, e não apenas na Arábia Saudita. A região concentra a maioria dos grandes produtores e exportadores de petróleo do mundo. Tensões políticas são uma constante. Guerras de curta e longa duração também. A alta dos preços, caso não seja de todo revertida, é mais um complicador para a economia mundial, já temendo recessão na Europa e nos Estados Unidos. E o Brasil, como ficaria? Já estamos sendo afetados pelo baixo crescimento mundial. A queda das nossas exportações este ano já refletem o ambiente negativo do comércio mundial. Mas, do ponto de vista da indústria do petróleo, o Brasil pode ser o grande beneficiado por mais essa confusão no Oriente Médio. O presidente da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Décio Odone, afirmou que o ataque às instalações de petróleo na Arábia Saudita aumentou, e muito, a percepção de risco na região. Significa maior empenho das grandes companhias de petróleo e dos países fortemente dependentes do suprimento externo em direcionar investimentos para áreas estáveis politicamente e com ambiente regulatório favorável. Na América Latina, a Venezuela, que detém a maior reserva de petróleo do planeta, enfrenta uma crise política, econômica e social profunda. A produção de petróleo já caiu à metade do que era e a estatal de petróleo, a PDVSA, foi arruinada pelo chavismo. No México, o governo de Lopez Obrador optou por reforçar o modelo estatizante e a Pemex depende de uma bilionária capitalização para tocar seus negócios. A Argentina, que revela grande potencial de produção na região de Vaca Muerta, pode não ser tão atraente com a provável volta do peronismo ao poder. De acordo com o presidente da ANP, o interesse pelo pré-sal brasileiro deve aumentar muito. O primeiro teste será no dia 10 de outubro, quando ocorrerá o leilão da 16ª rodada, pelo regime de concessão. O Brasil é a potência emergente em petróleo e gás. Com os investimentos já programados, a produção deve chegar a 7,5 milhões de barris em 2030. O Brasil pode chegar à posição de quarto maior produtor de petróleo do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, Rússia e Arábia Saudita.
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16/09 - MPF abre inscrições para estágio com bolsa de R$ 850, em Rondônia
Inscrição são feitas em etapas online e presencial. Há vagas para estudantes de Administração, Direito, Engenharia Civil, Jornalismo e Informática. Ação foi ajuizada pelo MPF de Rondônia Diêgo Holanda/G1 Estão abertas, até 9 de outubro, as inscrições online para o concurso de estágio do Ministério Público Federal em Rondônia (MPF). São ofertadas vagas para as cidades de Porto Velho, Ji-Paraná (RO) e Vilhena (RO) com bolsa de R$ 850, mais vale-transporte. Podem se inscrever para atuar em Porto Velho estudantes de Administração, Direito, Engenharia Civil, Jornalismo e Informática. Nas procuradorias do interior só há vagas para acadêmicos de Direito. Um dos requisitos para participar da seleção é já ter cursado um número mínimo de semestres previsto em edital, a depender da duração de cada curso. As inscrições são feitas em duas etapas. A primeira é online. Na segunda, presencial, acontece a entrega dos documentos que comprovam as informações do candidato. A seleção acontecerá por prova objetiva para acadêmicos de Engenharia Civil e Informática e discursiva para os acadêmicos dos demais cursos. As provas estão marcadas para 3 de novembro. A carga horária a ser cumprida pelos aprovados é de quatro horas diárias, de segunda a sexta-feira, com bolsa de R$ 850, e vale-transporte de R$ 7 por cada dia de estágio.
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16/09 - Egito reabre mercado para a importação de leite em pó e queijos do Brasil
Exportações estavam suspensas desde 2015. Ministério da Agricultura estima que vendas podem movimentar US$ 8 bilhões em 10 anos. Egito reabre mercado para produtos lácteos do Brasil O Egito autorizou a importação de produtos lácteos brasileiros, como leite em pó e queijos, a partir de outubro. Segundo o Ministério da Agricultura, o potencial de negócios com a abertura é de cerca de US$ 8 bilhões em uma década. As exportações de produtos lácteos para o Egito estavam suspensas desde 2015 e, desde 2016 havia um pedido para que egípcios aprovassem o Certificado Sanitário Internacional, que é o primeiro pré-requisito para esse tipo de venda. Egito abre mercado para produtos lácteos brasileiros As negociações foram finalizadas com a presença da ministra Tereza Cristina, que está em viagem pelos países árabes. O governo brasileiro estima que o mercado do Egito tenha 100 milhões de consumidores. Brasil autoriza importação de uva e alho do Egito Como contrapartida para a abertura de mercado para produtos lácteos, o Brasil irá iniciar o processo de importação de uva e alho egípcios. Segundo o ministro da Agricultura egípcio, Ezz el-Din Abu Steit, o Egito tem a intenção de aumentar as importações de produtos agropecuários brasileiros, bem como incrementar a parceria na área de pesquisa. Outros temas do encontro entre Tereza Cristina e Steit foram a importação de laranjas pelo Brasil e o envio de caprinos e ovinos para o Egito, medida que pode beneficiar produtores do Nordeste brasileiro.
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16/09 - Risco de 'apagão' do governo provoca debate: teto de gastos deve ser revisto?
Sem poder controlar despesas obrigatórias como Previdência, Planalto pode ter que paralisar serviços públicos para não descumprir limite de gastos. Prédios do Congresso Nacional sob nuvens pesadas em Brasília; representantes do Executivo e da Câmara dizem que revisar teto pode agravar a crise Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Menos de três anos após a criação de um teto para limitar o aumento dos gastos no Brasil, o mecanismo virou alvo de disputa dentro do governo de Jair Bolsonaro e de um intenso debate entre economistas. Os defensores da revisão do teto — previsto para durar 20 anos — temem que em breve ele possa provocar um apagão de serviços públicos no Brasil. Além disso, sustentam que é preciso abrir espaço para aumento de investimentos com objetivo de estimular a recuperação da economia. Já os opositores da ideia, entre eles o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, dizem que flexibilizar o teto levará ao descontrole da dívida pública e ao aumento dos juros no país, provocando, na verdade, o efeito contrário e agravando a crise. Para alguns parlamentares e economistas, a solução para não furar o teto é adotar medidas radicais para reduzir os gastos obrigatórios como o congelamento do salário de servidores ou mesmo redução de jornada de trabalho com desconto na remuneração. O corte de despesas neste ano — ainda não provocado pelos efeitos do teto, mas pela arrecadação fraca — já vem produzindo desgaste para o governo, por exemplo na suspensão de 8.629 bolsas de pesquisa para mestrado e doutorado, o que representa 9% do total oferecido pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Já o Exército cancelou o expediente nas segundas-feiras de setembro para economizar gastos administrativos, enquanto o Ministério da Economia cortou pela metade estágios remunerados e suspendeu novas contratações de funcionários terceirizados, serviços de consultoria, diárias para viagens internacionais e até a compra de café. "Os ministros estão apavorados, estamos aqui tentando sobreviver no corrente ano, não tem dinheiro", chegou a dizer Bolsonaro, em agosto. Entenda a seguir porque o teto pode levar a um apagão administrativo e as alternativas na mesa para evitar isso. O que pode levar ao apagão? A regra do teto foi inserida na Constituição em dezembro de 2016 com objetivo de equilibrar as contas públicas do governo federal, que estão no vermelho desde 2014. Essa regra estabelece que a cada ano o limite de gastos para o seguinte é reajustado apenas pela inflação, o que impede uma expansão real das despesas. Vale ressaltar que o mecanismo incide sobre a maior parte das despesas primárias e exclui as de caráter financeiro, como pagamento de juros da dívida. Regra do teto de gastos foi inserida na Constituição em 2016 Getty Images Enquanto os críticos da medida diziam que o teto reduziria os recursos para áreas essenciais, como saúde e educação, os defensores afirmavam que a medida obrigaria o governo a priorizar gastos, cortando de alguns setores em benefício de outros. Acontece que uma fatia enorme do orçamento federal hoje é composta por despesas obrigatórias que o governo não tem liberdade de controlar facilmente. É o caso das aposentadorias, que crescem acima da inflação, acompanhando o envelhecimento da população; da remuneração de servidores, que têm estabilidade; ou do seguro-desemprego, que reflete a fraqueza do mercado de trabalho. Por causa da rigidez desses gastos, os cortes se concentram nas chamadas despesas discricionárias, que englobam investimentos e custeio da máquina pública. De janeiro a julho desse ano, as despesas obrigatórias, que representam hoje 93% do orçamento federal, cresceram acima da inflação, somando R$ 719,5 bilhões. Já as discricionárias sofreram corte de 18% na comparação com os primeiros sete meses de 2018, ficando em R$ 54,5 bilhões. Segundo a Instituição Fiscal Independente, órgão do Senado Federal, essa tesourada vem ocorrendo principalmente em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e em saúde e educação. Ao contrário do que muitos podem estar pensando, esse quadro ainda não é reflexo do teto. Como explica Bráulio Borges, economista da Fundação Getúlio Vargas e da consultoria LCA, o limite estabelecido para 2017, primeiro ano da norma, foi inflado com uma expansão forte de gastos em 2016 e com aplicação de um índice projetado de inflação (7,2%) que ficou acima do aumento de preços de fato registrado naquele ano (o IPCA fechou em 6,29%). "Isso tornou fácil cumprir o teto nos primeiros anos. Neste ano, o que está provocando os cortes é a frustração na arrecadação com impostos, por causa da economia fraca", ressalta. Rombo de R$ 139 bilhões Para não contingenciar o orçamento, o governo teria que contrair mais dívida. No entanto, essa alternativa é limitada pela meta de resultado primário, que já prevê um rombo de até R$ 139 bilhões neste ano. Segundo Borges, o quadro muda de figura no ano que vem, quando o teto de fato passará a ser um forte limitador da expansão de despesas. "Em 2020, mesmo que a receita surpreenda, não afeta em nada a questão do shutdown (apagão)", afirma. A previsão é que os gastos em 2019 fiquem um pouco abaixo do teto de R$ 1,407 trilhão. Com a correção da inflação, esse limite subirá R$ 47,4 bilhões em 2020 para R$ 1,454 trilhão, informa o relatório mais recente da IFI. No entanto, só o aumento dos gastos com as aposentadorias do INSS já consome todo esse incremento permitido no orçamento, ressalta o documento. Por causa disso, o governo enviou ao Congresso no fim de agosto um orçamento para 2020 prevendo apenas R$ 89,1 bilhões para despesas com investimento e custeio da máquina pública, o que representa menos da metade do valor de 2014 (R$ 186,6 bihões). Se nada for feito, seja para conter as despesas obrigatórias, seja para flexibilizar o teto, haverá um apagão no governo. Para alguns economistas, como Borges, esse risco já existe para 2020. Outros, como a equipe da IFI, projetam que a paralisia da máquina pública só ocorrerá quando as despesas discricionárias ficarem abaixo de R$ 80 bilhões, mais provavelmente a partir de 2022. "Em 2020 e 2021, vamos conseguir cumprir o teto, mas não sem algum problema para prestar todos os serviços (públicos). A partir de 2022, já fica insustentável", avalia o economista Daniel Couri, um dos diretores da IFI. 'Os ministros estão apavorados, estamos aqui tentando sobreviver no corrente ano, não tem dinheiro', chegou a dizer Bolsonaro, em agosto Adriano Machado/Reuters Mudar teto ou cortar despesas obrigatórias? A adoção de qualquer das soluções em debate — restringir despesas obrigatórias ou mudar as regras do teto — não é simples, porque ambas exigem que o Congresso altere a Constituição Federal. E hoje não há consenso sobre que caminho seguir. A expectativa é que a reforma da Previdência, em discussão desde 2016, seja aprovada até outubro. No médio prazo, porém, as despesas com aposentadoria continuarão crescendo, já que as regras de transição suavizam o impacto da reforma nos primeiros anos. Diante disso, um grupo de parlamentares que defende a manutenção do teto quer aprovar outras mudanças constitucionais para permitam cortes instantâneos nas despesas obrigatórias. A PEC (proposta de emenda constitucional) 438, em análise inicial na Câmara dos Deputados, visa a permitir cortes automáticos quando o governo estiver perto de descumprir a regra de ouro (proibição de contrair dívida para gastos que não sejam investimento). Entre as medidas previstas está a redução temporária de jornada e salário de servidores, a exoneração dos servidores sem estabilidade, e a suspensão do pagamento do abono salarial (benefício pago a trabalhadores que recebem até dois salários mínimos). As próprias regras do teto já preveem gatilhos para conter as despesas obrigatórias quando o limite é descumprido, como congelamento de salários de servidores e proibição de novos concursos e benefícios fiscais. O objetivo da nova PEC é criar mecanismos ainda mais severos de contenção dessas despesas que possam ser aplicados mais rapidamente, antes do descumprimento do teto. O deputado Felipe Rigoni (PSB-ES) disse à BBC News Brasil que a aprovação da proposta liberaria R$ 80 bilhões do orçamento. "Seriam dois ou três anos duros, fazendo isso, para ter algum espaço para investimento e políticas sociais", defende. Rigoni será o relator da PEC em uma comissão especial, caso ela seja aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, onde está em análise no momento. "Sem o teto, as opções são aumentar a dívida ou a carga tributária, o que ninguém aguenta mais", reforça. Rigoni lembra que o endividamento público já está em 79% do PIB (era 51,5% em dezembro de 2013, quando passou a subir). Para economistas, se a dívida crescer mais, provocará uma alta de juros no país, o que afetaria o crédito e as próprias despesas do governo, ao encarecer o custo da dívida. "Mexer numa regra que foi criada outro dia afeta a credibilidade do Brasil. Primeiro, tem que esgotar outras opções, flexibilizar as despesas obrigatórias", defende também a economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif. Sem conseguir controlar despesas obrigatórias como Previdência, o Planalto pode ter que paralisar serviços públicos Getty Images Reportagens na imprensa brasileira dizem que Guedes tem simpatia pela PEC 438, mas por enquanto o governo não tem se articulado por sua aprovação. A BBC News Brasil perguntou ao Ministério da Economia que medidas estuda para evitar o apagão, mas não obtivemos uma reposta. Flexibilizar não significa abandonar teto Críticos da proposta, porém, temem que esses cortes drásticos nas despesas obrigatórias causem caos social. "Se cortar jornada e salários, e com isso o serviço público fica comprometido, pode levar a um cenário de apagão do governo da mesma forma. Isso é politicamente sustentável por dois, três anos?", questiona Bráulio Borges. "Defendemos flexibilizar o teto, não abandoná-lo. Há uma polarização muito ruim do debate, como se nossas opções fossem manter o teto ou virar uma Argentina", afirma ainda, em referência ao país vizinho, que recentemente anunciou moratória (atraso de pagamento) da dívida. No artigo "O teto do gasto público: mudar para preservar", que acaba de ser publicado, os economistas Fabio Giambiagi (do BNDES) e Guilherme Tinoco defendem que a partir de 2023 o limite de gastos passe a ser ampliado gradativamente acima da inflação até 2036, quando a regra expira. Além disso, eles propõem a adoção de um teto duplo, em que os investimentos ficariam submetidos a um limite um pouco mais folgado, separado do restante das despesas primárias. Dessa forma, entre 2023 e 2026, por exemplo, o teto para investimentos poderia subir 1% acima da inflação a cada ano, enquanto as demais despesas teriam aumento real de 0,5%. Ao defender proposta, os economistas ressaltam no artigo que, embora regras como o teto de gastos brasileiro estejam em alta no mundo (eram adotadas em 20 países em 2010 e em 45 em 2015, segundo o FMI), estudos mostram que o mecanismo costuma provocar cortes em investimentos, principalmente em países em desenvolvimento. "É importante que a flexibilização comece a ser discutida logo no Congresso. Quanto mais perto da eleição de 2022, mais difícil fica o debate", defende Borges.
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16/09 - De ajudante a gerente: 4 cidades da região de Piracicaba divulgam vagas de emprego
Oportunidades para diversas áreas são oferecidas pelos serviços de atendimento ao trabalhador de Limeira, Piracicaba, Santa Bárbara d'Oeste e São Pedro. Vagas foram divulgadas em quatro cidades da região Beatriz Braga/G1 Os serviços de atendimento ao trabalhador de Limeira (SP), Piracicaba (SP), Santa Bárbara d'Oeste (SP) e São Pedro (SP) estão com oportunidades de emprego para 62 funções na manhã desta segunda-feira (16). É preciso comparecer aos locais para concorrer a uma das vagas. As oportunidades são para todos os níveis de formação. Algumas exigem experiência, cursos específicos e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para veículos pesados. Há contratos de estágio, autônomo e com Carteira de Trabalho assinada. Entre a variedade, cozinheiro, instalador de TV a cabo e estagiário de projetista em Limeira; enfermeiro, técnico de informática e cartazista em Piracicaba; e gerente, ajudante de cozinha e mecânico em Santa Bárbara d'Oeste. Para São Pedro, há opções como fisioterapeuta e líder de manutenção. Algumas empresas ficam em outras cidades. A quantidade de oportunidades pode variar ao longo do dia conforme preenchimento ou encerramento sem aviso prévio. Como se candidatar Para as oportunidades de Limeira, os interessados devem ir até o Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT), que fica na Rua Tiradentes, 1.366, Centro (pátio office - anexo ao Shopping Pátio Limeira). É preciso levar RG, CPF, Carteira de Trabalho e PIS ativo. Já em Piracicaba, é preciso ir ao Centro de Apoio ao Trabalhador (CAT), com a Carteira de Trabalho, RG e o CPF. A unidade fica na Rua Monsenhor Manoel Francisco Rosa, 900, no Centro. Os interessados nas vagas de Santa Bárbara devem levar a documentação na Casa do Trabalhador (CAT), que dentro do Desenvolve S.Bárbara, no shopping VIC Center. O PAT de São Pedro fica na Rua Malaquias Guerra, 925. Oportunidades Limeira Agente de asseio e conservação Ajudante de obras Ajudante de telhadista Consultor/promotor comercial Cozinheiro Encarregado de limpeza Estagiário de projetista Instalador de TV a cabo Jardineiro Líder de limpeza Motorista operador de munck Motorista Pedreiro Pintor industrial Serralheiro Telhadista Vendedor publicitário Piracicaba Ajudante de cartonagem Auxiliar de enfermagem Cartazista Enfermeiro Instalador de cortinas e persianas Mecânico de refrigeração Padeiro Técnico de enfermagem Técnico de informática Santa Bárbara d'Oeste Ajudante de cozinha Ajudante geral de marcenaria Auxiliar geral Contra mestre Cromador Desenhista/projetista mecânico Eletrotécnico de manutenção CNC Encarregado (a) de frente de caixa Encarregado (a) de frios Estagiário de marketing Gerente Gerente/subgerente Inspetor de qualidade Instalador de telecomunicações Marceneiro Mecânico de motos Mecânico de suspensão Meio oficial marceneiro Montador mecânico Operador de máquinas Operador de tratamento de água e efluentes Padeiro Preparador e operador de torno Programador de centro de usinagem Programador de torno CNC Rebobinador Sinaleiro de grua Técnico eletrônico Técnico mecânico São Pedro Assistente administrativo Auxiliar de enfermagem Enfermeiro Fisioterapeuta Fonoaudiólogo geral Líder de manutenção Técnico de enfermagem Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba
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16/09 - Dólar opera em alta e volta ao patamar de R$ 4,10
Na última sexta, moeda fechou em alta de 0,66%, a R$ 4,087. Dolar Reprodução: TV Globo O dólar opera em alta nesta segunda-feira (16), repercutindo o mau humor dos mercados após os ataques de sábado a instalações da petroleira Aramco na Arábia Saudita, que fazem disparar os preços internacionais do petróleo. Às 10h25, a moeda norte-americana era vendida a R$ 4,1020, em alta de 0,37%. Veja mais cotações. Os operadores do mercado aguardam, para esta semana, a decisão do Banco Central dos Estados Unidos sobre a taxa de juros do país. O presidente Donald Trump vem pressionando as autoridades monetárias para reduzir a taxa, atualmente entre 2,5% e 2,25%. Analistas do mercado avaliam que a alta do petróleo pode favorecer uma alta da inflação e impedir uma nova queda dessa taxa de juros. Na última sexta, o dólar fechou em alta de 0,66%, a R$ 4,087, ainda na esteira de expectativas positivas quanto às negociações comerciais entre Estados Unidos e China. No sábado, ataques provocaram incêndios na unidade saudita da Aramco em Abqaiq, a maior do mundo dedicada ao processamento de petróleo, e na instalação de Khurais, provocando a redução da produção da petroleira em cerca de 5,7 milhões de barris por dia, o que representa mais de 5% do suprimento global de petróleo. Conheça história a gigante petroleira estatal Aramco As autoridades sauditas anunciaram que os ataques não provocaram vítimas, mas ainda não informaram quanto tempo será necessário para restabelecer plenamente a produção nas instalações. Analistas acreditam que seriam necessárias várias semanas ou meses para o país voltar à normalidade.
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16/09 - Analistas do mercado reduzem expectativas de inflação para 2019 e 2020
Especialistas baixaram também a previsão de crescimento da economia em 2020. Mercado deixou de prever aumento de juros para o ano que vem. O mercado financeiro reduziu sua estimativa de inflação para 2019 e 2020, e também passou a prever uma expansão menor da economia brasileira no próximo ano. As projeções constam no boletim de mercado conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (16) pelo Banco Central (BC). O relatório é resultado de levantamento feito na semana passada com mais de 100 instituições financeiras. De acordo com a instituição, os analistas do mercado financeiro baixaram a estimativa de inflação para este ano de 3,54% para 3,45%. Foi a sexta queda seguida do indicador. Com isso, a expectativa de inflação do mercado para 2019 segue abaixo da meta central, de 4,25%. O intervalo de tolerância do sistema de metas varia de 2,75% a 5,75%. A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). Para 2020, o mercado financeiro baixou a estimativa de inflação de 3,82% para 3,80%. Essa foi a segunda queda seguida do indicador. No próximo ano, a meta central de inflação é de 4% e terá sido oficialmente cumprida se o IPCA oscilar entre 2,5% e 5,5%. PIB Para este ano, a estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) permaneceu estável em 0,87%. Para 2020, a previsão de crescimento do PIB passou de 2,07% para 2%. O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira. Para 2019, a previsão do Banco Central é de uma alta de 0,8%, e a do Ministério da Economia é de um crescimento de 0,85%. Outras estimativas Taxa de juros - O mercado manteve em 5% ao ano a previsão para a taxa Selic no fim de 2019. Atualmente, a taxa de juros está em 6% ao ano. Com isso, o mercado segue prevendo queda nos juros neste ano. Para o fim de 2020, a previsão recuou de 5,25% para 5% ao ano. Desse modo, os analistas deixaram de prever alta dos juros no ano que vem. Dólar - A projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2019 subiu de R$ 3,87 para R$ 3,90 por dólar. Para o fechamento de 2020, subiu de R$ 3,85 para R$ 3,90 por dólar. Balança comercial - Para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2019 ficou estável em US$ 52 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado caiu de US$ 49 bilhões para US$ 47,60 bilhões. Investimento estrangeiro - A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2019, subiu de US$ 85 bilhões para US$ 85,20 bilhões. Para 2020, a estimativa dos analistas avançou de US$ 84,68 bilhões para US$ 85,30 bilhões.
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16/09 - Funcionário leva palhaço para lhe dar apoio em reunião de demissão
O palhaço fez balões em formatos de animais durante a reunião, mas acabou incomodando um pouco Josh Thompson Quando o redator Josh Thompson recebeu um e-mail assustador de seus chefes, pedindo para discutir o papel dele na empresa, ele previu que enfrentaria uma demissão. O departamento de recursos humanos da empresa FCB New Zealand inclusive o incentivou a levar uma "pessoa de apoio" para ajudar nessa situação — o que é exigido por lei na Nova Zelândia. Mas, em vez de levar um parente, amigo ou mesmo um animal de estimação, ele — que também trabalha com comédia stand-up — decidiu gastar o equivalente a mais de R$ 500 para contratar um palhaço chamado Joe. "Eu estava trabalhando, porque tinha um emprego naquela época, quando recebi um e-mail que dizia: 'Olá, Josh, gostaríamos de nos encontrar com você para discutir alguns assuntos em relação ao seu papel na empresa'", disse à BBC, baseado na Austrália, onde ele diz que "aproveita ao máximo o fato de estar desempregado". "Basicamente, senti que isso seria uma demissão, então pensei em tentar tirar o melhor proveito dessa situação", acrescentou. O palhaço Joe acompanhou Josh na reunião de demissão e manuseava balões para criar animais — embora tenha sido convidado a parar algumas vezes, por causa do barulho que fazia. Quando Josh finalmente foi informado de que perderia o emprego, o palhaço reagiu como o esperado. "Ele balançou cabeça quando eu recebi a má notícia, como se ele também estivesse sendo demitido", contou Josh. "Muito profissionalismo, realmente." Josh disse que recomenda contratar um palhaço se estiver enfrentando uma demissão Josh Thompson Josh disse que recomenda com entusiasmo a contratação de um palhaço para apoio em qualquer reunião de demissão. "Se você tem família, amigos, madrasta, padrasto, leve-os", disse ele. "Mas se houver um palhaço disponível, especialmente Joe, eu definitivamente recomendo essa experiência."
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16/09 - Opep avalia mercado de petróleo e diz que é cedo para qualquer medida
Preços do petróleo disparam após ataques a instalações na Arábia Saudita que cortaram pela metade a produção do maior exportador mundial. Irã nega ataque com drones às principais instalações de petróleo da Arábia Saudita A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) está avaliando o impacto no mercado de petróleo do ataque a instalações da Arábia Saudita, e considera muito cedo para os membros da entidade tomarem medidas para aumentar a produção ou a convocarem uma reunião, disseram o ministro da Energia dos Emirados Árabes Unidos e outras fontes. O petróleo disparou nesta segunda-feira para quase US$ 72 o barril, registrando seu maior ganho percentual intradia desde a Guerra do Golfo em 1991, depois que um ataque no sábado paralisou a produção de mais de 5 milhões de barris por dia (bpd), ou mais de 5% da oferta global. O ministro da Energia dos Emirados Árabes Unidos, Suhail al-Mazrouei, disse que o país é capaz de aumentar a produção para lidar com qualquer interrupção no fornecimento, mas que ainda é muito cedo para convocar uma reunião de emergência da Opep. "Temos capacidade de reposição. Existem volumes que podemos liberar como uma reação instantânea", disse Mazrouei a repórteres em Abu Dhabi, nesta segunda-feira. Se a Arábia Saudita convocar uma reunião de emergência da Opep, "vamos lidar com isso", disse ele. O secretário-geral da Opep, Mohammad Barkindo, discutiu o mercado de petróleo com o chefe da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol, nesta segunda-feira, após o ataque a instalações de petróleo sauditas, disse uma fonte da Opep à Reuters. Os dois expressaram sua satisfação pelo fato de "a situação ter sido controlada pelas autoridades sauditas", e concordaram em continuar monitorando o mercado e mantendo contato regular nos próximos dias, disse a fonte da Opep. Com os estoques mundiais de petróleo abundantes e sem sinais de escassez, a Opep não precisa discutir formalmente nenhuma ação por enquanto, disseram duas outras fontes da Opep. "Ainda é cedo para falar sobre isso", disse um deles. Os preços do petróleo estavam relativamente reduzidos nos últimos meses, uma consequência das reservas abundantes e dos temores de desaceleração da economia mundial, fatores que afetavam a demanda. Na sexta-feira, os contratos futuros do petróleo Brent fecharam a US$ 60,22. Já os futuros do petróleo dos EUA fecharam a US$ 54,85. A Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) chegou a estabelecer limites de produção para tentar manter a faixa de preço.Mas os ataques demonstram a vulnerabilidade do país com maior capacidade de produção mundial, apontou o analista Amarpreet Singh, do Barclays, e inclui um elemento de risco geopolítico aos preços. Os Estados Unidos acusaram o Irã pelo ataque, dizendo que não há evidências de que eles partiram do Iêmen. O Irã rebateu as acusações e acusou os Estados Unidos de buscarem um pretexto para retaliar o país.
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16/09 - Grande Recife e Zona da Mata oferecem 135 vagas de emprego
Das oportunidades oferecidas, 53 são para pessoas com deficiência. Interessados podem comparecer às Agências do Trabalho de cada município. Agência do Trabalho tem vagas em diferentes cidades A Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (SETEQ) oferece, nesta segunda-feira (16), 135 vagas de emprego em dez cidades do Grande Recife e da Zona da Mata de Pernambuco, sendo 53 vagas para pessoas com deficiência. Entre as oportunidades estão empregos nas áreas de comércio e serviços. (Veja vídeo acima) As vagas são oferecidas nas cidades de Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Escada, Goiana, Ipojuca, Nazaré da Mata, Paudalho, Paulista, Recife e Vitória de Santo Antão. Caso haja interesse em alguma das vagas, é necessário comparecer a uma das unidades da Agência do Trabalho. Confira as oportunidades: Vagas no Cabo de Santo Agostinho Vagas em Camaragibe Vagas em Escada Vagas em Goiana Vagas em Ipojuca Vagas em Nazaré da Mata Vagas em Paudalho Vagas em Paulista Vagas no Recife Vagas em Vitória de Santo Antão Vagas para pessoas com deficiência
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16/09 - Preços do petróleo disparam após ataques a instalações na Arábia Saudita
Na abertura do mercado, cotação do barril saltou quase 20% em Londres, a maior alta durante uma sessão desde a guerra do Golfo em 1991. Preços do petróleo disparam após ataques a instalações na Arábia Saudita O preço do petróleo disparou nesta segunda-feira (16) em Londres após os ataques do fim semana contra instalações da petroleira Aramco, na Arábia Saudita, que cortaram pela metade a produção do maior exportador mundial. Às 9h30 GMT (6h30 de Brasília), o barril de Brent, referência na Europa, registrava alta de 9,52% na comparação com sexta-feira, sendo negociado a US$ 65,97 no Intercontinental Exchange (ICE) de Londres. Nos Estados Unidos, o barril WTI subia 8,71%, negociado a US$ 59,63. Na abertura do mercado, a cotação do barril disparou 19,5% em Londres, para US$ 71,95, a maior alta intradia desde 14 de janeiro de 1991, durante a guerra do Golfo, segundo a agência Reuters. Nos EUA, o barril chegou a subir 15,5%, para US$ 63,3, maior alta durante uma sessão desde 22 de junho de 1998. Os preços caíram das máximas nesta segunda depois que o presidente norte-americano Donald Trump autorizou o uso de estoques de emergência de seu país para assegurar a estabilidade do suprimento. Os Estados Unidos acusaram o Irã pelo ataque, dizendo que não há evidências de que eles partiram do Iêmen. O Irã rebateu as acusações e acusou os Estados Unidos de buscarem um pretexto para retaliar o país. Ataque à refinarias na Arábia Saudita atinge 5% da produção global de petróleo Os ataques de drones no sábado provocaram incêndios na unidade saudita de Abqaiq, a maior do mundo dedicada ao processamento de petróleo, e na instalação de Khurais, provocando a redução da produção da petroleira em cerca de 5,7 milhões de barris por dia, o que representa mais de 5% do suprimento global de petróleo. "O ataque anulou quase metade da produção saudita, ou seja, 5% da produção mundial, o que evidencia a vulnerabilidade destas infraestruturas aos ataques com drones", destacou Craig Erlam, da corretora Oanda. "Retirar mais de 5% da oferta global de uma única tacada -- um volume que é maior que o crescimento da oferta acumulado em países de fora da Opep entre 2014 e 2018 -- é altamente preocupante", escreveram analistas do UBS em nota. Fumaça é vista após um incêndio nas instalações da Aramco em Abqaiq, na Arábia Saudita, neste sábado (14) Reuters As autoridades sauditas anunciaram que os ataques não provocaram vítimas, mas ainda não informaram quanto tempo será necessário para restabelecer plenamente a produção nas instalações. Analistas acreditam que seriam necessárias várias semanas ou meses para o país voltar à normalidade. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) está avaliando o impacto no mercado de petróleo do ataque a instalações da Arábia Saudita, e considera muito cedo para os membros da entidade tomarem medidas para aumentar a produção ou convocarem uma reunião. Conheça a história da gigante petroleira estatal Aramco Os preços do petróleo estavam relativamente reduzidos nos últimos meses, uma consequência das reservas abundantes e dos temores de desaceleração da economia mundial, fatores que afetavam a demanda. Na sexta-feira, os contratos futuros do petróleo Brent fecharam a US$ 60,22. Já os futuros do petróleo dos EUA fecharam a US$ 54,85. A Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) chegou a estabelecer limites de produção para tentar manter a faixa de preço. Mas os ataques demonstram a vulnerabilidade do país com maior capacidade de produção mundial, apontou o analista Amarpreet Singh, do Barclays, e inclui um elemento de risco geopolítico aos preços. A redução da produção afeta também a confiança dos investidores na Aramco, que prepara sua entrada na bolsa. O governo saudita quer lançar no mercado de ações cerca de 5% de sua petroleira estatal em 2020 ou 2021. Grandes importadores de petróleo saudita, como Índia, China e Indonésia, devem ser os mais vulneráveis à interrupção na oferta, segundo a Reuters. China pede moderação A China fez um apelo nesta segunda-feira a Irã e Estados Unidos para que demonstrem "moderação" após as acusações de Washington a Teerã pelos ataques contra instalações do grupo estatal saudita Aramco, segundo a France Presse. Os bombardeios foram reivindicados por rebeldes houthis do Iêmen, que enfrentam há cinco anos uma coalizão militar liderada pela Arábia Saudita e contam com o apoio do Irã. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não descartou no domingo (15) retaliar o ataque. Trump também autorizou o uso do estoque emergencial de petróleo dos EUA para garantir um suprimento estável ​​após o ataque. "Na ausência de uma investigação incontestável que permita tirar conclusões, talvez não seja sensato imaginar quem deve ser responsabilizado por este ataque", afirmou Hua Chunying, porta-voz do ministério das Relações Exteriores da China. "Pedimos às partes envolvidas que se abstenham de adotar medidas que levariam a uma escalada das tensões na região". "Esperamos que as duas partes possam demonstrar moderação e, juntas, preservem a paz e a estabilidade no Oriente Médio", completou Hua, cujo país é membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. Irã responde as acusações dos EUA sobre ataques com drone na Arábia Saudita Tensão entre EUA e Irã A tensão entre Estados Unidos e Irã aumentou desde que Washington abandonou de maneira unilateral em 2018 o acordo internacional sobre o programa nuclear iraniano assinado em 2015. O governo americano restabeleceu sanções econômicas contra Teerã. Trump autorizou o uso das reservas estratégicas americanas de petróleo, se necessário, para compensar a queda de produção na Arábia Saudita. O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, afirmou no sábado que não há provas de que o ataque tenha procedido do Iêmen, apontando diretamente para o Irã, e acrescentou que Washington "trabalhará" com seus parceiros para garantir o abastecimento. O porta-voz do ministério iraniano das Relações Exteriores, Abbas Mussavi, respondeu no domingo que as acusações são "insensatas" e "incompreensíveis" e que só buscam justificar "futuras ações" contra o Irã. O príncipe herdeiro saudita, Mohamed bin Salman, cujo país é o grande rival regional do Irã, assegurou que Riad está "disposto e capacitado" responder a esta "agressão terrorista". Imagem mostra danos provocados por ataques com drones contra as instalações da petroleira saudita estatal Aramco em Buqyaq e Abqaiq Governo dos EUA / Digital Globe via AP
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16/09 - Produção industrial chinesa registra menor nível de crescimento em 17 anos
Em agosto, crescimento em ritmo anual foi de 4,4%, ante 4,% em julho. A produção industrial chinesa cresceu 4,4% em ritmo anual em agosto, o menor nível de avanço em 17 anos, um resultado que confirma as tensões sobre a segunda maior economia mundial. Em julho, o crescimento da produção industrial do país alcançou 4,8% "Temos que ser conscientes que a instabilidade e as incertezas internacionais estão aumentando significativamente e que, em casa, os problemas econômicos estruturais ainda são importantes", afirmou Fu Linghui, porta-voz da Agência Nacional de Estatísticas, que publica os dados. As vendas no varejo cresceram 7,5% em agosto - 0,1% a menos que no mês anterior -, tendência que dificulta a meta do governo chinês de estimular o consumo interno. No segundo trimestre do ano, o crescimento do Produto Interior Bruto (PIB) chinês desacelerou a 6,2%, o ritmo mais lento em quase três décadas. "Para a China, manter um crescimento de 6,0% ou mais é muito difícil no atual contexto, com uma situação internacional complicada", disse o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, em uma entrevista à imprensa russa publicada no site do governo chinês.
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16/09 - Mais de 200 concursos têm inscrições abertas para quase 30 mil vagas
Cargos são em todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 30.404,42 no TJ do Pará e MP de Minas Gerais. Pelo menos 201 concursos públicos no país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (16) e reúnem 29.630 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 30.404,42 no Tribunal de Justiça do Pará e no Ministério Público de Minas Gerais. CONFIRA AQUI A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS E OPORTUNIDADES Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso. Nesta segunda-feira, pelo menos 13 órgãos abrem as inscrições para 333 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários vão até R$ 16.454,57. Veja abaixo os detalhes dos concursos: Agência Goiana de Habitação (Agehab) Inscrições: até 20/09/2019 23 vagas Salários de até R$ 1.623,60 Cargos de nível fundamental Veja o edital Câmara Municipal de Ceres (GO) Inscrições: até 15/10/2019 8 vagas Salários de até R$ 2.318,75 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Conselho Regional dos Representantes Comerciais de Mato Grosso (Core-MT) Inscrições: até 20/10/2019 7 vagas Salários de até R$ 2.500 Cargos de nível médio Veja o edital Defensoria Pública do Estado do Amazonas Inscrições: até 16/10/2019 10 vagas Salário de até R$ 6.000,00 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (FO-USP) Inscrições: até 13/03/2020 1 vaga Salários de até R$ 16.454,57 Cargo de nível superior Veja o edital Ministério Público do Rio de Janeiro Inscrições: até 24/10/2019 18 vagas Salários de até R$ 7.139,16 Cargo de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de Almirante Tamandaré (PR) Inscrições: até 20/09/2019 15 vagas Salários de até R$ 998,00 Cargos de nível fundamental Veja o edital Prefeitura de Astorga (PR) Inscrições: até 15/10/2019 36 vagas Salários de até R$ 10.286,53 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de Caieiras (SP) Inscrições: até 11/10/2019 105 vagas Salários de até R$ 1.828,49 Cargos de nível fundamental e médio Veja o edital Prefeitura de Carmo da Mata (MG) Inscrições: até 08/10/2019 92 vagas Salários de até R$ 3.200,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Guiratinga (GO) Inscrições: até 02/10/2019 9 vagas Salários de até R$ 2.877,39 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Santa Bárbara (MG) Inscrições: até 20/09/2019 2 vagas Salários de até R$ 1.140,92 Cargo de nível médio Veja o edital Prefeitura de São Francisco do Glória (MG) Inscrições: até 20/09/2019 7 vagas Salários de R$ 998 Cargos de nível fundamental Veja o edital
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16/09 - Receita paga nesta segunda restituições do 4º lote do IR 2019
Lote vai pagar R$ 3,5 bilhões para 2,8 milhões de contribuintes. IR 2019 Arte G1 A Receita Federal paga nesta segunda-feira (16) as restituições do quarto lote do Imposto de Renda 2019. O lote inclui também restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2018. CLIQUE AQUI para consultar se você está no lote de restituição. Serão pagos pelo fisco R$ 3,5 bilhões a 2,8 milhões de contribuintes. O crédito será corrigido em 3,08%, de acordo com a remuneração da Selic entre maio e setembro deste ano. SAIBA TUDO SOBRE O IR 2019 Como consultar sua restituição As consultas podem ser feitas pela página da Receita Federal na internet. Há, ainda, o aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF, diretamente nas bases de dados da Receita Federal. Veja como fazer: Pelo telefone Ligando para o Receitafone, no número 146 Pelo computador Entre no site da Receita. Consulta IRPF 2019 Reprodução Digite seu CPF (apenas números), data de nascimento e os caracteres de verificação (captcha), e clique em "consultar". Malha fina O Fisco lembra que é possível checar se a declaração foi processada. E se ela estiver já na fila de pagamentos, as informações prestadas estão coerentes com o banco de dados da Receita – indicando que a declaração, a princípio, não tem pendências (a Receita Federal tem até cinco anos para pedir esclarecimentos sobre as declarações). A verificação pode ser feita pelo serviço Meu Imposto de Renda, da Receita Federal. Para isso, é preciso gerar um código de acesso, a partir do número do CPF, data de nascimento e recibos de entrega das duas últimas declarações. Veja as datas de pagamento dos lotes próximos de restituição do IR neste ano: 5º lote, em 15 de outubro de 2019; 6º lote, em 18 de novembro de 2019; 7º lote, em 16 de dezembro de 2019.
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15/09 - Conheça história da Aramco, a gigante petroleira responsável pela riqueza da Arábia Saudita
Empresa possui 260 bilhões de barris de reservas comprovadas de petróleo e teve lucro líquido US$ 111,1 bilhões em 2018. Foto mostra instalação de petróleo de Aramco, perto da área de al-Khurj, ao sul da capital saudita Riad, neste domingo (15) Fayez Nureldine/AFP A gigante petroleira estatal Aramco produziu uma riqueza colossal para a Arábia Saudita desde a descoberta da primeira jazida no país em 1938, denominada "poço da prosperidade". Neste sábado (14), um ataque, supostamente com drones, contra suas instalações provocou a suspensão da metade de sua produção, isto é, 6% do abastecimento mundial, o que faz temer uma perda de confiança dos investidores em um momento em que a maior e mais rentável empresa energética do mundo se prepara para ser negociada na bolsa. A Aramco nasce de um acordo de concessão assinado em 1933 pelo governo saudita com a companhia americana Standard Oil Company of California. A prospecção começa em 1935 e três anos depois, o petróleo começa a jorrar. Em 1949, a produção de petróleo atinge o nível recorde de 500.000 barris por dia (mbd) e segue aumentando após a descoberta de outros grandes campos petrolíferos, como Ghawar, o maior do mundo, com reservas comprovadas de 60 bilhões de barris. Em 1973, em pleno 'boom' dos preços do petróleo, vinculado ao embargo árabe do ouro negro contra os Estados Unidos por seu apoio a Israel, o governo saudita adquire 25% da Aramco, com os quais o percentual do Estado chega a 60%, tornando-o acionista majoritário. Incêndio atingiu instalações da petroleira Aramco em Abqaiq, na Arábia Saudita, neste sábado (14) Reuters Em 1980, a empresa é nacionalizada e oito anos depois, rebatizada de Saudi Arabian Oil Company ou Saudi Aramco. Desde os anos 1990, a Aramco investiu centenas de bilhões de dólares em projetos de expansão e sua capacidade de produção atual é de 12 milhões de barris diários. Hoje, a Aramco possui 260 bilhões de barris de reservas comprovadas de petróleo, tornando a Arábia Saudita o segundo país com as maiores reservas do mundo, atrás da Venezuela. A empresa também tem filiais e refinarias em outros países e redes de oleodutos nacionais e internacionais. Em abril passado, o grupo publicou suas contas pela primeira vez e anunciou um lucro líquido de US$ 111,1 bilhões em 2018, uma cifra 46% superior à do ano anterior, e renda anual de US$ 356 bilhões. A transparência em suas contas é um pré-requisito para seu lançamento na bolsa, uma etapa considerada a pedra angular de um plano de reformas chamado "Visão 2030", liderado pelo príncipe-herdeiro Mohamed bin Salman para diversificar uma economia muito dependente do petróleo. Riad espera obter US$ 10 bilhões nesta operação, com a venda de 5% de seu capital. Sua entrada na bolsa foi atrasada em várias ocasiões, devido a condições pouco favoráveis dos mercados.
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15/09 - Preços do petróleo registram forte alta após ataques na Arábia Saudita
Preços chegaram a subir quase 20%, segundo sites internacionais. Produção do país foi cortada pela metade neste sábado (14). Irã nega ataque com drones às principais instalações de petróleo da Arábia Saudita Os preços internacionais do petróleo registraram forte alta neste domingo (15), após duas grandes instalações da petroleira Aramco terem sido atacadas, supostamente com drones, no sábado (14). Segundo a Reuters, o aumento no preço do petróleo do tipo Brent chegou a 19%, atingindo de US$ 71,95 por barril. Já o do tipo crude apresentou uma alta de 15%, passando a custar US$ 63,34 por barril. A Arábia Saudita cortou pela metade a produção de petróleo no sábado (14) e perdeu cerca de 5,7 milhões de barris no dia do ataque, segundo a Bloomerg. O número representa mais de 5% do suprimento global. Para os especialistas no assunto, essa é a maior pertubação súbita de todos os tempos, superando a perda de suprimento de petróleo do Kuwait e do Iraque em 1990, quando Saddam Hussein invadiu o país vizinho. A marca também supera o corte na produção em 1979, durante a Revolução Islâmica, segundo o Departamento de Energia dos Estados Unidos. Foto mostra instalação de petróleo de Aramco, perto da área de al-Khurj, ao sul da capital saudita Riad, neste domingo (15) Fayez Nureldine/AFP Retomada na produção A companhia nacional de petróleo da Arábia Saudita pretende restaurar um terço da produção perdida de petróleo até o final da segunda-feira (16), segundo o The Wall Street Journal. Amin Nassar, CEO da Aramco, confirmou em entrevista ao jornal americano, que está em andamento um trabalho para restaurar a produção. A empresa pretende divulgar uma atualização de progresso na terça-feira (17). Conheça história da gigante petroleira Apesar disso, especialistas em estimativas de danos na Arábia Saudita, afirmam que levará semanas para que as instalações da Aramco voltem à capacidade total de produção. EUA acusam Irã O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, acusou o Irã pelo ataque neste domingo (15), dizendo que não há evidências de que eles partiram do Iêmen. O Irã nega acusações e acusou os Estados Unidos de buscarem um pretexto para retaliar o país. Irã nega envolvimento em ataques às refinarias sauditas O presidente Donald Trump também fez uma declaração sobre o assunto no Twitter na noite deste domingo (15). "O suprimento de petróleo da Arábia Saudita foi atacado. Há razões para acreditar que conhecemos o culpado", escreveu o presidente americano. "Estamos esperando notícias do Reino [da Arábia] para vermos quem eles acreditam que foi a causa desse ataque e sob quais termos procederíamos!" Fumaça é vista após um incêndio nas instalações da Aramco em Abqaiq, na Arábia Saudita, neste sábado (14) Reuters
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15/09 - Veja concursos e seleções com editais publicados na Paraíba de 15 a 22 de setembro
São 13 editais com 1017 vagas. Pelo menos 1017 vagas são oferecidas em 13 editais de concursos e seleções publicados na Paraíba nesta semana de 15 a 22 de setembro. Concursos e seleções na Paraíba têm 977 vagas Divulgação/Agência Brasil Seleção do Exército Vagas: 113 Níveis: técnico e superior Remunerações: R$ 2.627 a R$ 6.993 Prazo de inscrição: até este domingo (15) Local de inscrição: site da 7ª Região Militar Taxas de inscrição: gratuitas Editais da seleção do Exército Concurso da Prefeitura de Brejo do Cruz Vagas: 41 Níveis: todos Salários: R$ 998 a R$ 2.206 Prazo de inscrição: até este domingo (15) Local de inscrição: site da organizadora, Ápice Consultoria Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 80 (médio e técnico) e R$ 95 (superior) Provas: 27 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de Brejo do Cruz Concurso da Prefeitura de São José dos Cordeiros Vagas: 28 Níveis: todos Salários: R$ 998 a R$ 12.188 Prazo de inscrição: até quarta-feira (18) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio e técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de São José dos Cordeiros Concurso e seleção da Prefeitura de Borborema Vagas: 30 | 9 Níveis: todos Salários: R$ 998 a R$ 2.040 | R$ 1.250 a R$ 1.904,13 Prazo de inscrição: até quarta-feira (18) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio e técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso e da seleção da Prefeitura de Borborema Concurso da Câmara Municipal de Santa Rita Vagas: 13 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: R$ 1.562 a R$ 3 mil Prazo de inscrição: até quarta-feira (18) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Câmara Municipal de Santa Rita Concurso da Prefeitura de Sumé Vagas: 34 Níveis: médio, técnico e superior Salários: R$ 1.108,63 a R$ 6.646,32 Prazo de inscrição: até quarta-feira (18) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de Sumé Concurso e seleção da Prefeitura de Piancó Vagas: 27 | 130 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior | fundamental Salários: R$ 998 a R$ 1.725 | R$ 998 Prazo de inscrição: até quarta-feira (18) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso e da seleção da Prefeitura de Piancó Concurso da Prefeitura de Monte Horebe Vagas: 62 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: R$ 998 a R$ 7,5 mil Prazo de inscrição: até quarta-feira (18) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de Monte Horebe Concurso da Prefeitura de Boa Ventura Vagas: 111 Níveis: fundamental, médio, técnico e superior Salários: R$ 998 a R$ 1,6 mil Prazo de inscrição: até quarta-feira (18) Local de inscrição: site da organizadora, CPCon Taxas de inscrição: R$ 65 (fundamental), R$ 85 (médio/técnico) e R$ 105 (superior) Provas: 20 de outubro Edital do concurso da Prefeitura de Boa Ventura Concurso para professor da UFPB Vagas: 22 Nível: doutorado Remunerações: R$ 5.786,68 e R$ 9.600,92 Prazo de inscrição: variado Local de inscrição: variado Taxas de inscrição: R$ 144 e R$ 240 Provas: datas variadas Edital do concurso para professor da UFPB Concurso da Fundac-PB Vagas: 400 Níveis: médio Salários: R$ 998 + gratificações Prazo de inscrição: até 7 de outubro Local de inscrição: site da organizadora, Ibade, ou presencialmente em João Pessoa, Campina Grande e Sousa Taxas de inscrição: R$ 56 Provas: 27 de outubro Edital do concurso da Fundac-PB
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15/09 - Estados querem fatia maior da arrecadação do governo federal na reforma tributária
Proposta é manter carga tributária total, de quase 33% do PIB. Mas parcela da União nesse total passaria de 55% para 49%; a dos estados, de 27% para 30%; a dos municípios, de 19% para 21%. A proposta de reforma tributária dos secretários estaduais de Fazenda, encaminhada formalmente nesta quarta-feira (11) aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), prevê a manutenção do nível da carga tributária, que somou cerca de 33% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017, mas com redução da parcela do governo na arrecadação sob o consumo e aumento da parcela dos estados. Segundo o documento, a parcela da arrecadação que caberia ao governo federal (União) no bolo total de arrecadação passaria de 55% para 49% progressivamente ao longo de oito anos. Ao mesmo tempo, fatia dos estados subiria de 27% para 30%, e, dos municípios, de 19% para 21%. (veja abaixo o gráfico divulgado pelos estados Proposta dos estados para distribuição das receitas Comsefaz Na justificativa, os estados avaliam que essa proposta pretende "promover a desconcentração da participação da União no total da arrecadação do país, de forma a proporcionar maior parcela das receitas aos entes subnacionais, materializando, assim, a expectativa de efetiva implementação das premissas do federalismo cooperativo no Brasil". "Estudo nosso demonstra que, nos últimos 20 anos, os estados perderam em torno de cinco pontos [do PIB de arrecadação]. E, ao mesmo tempo, as obrigações não diminuíram. Pelo contrário, aumentaram. Então, a gente entende que tem de haver, ainda que seja de forma transitória, lenta e gradual, uma recomposição dessas receitas", disse ao G1 o presidente do Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), Rafael Fonteles. Segundo ele, a lógica da proposta é que a União banque a criação de um fundo de desenvolvimento regional e um fundo de compensação de perdas dos estados com a desoneração das exportações. Para isso, os estados pedem 40% da parcela da União no IBS – que funcionará como um imposto sobre valor agregado – e 50% do imposto seletivo (sobre cigarros, bebidas alcoólicas, armas e munições). "É aí que está o ponto polêmico, sabemos disso (...) Obviamente, isso vai ser objeto de muito questionamento. Queremos aproveitar essa discussão para fazer esses ajustes no pacto federativo", declarou. Fonteles afirmou que essa proposta já foi entregue à Secretaria da Receita Federal, em reunião realizada nesta última quinta-feira (12), e os técnicos do governo, segundo relatou, disseram considerar que não há como abrir mão dessa receita no "curtíssimo prazo". "Não há um clima de disputa. Claro que há pontos de divergência polêmicos, mas o diálogo está acontecendo com a União. Se encaixar isso talvez como receitas novas, do fundo social, inverter os 30% e 70% no pré-sal [conforme indicado pelo ministro Paulo Guedes], talvez a gente consiga equacionar. Eu acho que podemos chegar a denominador comum", afirmou o presidente do Comsefaz. O G1 entrou em contato com o Ministério da Economia, mas a pasta informou que não iria se manifestar sobre o assunto. União perderia R$ 140 bilhões Considerando a estimativa para o PIB nominal deste ano, de R$ 7,15 trilhões que consta na proposta de orçamento de 2020, e a manutenção da carga tributária de quase 33% do PIB, a mudança, se estivesse totalmente implementada, representaria uma perda de arrecadação para o governo federal, de quase R$ 140 bilhões neste ano. Esses recursos seriam divididos entre os estados (cerca de R$ 70 bilhões) e os municípios (igual valor). Nos anos seguintes, se confirmada a previsão do mercado financeiro e do governo de que a economia brasileira crescerá, as perdas para a União seriam maiores ainda. Esse valor é próximo ao que o governo buscava arrecadar com a nova CPMF, cuja expectativa era de que a arrecadação chegasse a R$ 150 bilhões por ano. O objetivo do governo com a nova CPMF era reduzir impostos sobre a folha de pagamento das empresas e estimular a geração de empregos. A proposta da CPMF, porém, foi novamente desautorizada pelo presidente Jair Bolsonaro, e seu principal defensor, o secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, foi exonerado. A proposta de retirar arrecadação do governo federal é apresentada pelos estados em um momento no qual a União tem de lidar com rombos bilionários nas suas contas. Desde 2014, são registrados déficits primários (despesas maiores do que receitas, sem contar juros da dívida pública). No ano passado, o rombo somou R$ 120 bilhões e, para 2019, a meta é de um déficit de até R$ 139 bilhões (veja no gráfico abaixo). O ministro da Economia, Paulo Guedes, assumiu o cargo em janeiro deste ano falando em zerar o rombo fiscal nas contas do governo, mas admitiu, na proposta da LDO de 2020, enviada em abril ao Congresso Nacional, que as contas devem permanecer no vermelho até o fim do governo Bolsonaro, em 2022. Dificuldades dos estados Os estados também passam por dificuldades em suas contas. Pressionados por gastos previdenciários e com pessoal, 12 estados (AC, GO, MA, MG, MS, MT, PB, PI, RJ, RN, RS e TO) estouraram em 2018 o limite máximo de despesa com pessoal estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, que inclui também quem está na ativa. Ou seja, os governos estaduais usaram mais de 60% do que arrecadaram para pagar o gasto com o funcionalismo. Por isso, o Tesouro Nacional avaliou, no fim do ano passado, que essa tendência de crescimento "tende a prejudicar o funcionamento dos serviços básicos dos governos estaduais". Isso ocorre, de acordo com a instituição, porque "restam cada vez menos recursos para a execução de políticas públicas (que envolvem gastos com mão-de-obra de terceiros, investimentos, material de consumo, entre outros)". Os estados são responsáveis por atuar em parceria com os municípios no ensino fundamental, por agir nos atendimentos especializados de saúde e de alta complexidade, além de serem os principais responsáveis pela segurança pública e pelo sistema prisonal. Além da arrecadação própria, também recebem repasses de recursos do governo federal. Para as despesas com saúde e educação, os estados são obrigados a gastar, respectivamente, 12% e 25% de sua receita corrente líquida, segundo a Constituição Federal. Entretanto, há estados acusados de não cumprir esse piso constitucional que tiveram de atender a esse requisito por determinação judicial. Para as outros setores, como segurança pública, por exemplo, não há um piso constitucional definido. Outros pontos da proposta dos estados Criação de um comitê gestor para o Imposto Sobre Bens e Serviços (IBS) – tributo sobre consumo que funcionaria nos moldes de um imposto sobre valor agregado – sem a participação do governo federal; Proposta foi apresentada como complemento à PEC de reforma tributária já aprovada na CCJ, de autoria do economista Bernard Appy, que é avaliada por comissão especial da Câmara dos Deputados; Criação de um fundo de desenvolvimento regional e de um fundo de equalização de perdas de receitas de exportação; Tratamento diferenciado para a Zona Franca de Manaus; Base ampla de incidência do IBS, sobre bens, serviços, direitos, incluindo serviços digitais; Proposta dos estados também contempla a devolução de uma parte do imposto arrecadado para os consumidores mais pobres, como forma de combater a "regressividade" (arrecadação proporcionalmente maior de quem ganha menos) do tributo.
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15/09 - Pesquisadores encontram árvore mais alta da Amazônia, que pode ter mais de 400 anos de existência
Globo Rural acompanhou a viagem da equipe em uma região cercada por áreas de conservação ambiental e terras indígenas. Pesquisadores encontram árvore mais alta da amazônia, pode ter mais de 400 anos Uma expedição de pesquisadores encontrou a maior árvore já medida no Brasil, que tem tamanho equivalente a um prédio de 30 andares. A espécie foi encontrada dentro da Amazônia em uma região cercada por áreas de conservação ambiental e terras indígenas. O Globo Rural acompanhou a viagem de 10 dias comandada pelo engenheiro florestal Eric Gorgens, da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, de Minas Gerais, para encontrar as árvores gigantes na floresta. Tudo partiu de um estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que identificou árvores com alturas muito acima do normal nesta região do estado. "Em geral, as árvores atingem, em média, 45 a 50 metros de altura, mas a gente começou a perceber que muitas das árvores que a gente tinha identificado chegavam a 80 metros de altura, ou seja, o dobro do esperado para estrutura florestal como um todo", explica Gorgens. Com tantas dúvidas para serem solucionados, uma equipe formada por engenheiros florestais de universidades brasileiras e internacionais, como Cambridge e Oxford e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) decidiu encontrar essas raridades. Mais de 300 km de viagem O pesquisador e a equipe ficaram um ano estudando e organizando para chegar às árvores gigantes do Vale do Jari. Logo no início da viagem, após 10 km de viagem, o primeiro obstáculo: uma cachoeira. A equipe precisou descarregar os barcos e arrastá-los para prosseguir viagem. Foi necessário quase dia inteiro para passar, por terra, pelos 300 metros que separam a cachoeira do ponto de retomada da navegação. "A gente ficou um pouco preocupado no início, quando nós tivemos a primeira transposição que levou bastante tempo, até um pouco mais do que a gente esperava, mas os dois dias que se seguiram foram excelentes, as viagens rendendo muito bem", relata Eric Gorgens. Após três dias, a expedição chegou bem perto do local. Mas, quando tudo pareceu estar tranquilo, surgiram as corredeiras. Novamente os pesquisadores precisaram desembarcar e arrastar as embarcações. Um dia inteiro para transpor duas corredeiras. No quinto dia, terminou a vigem de 300 km de barco e começou uma grande caminhada por dentro da floresta em busca das árvores gigantes. Os pesquisadores começam a chegar cada vez mais perto do lugar que só conheciam pelo computador, uma recompensa após uma jornada tão longa. "É a realização de um sonho a gente ter a oportunidade de encontrar um lugar tão especial, com árvores centenárias, onde nunca ninguém pisou antes. Então, com certeza, é uma emoção estar aqui", disse Gorgens. 82 metros de altura O santuário das grandes árvores fica na Floresta Estadual do Parú, no noroeste do Pará. A área protegida tem mais de 3,6 milhões de hectares, tamanho maior que todo o território da Bélgica. As espécies gigantes são angelins, que estão presentes em todo o Norte do país, com registro também no Maranhão e na Guiana. "Ela é uma espécie pioneira, que se desenvolve necessitando de sol e nas áreas mais altas, de maior altitude", explica a engenheira florestal Wegliane Campelo. Árvores gigantes estão salvas das queimadas 'até o momento' A expedição encontrou 15 dessas árvores, que agora serão estudadas pelos pesquisadores, que mediram a circunferência, recolheram amostras do solo, das folhas, dos troncos e retiraram material genético para exames de DNA. Dos angelins localizados, o menor tinha 70 metros e a média de altura é de 75 metros. O maior de todos tem 82 metros, a maior árvore já registrada na Amazônia. As árvores gigantes têm entre 400 e 600 anos, afirma o pesquisador da Embrapa Marcus Vinicios D’Oliveira. Mistério Esta riqueza escondida por séculos e que mostra o quanto a humanidade ainda tem a aprender com a Amazônia. O físico inglês Toby Jackson ficou intrigado em como esses angelins conseguiram crescer e se manter em pé num topo de morro, sofrendo com a ação dos ventos. "Quando eu estive na Malásia, vi que algumas das árvores mais altas do mundo, com 100 metros de altura. (Elas) estão na base de encostas, mais protegidas", observa. "Aqui, esses angelins gigantes desafiam nossas teorias porque estão em áreas elevadas. No momento, não conseguimos explicar isso." As pessoas da comunidade de Iratapuru, que ajudaram os pesquisadores na jornada, reverenciaram as grandes árvores. "A comunidade vive há anos na floresta, cuidando dela, vivendo dela, então isso aqui vai ser mais uma parte que vai ser abraçada pela comunidade e ser preservada. Já vimos muitas árvores grandes, mas desse tamanho... são as primeiras", explica o guia Márcio Freitas.
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15/09 - Cães farejadores reforçam controle contra entrada de pragas e doenças da agropecuária no Aeroporto de Brasília
Com ajuda do animal, a fiscalização é feita em um tempo 95% menor do que qualquer outro método. Cães ferejadores reforçam controle de entrada das pragas doenças no Aeroporto de Brasília O Aeroporto de Brasília recebe por semana 43 voos internacionais, são cerca de 30 mil passageiros entrando no país todo mês. E o que eles trazem na bagagem pode ser um risco para a agropecuária do Brasil. Por isso, o Ministério da Agricultura treinou cachorros para bloquear a entrada de alimentos de origem vegetal, como plantas, sementes, grãos, frutas, legumes e também os de origem animal, como carnes, embutidos, queijos. Os alimentos apreendidos são incinerados, nada pode ser doado porque esses produtos podem representar riscos. Com a ajuda dos cães, a fiscalização é feita em um tempo 95% menor do que qualquer outro método. Além do trabalho dos animais, a vigilância sanitária também conta um serviço de inteligência e com máquinas de Raio-X. Já são cinco animais que atuam no controle. E a escolha do cachorro não foi por acaso. Os cães tem a capacidade de fragmentar odores. Só pra se ter uma ideia, enquanto um ser humano tem até 5 milhões de células olfativas, eles têm 400 milhões. Por isso, podem ser preparados pra sentir o cheiro de tudo. E as recompensas pelo bom trabalho vêm em forma de brincadeira, como uma bolinha de tênis para mastigar.
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15/09 - Saiba como controlar o ácaro Varroa nos enxames de abelhas
Publicação da Epagri auxilia o produtor no manejo da praga. Como controlar o ataque de ácaros na colmeia? O produtor Vancuir Riolom, de Nova Prata do Iguaçu, no Paraná, pediu ajuda ao Globo Rural com a criação de abelhas dele. Riolom afirma que está perdendo enxames por causa de uma infestação de ácaro Varroa. Para ajudar este e outros produtores rurais, a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) tem uma cartilha com dicas de manejo. Para baixar o material, clique aqui.
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15/09 - Incêndios no Centro-Oeste causam prejuízos milionários para produtores rurais
Por causa das queimadas, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul decretaram situação de emergência com esperança de receberem mais auxílio do governo federal. Incêndios no Centro-Oeste causam prejuízos milionários para produtores rurais O Centro-Oeste ainda enfrenta graves problemas causados pelas queimadas na região. Em Mato Grosso do Sul, os focos de incêndio atingiram o Pantanal, já em Mato Grosso o fogo matou animais e trouxe prejuízos para os agricultores. Por causa das queimadas, foi decretada situação de emergência nos dois estados com a esperança de receberem mais auxílio do governo federal. Na propriedade da agricultora Aparecida Fabiano Rocha, em Rondonópolis, a semana foi de recuperação após os incêndios destruírem cercas, pomares e 19 hectares de pasto. "Eu não consegui até agora fazer um levantamento correto, mas eu creio que eu vou gastar mais de R$ 30 mil (para recuperar tudo)”, calcula Aparecida. Além disso, das 10 cabeças de gado no sítio, uma morreu com o fogo. Os animais que sobreviveram estão feridos e a produtora rural precisa aplicar remédios para curar as feridas. Em outra fazenda, localizada no município de Canabrava do Norte, cerca de 50 animais morreram nos incêndios. Já em Primavera do Leste, o fogo também levou prejuízos para uma produção de algodão. No total, 250 fardos de pluma pegaram fogo. Um prejuízo estimado em mais de R$ 1 milhão. De acordo com os produtores da região, o fogo teria começado na palhada de milho de uma propriedade vizinha. E, mesmo depois de vários dias, os funcionários ainda precisam fazer o resfriamento da área. Queimadas no Pantanal Desde janeiro, Corumbá, a maior cidade do pantanal, já registrou mais de 3.100 focos de incêndio. Nas margens da BR-262, são muitos os flagrantes de animais mortos em meio à vegetação devastada. A fazenda Caiman, na região de Miranda, está entre os locais mais atingidos. O incêndio se alastrou rapidamente destruindo mais de 30 mil hectares de vegetação nativa.
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15/09 - Produtores e indústrias se preparam para vender leite em pó e queijos para a China
Chineses autorizaram 24 empresas no fim de julho para a exportação dos alimentos. Produtores e indústrias se preparam para vender leite em pó e queijos para a china A China autorizou no fim de julho a venda de produtos leite em pó e queijo produzidos no Brasil, e a abertura para um dos principais mercados consumidores animou laticínios e produtores rurais. Na Cooperativa Central Gaúcha (CCGL), de Cruz Alta, o leite em pó é o carro chefe. Atualmente a indústria produz 1,6 milhão de litros do alimento e tem capacidade para aumentar para 2,2 milhões de litros. A unidade que conseguiu aval dos chineses tem que seguir processos rigorosos de qualidade desde a higiene da fábrica até o processo de desidratação do leite. Com os requisitos atendidos e a autorização da China, o objetivo da CCGL agora é começar a vender leite em pó para o país. “Nós já começamos a prospectar negócios. Se o mercado responder em valores e em preços, eu te diria que daqui há poucos meses já poderemos estar fazendo carregamento”, projeta Caio Viana, presidente da cooperativa. E não foi só à indústria que o otimismo chegou. No campo, os produtores esperam que a abertura de mercado possa garantir preços melhores pelo litro do leite. “Como vai ter mais saída de leite, (as indústrias) vão precisar de mais leite também para exportar. Estamos confiantes que vai melhorar a coisa”, afirma o produtor Claudinei Wisniewski.
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15/09 - Novas técnicas tornam mais saudável a produção de verduras e legumes no Brasil
Nos canteiros hidropônicos, os nutrientes vêm pela água. A planta não entra em contato com o solo pra evitar contaminação. Novas técnicas tornam mais saudável a produção de verduras e legumes no Brasil Variedades de verduras mais resistentes a pragas e doenças já dispensam o uso de agrotóxicos. Nas estufas, o ataque de insetos é evitado com medidas preventivas. E já começam a chegar ao Brasil técnicas supermodernas. Em ambiente controlado, os canteiros recebem luz artificial e produzem verduras na metade do tempo. Nos canteiros hidropônicos, os nutrientes vêm pela água. A planta não entra em contato com o solo pra evitar contaminação. Horta é tecnologia. Horta é agro. Agro é tech. Agro é pop. Agro é tudo. Tá na Globo.
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15/09 - Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 15/09/2019
Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Empresário aposta em turismo náutico na represa Billings, em São Paulo Turismo Náutico Menin@s da BILLINGS Rua Beija Flor de Cactos n.85 – Parque Residencial dos Lagos São Paulo/SP – CEP: 04851407 Telefone: (11) 95345 7622 Email: meninosdabillings@gmail.com Site: www.meninosdabillings.org Roupa que cresce com a criança é novidade no mercado MI, moda infantil consciente Rua 32, n. 361, Marista – Goiânia, GO Whatsapp: (62)9940-9459 Instagram: @vista.mi Site: www.lojami.com.br Canto alemão pode ser solução para aquele espaço não aproveitado no imóvel Casa do Canto Alemão Av. Guilherme Giorgi n. 364 – Vila Telefones: (11) 2091-7835 / (11) 2091-7867 / WhatsApp: (11) 99218-7203 Site: www.casadocantoalemao.com E-mail: cdcantoalemao@gmail.com Aplicativo atua como assistente de marketing digital para pequenas empresas AHAZOU Site: www.ahazou.com Email: meajuda@ahazou.com ESPAÇO MANACÁ Rua José de Albuquerque Medeiros, 743 sala 8 - Jardim França São Paulo/SP – CEP: 02336-000 Email: contato@espacomanaca.com Site: www.espacomanaca.com Impulsionar publicações nas redes sociais pode aumentar as vendas SOCIALBAKERS R. Sader Macul, 96 Itaim Bibi São Paulo / SP CEP: 04542-000 Site: www.socialbakers.com Contato: camila.winther.br@socialbakers.com Empresário aposta em qualidade para exportar pimenta brasileira para diversos países SABOR DAS ÍNDIAS Rua Manoel De Sá Fortes Junqueira Junior, 477 - Vila Junqueira Vinhedo / SP – CEP: 13283-044 Telefone: (19) 3836-2183 Site: www.sabordasindias.com.br APEX-BRASIL - SEDE SAUN Quadra 05, Bloco B, Torre II, Salas 1201 a 1701 - Centro Empresarial CNC Brasília / DF - CEP: 70.040-250 Telefone: (61) 2027-0202 Site: www.apexbrasil.com.br E-mail: apexbrasil@apexbrasil.com.br
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15/09 - Aplicativo atua como assistente de marketing digital para pequenas empresas
O aplicativo funciona como uma biblioteca com 40 mil conteúdos. A startup disponibiliza 150 novos por dia. São fotos, textos e sugestões de postagens. Aplicativo atua como assistente de marketing digital para pequenas empresas Usar as redes sociais para divulgar uma empresa virou obrigação no mercado hoje em dia. Mas não é fácil para o empreendedor cuidar do negócio e ainda produzir conteúdo para abastecer os canais digitais. A esteticista Juliana sofre com esse problema. Ela nem sempre tem tempo para cuidar do marketing de sua empresa. E de olho nesse público, uma startup criou um pacote de soluções que automatiza esse processo. Fotos, textos, sugestões de postagens: tudo já fica pronto para o cliente comprar e fazer a empresa aparecer para o mundo. "Você tem que pensar no seu público-alvo, a época do ano em que você está, o que você quer, o que você atingir, então eles já fazem toda essa parte que é realmente um processo muito mental", diz Juliana Bolanha sobre o serviço da startup. O aplicativo que Juliana fala foi criado por Talita Hidani e Rui. Ele funciona como um assistente de marketing digital para pequenos negócios. “Ele é um assistente de marketing digital pra pequenos negócios. Então nós fazemos uma estratégia de conteúdo para pequenos negócios conseguirem conquistar mais clientes e engajar utilizando as redes sociais", explica Talita. O aplicativo funciona como uma biblioteca com 40 mil conteúdos. A startup disponibiliza 150 novos por dia. São fotos, textos e sugestões de postagens. Com 50 mil usuários ativos, o app já registra um crescimento de 10% ao mês. “A gente tem um time que desenha o conteúdo por personas. A gente atende mais de 35 personas. Esse time interno cria briefings para que designers, nós temos mais de 30 designers espalhados pelo Brasil inteiro e eles fazem esse conteúdo pra gente.” A startup começou focada em profissionais de beleza, mas já está expandindo o conteúdo para os segmentos de gastronomia e pet. Para usar as ferramentas do aplicativo é preciso ter créditos. O usuário consegue isso pagamento uma mensalidade de R$ 50 ou pode indicar o serviço para outras pessoas. AHAZOU Site: www.ahazou.com Email: meajuda@ahazou.com ESPAÇO MANACÁ Rua José de Albuquerque Medeiros, 743 sala 8 - Jardim França São Paulo/SP – CEP: 02336-000 Email: contato@espacomanaca.com Site: www.espacomanaca.com
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15/09 - Empresário aposta em qualidade para exportar pimenta brasileira para diversos países
Em 2018, 25 mil empresas brasileiras exportaram. E a maioria delas, 82%, são micro, pequenas ou médias empresas. Empresário aposta em qualidade para exportar pimenta brasileira para diversos países De pequeno a grande negócio. Foi assim que Gustavo Aquino começou sua trajetória como empresário fazendo vidros decorativos de pimenta em conserva há 26 anos. Tudo era feito na cozinha dos pais, mas hoje ele possui uma fábrica de 1200 metros quadrados na cidade de Vinhedo, no interior de São Paulo. A empresa cresceu, lançou novos produtos e já exporta para 11 países. "Nós participamos bastante de feiras e rodadas de negócios em outros países. E esse é um trabalho muito importante que exige muita preparação. É fundamental você conhecer a cultura dos países, conhecer a gastronomia desses países e até como lidar com as diferentes etnias", explica Gustavo. Em 2018, 25 mil empresas brasileiras exportaram. E a maioria delas, 82%, são micro, pequenas ou médias empresas. "Não é preciso ter porte para exportar, é importante que a empresa seja ciente de que há um mercado, há um nicho de exportação. Ela precisa se adaptar e se adequar para poder aproveitar essas oportunidades de mercado", diz a Camila Paschoal, da Apex-Brasil. Foi isso que o Gustavo fez. Ele se preparou durante três anos para levar a pimenta brasileira para o mercado internacional. "Nós começamos a nos preparar no final de 2014 e a primeira exportação saiu no mês de abril de 2017", revela Gustavo. Para começar a exportar, o primeiro passo necessário foi a mudança de rótulo e identidade visual. Gustavo contratou uma consultoria para ajudá-lo no processo de exportação. "Nós tivemos que padronizar, criar um padrão de cor para a gente criar uma identidade visual da família dos produtos". Ter um produto com a cara do Brasil também conta pontos. Entre as pequenas empresas cresceu a exportação de frutas, cafés especiais e especiarias, como a pimenta. "Acho fundamental você levar aquilo que temos de melhor e de exclusivo. Primeiro que você elimina uma grande parte dos seus concorrentes, você vai concorrer basicamente com produtores do mercado interno, eliminando assim países que possam ter maior competitividade", finaliza Gustavo. SABOR DAS ÍNDIAS Rua Manoel De Sá Fortes Junqueira Junior, 477 - Vila Junqueira Vinhedo / SP – CEP: 13283-044 Telefone: (19) 3836-2183 Site: www.sabordasindias.com.br APEX-BRASIL - SEDE SAUN Quadra 05, Bloco B, Torre II, Salas 1201 a 1701 - Centro Empresarial CNC Brasília / DF - CEP: 70.040-250 Telefone: (61) 2027-0202 Site: www.apexbrasil.com.br E-mail: apexbrasil@apexbrasil.com.br
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15/09 - Canto alemão pode ser solução para aquele espaço não aproveitado no imóvel
A empresária investiu R$ 20 mil, comprou equipamentos usados de marcenaria e começou a produzir e vender o móvel que se encaixa em locais esquecidos ou pouco aproveitados de imóveis. Canto alemão pode ser solução para aquele espaço não aproveitado no imóvel Sabe aquele canto da sua casa que você quer aproveitar, mas não consegue? Ali pode ser o lugar perfeito para um móvel chamado canto alemão. A empresária Renata Schoola descobriu esse mercado ao casar, comprar um apartamento e não saber o que fazer com um canto da parede. E a solução foi um canto alemão, que coube perfeitamente no local. O nome vem dos pubs alemães e significa uma forma de aproveitar todos os espaços. “Eu comecei a pesquisar, fazer várias pesquisas na internet em lojas de móveis e falar sobre o nome canto alemão e ninguém tinha ouvido falar o nome, sequer o móvel", explica a empresária. Como não achou para comprar, Renata decidiu construir o próprio canto alemão. Ela fez em casa, de forma artesanal, e o resultado viralizou na internet. “As pessoas se interessaram e começaram a me pedir. Eu comecei a receber propostas. E foi ai que eu vi uma forma sim de um negócio”. A empresária investiu R$ 20 mil, comprou equipamentos usados de marcenaria e começou a produzir e vender o móvel. As vendas aumentaram e ela comprou mais máquinas e até contratou mais funcionários, mas sem o devido lucro, o custo de produção acabou ficando alto de mais. A solução foi terceirizar toda a produção em seis pequenas marcenarias. O custo caiu 20% e ela passou a ter lucro. Hoje, Renata vende 40 móveis por mês. Eles custam de R$ 990 a R$ 14 mil, dependendo do modelo. No ano passado, a empresária faturou R$ 1 milhão. Casa do Canto Alemão Av. Guilherme Giorgi n. 364 – Vila Telefones: (11) 2091-7835 / (11) 2091-7867 / WhatsApp: (11) 99218-7203 Site: www.casadocantoalemao.com E-mail: cdcantoalemao@gmail.com
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15/09 - Impulsionar publicações nas redes sociais pode aumentar as vendas
Empreendedor pode pagar para a rede social aumentar o alcance da sua postagem. E com isso ela chega a muito mais pessoas, até em quem não segue o perfil do seu negócio. Impulsionar publicações nas redes sociais pode aumentar as vendas Ter conteúdo de qualidade para divulgar a empresa nas redes sociais é essencial. Mas saber chamar a atenção do consumidor também é importante. Isso pode ser feito de duas maneiras. A primeira é a publicação 'orgânica'. Ela pode ser compartilhada, curtida ou comentada apenas porque o conteúdo é legal e agradou aos seguidores da conta. A segunda é a publicação impulsionada. Nela o empreendedor paga para a rede social aumentar o alcance da sua postagem. E com isso ela chega a muito mais pessoas, até em quem não segue o perfil do seu negócio. “Quando você é dono da página, já vai aparecer o ‘impulsionar a publicação’ nela. Então ele é bem simples, vai abrir uma caixinha de diálogo, então é possível colocar um botão de ação, por exemplo, ‘reservar agora, saiba mais’, um botãozinho pra uma ação do usuário", explica o consultor Felipe Ferrari sobre o impulsionamento de publicações. Também é possível selecionar o público-alvo da publicação. Pode ser masculino, feminino, crianças, jovens, adultos. Ou até mesmo colocar um tema em comum de interesse. O custo para patrocinar o post deste de quantas pessoas vão receber o conteúdo. Se quiser um alcance maior, ficará caro. “Uma empresa muito pequena, um micro empreendedor, com 100 reais ele pode já começar uma campanha", diz Felipe. Após impulsionar seu conteúdo é necessário saber se agradou. Veja qual publicação rendeu mais engajamento ou participação dos consumidores. Se for grande, você terá um aumento nas vendas. “Começa com uma verba pequena, faz um teste, vê o resultado, testa um outro formato, testa uma outra compra de mídia. E a partir daí, legal entendi qual o meu cenário, o que funciona melhor, vou e coloco uma verba um pouco maior", finaliza o consultor. SOCIALBAKERS R. Sader Macul, 96 Itaim Bibi São Paulo / SP CEP: 04542-000 Site: www.socialbakers.com Contato: camila.winther.br@socialbakers.com
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15/09 - Roupa que cresce com a criança é novidade no mercado
As roupas custam a partir de R$ 80. Por enquanto só existem peças para meninas de 1 a 12 anos, mas a empresa em breve vai produzir também para meninos. Roupa que cresce com a criança é novidade no mercado Uma empresária de Goiânia usou uma técnica antiga para se destacar no mercado. A Pollyana Ramos criou uma confecção infantil com roupas que crescem junto com as crianças. E a ideia não poderia surgir de uma maneira diferente. Pollyana diz que pensou no negócio quando a filha nasceu e percebeu o quanto uma criança cresce rápido. Dai veio a oportunidade de criar um negócio para desenvolver peças de roupas que crescem. “Em 2017 começamos o planejamento e lançamos a marca em abril de 2018, numa feira de varejo em São Paulo. Começamos fase de planejamento baseados numa experiência que a gente já tem no mercado de confecção. Temos produção de 100 peças por mês e elas são fechadas por costureiras em suas casas, mas escolhidas a dedo. O principal desafio foi o acabamento por ser estratégia inovadora e também encontrar mão de obra especializada. Fizemos treinamento pra encontrar o acabamento ideal", conta Pollyana sobre a empresa. As roupas custam a partir de R$ 80. Por enquanto só existem peças para meninas de 1 a 12 anos, mas a empresa em breve vai produzir também para meninos. MI, moda infantil consciente Rua 32, n. 361, Marista – Goiânia, GO Whatsapp: (62)9940-9459 Instagram: @vista.mi Site: www.lojami.com.br
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15/09 - Como identificar seguidores falsos no Instagram
Blog tira dúvidas também sobre aplicativos que medem a velocidade da internet e sobre qual é o melhor programa para recuperar fotos apagadas da memória do iPhone. (Se você tem alguma dúvida sobre tecnologia, utilize o espaço para comentários abaixo e escreva sua pergunta) Como identificar seguidores falsos nas redes sociais? Oi, Ronaldo! Eu tenho cerca de 30 mil seguidores na minha conta no Instagram. Existe uma maneira de identificar facilmente quem são os seguidores fakes ou bots? E se existe, também é possível identificar seguidores bots na conta do Twitter? – Thaís Oi, Thaís! Sim, é possível tentar identificar os seguidores falsos no Instagram, através de um serviço online disponível neste link aqui. Após acessar a página, basta colocar a sua conta no campo de pesquisa e clicar no ícone em formato de pula para iniciar a análise do perfil. Em alguns instantes será exibido um relatório completo. No Twitter existe um serviço que oferece uma funcionalidade de análise semelhante disponível neste link aqui. Após informar a conta que será avaliada, basta clicar sobre o botão "Check user" para gerar o relatório. Blog dá dicas de como descobrir seguidores falsos no Instagram Reuters Os aplicativos que medem a velocidade da internet são confiáveis? Oi, Ronaldo! Esses sites e apps que prometem avaliar a velocidade da conexão com a internet são confiáveis? – Jessé Olá, Jessé! Os principais sites e aplicativos para avaliação da velocidade de conexão oferecem uma leitura confiável. No entanto, é necessário levar em consideração as recomendações técnicas para fazer uma avaliação correta: Desconecte todos os dispositivos; Cancele downloads no dispositivo que fará a avaliação da velocidade de conexão; Se possível, utilize um PC conectado pela rede cabeada para realizar a leitura; Se for fazer o teste em um dispositivo móvel, certifique-se de que ele está conectado a uma rede com um sinal forte de wireless; Qual é o melhor programa para recuperar fotos apagadas da memória do iPhone? Oi, Ronaldo! Você poderia indicar qual é o melhor programa para recuperar fotos apagadas da memória do iPhone que não foram salvas no iCloud? – Ângela Olá, Ângela! Existem diversos programas que oferecem essa função e que apresentam um resultado razoável. O melhor se chama Joyoshare. Após instalado é possível fazer uma varredura para identificar todo o conteúdo que poderá ser recuperado, mas para restaurar os arquivos na memória do aparelho será preciso comprar a licença do programa. Selo Ronaldo Prass Ilustração: G1
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15/09 - Empresário aposta em turismo náutico na represa Billings, em São Paulo
Os pacotes para navegar na represa custam entre R$ 40 e R$ 80 por pessoa. Você pode fazer canoagem ou até mesmo um passeio para conhecer a história da região. Empresário aposta em turismo náutico na represa Billings, em São Paulo Já pensou em fazer um passeio de barco em uma grande metrópole como São Paulo? Parece difícil imaginar, mas o empresário Adolfo Duarte viu uma grande oportunidade de negócio ao olhar para a represa Billings. Com mais de 1 bilhão de metros cúbicos de água, a represa se tornou o local perfeito para ele investir e dar mais uma opção para quem não quer sair da cidade aos finais de semana e feriados. "O que a gente oferece para as pessoas é essa oportunidade de se divertir com a família, amigos em São Paulo. Você não precisa ir à praia. Essa é a praia paulistana. Pode aproveitar, navegar, curtir, comer, beber e voltar para casa de maneira rápida", diz Adolfo. O empresário investiu R$ 30 mil para começar o negócio em 2014. Ele comprou barco, caiaque e equipamentos de segurança. Ele também fez parceria com 10 pescadores da região. Os pacotes para navegar na represa custam entre R$ 40 e R$ 80 por pessoa. Você pode fazer canoagem ou até mesmo um passeio para conhecer a história da região. O negócio criado por Adolfo também custeia projetos sociais que o empresário desenvolve na região deste 2009. O primeiro começou com uma homenagem ao filho, que morreu anos nove anos. Ele conta que o garoto amava a represa, e por isso faz passeios de graça com crianças que moram na região. Turismo Náutico Menin@s da BILLINGS Rua Beija Flor de Cactos n.85 – Parque Residencial dos Lagos São Paulo/SP – CEP: 04851407 Telefone: (11) 95345 7622 Email: meninosdabillings@gmail.com Site: www.meninosdabillings.org
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15/09 - Produtor usa helicópteros para pulverizar plantações
Frota brasileira de aeronaves agrícolas é a segunda maior do mundo. Produtor usa helicópteros para pulverizar plantações Reprodução/TV TEM É do alto que vem a ajuda para as plantações que Gevanildo Antônio Neto administra no município de Coronel Macedo (SP). São mais de 1.500 hectares cultivados. O avião foi a escolha para pulverizar uma área tão grande e garantir uma boa produtividade. A aviação agrícola brasileira vem registrando este ano um crescimento de 3,74% em relação a 2018. São 2194 aeronaves no Brasil. O Estado de São Paulo tem a terceira maior frota do País. Os dados são do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola. O piloto Mauro Marcelino dos Santos trabalha há 35 anos com avião, sendo 25 anos no agronegócio. Ele atende mais de 100 fazendas em todo o Brasil e está otimista com o crescimento do setor. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 15/09/2019) Produtor usa helicópteros para pulverizar plantações Mas os aviões não estão sozinhos nesse mercado. Em uma fazenda em Itaberá (SP), o trabalho é feito com o uso de helicóptero. Há 3 anos, a aeronave foi liberada pela Agência Nacional de Aviação Civil para esse tipo de vôo. Foi a partir daí que Diego Pretel decidiu fazer testes na propriedade dele, o que deixou o piloto e produtor rural bem satisfeito. As pulverizações custam em média R$ 80,00 por hectare. Um helicóptero como o de Diego tem capacidade para 250 litros. Em condições favoráveis é possível pulverizar 600 hectares por dia. O tamanho do aplicador também pode variar, o que garante mais precisão. O helicóptero consegue chegar a áreas de difícil acesso e quase todo lugar vira uma pista de pouso e decolagem. Outra vantagem é que as pás pressionam o ar para baixo, garantindo uma aplicação mais eficiente. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes Sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo
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15/09 - Pequenas invenções ajudam a facilitar trabalho na roça
Produtores criam até bicicleta raladora. Pequenas invenções ajudam a facilitar trabalho na roça Reprodução/TV TEM A geladeira velha é chamada de ‘esquentadeira’. Ela, com pequenas alterações, é usada para secar os objetos feitos de bambu em um assentamento rural em Bauru (SP). A plantação de José Maria Rodrigues tem 120 touceiras de bambu numa área comum das 400 famílias do assentamento. No galpão, muitos produtores transformam e agregam valor à chamada ‘matéria-prima do futuro’. Em meio a um ambiente de marcenaria, há alguns equipamentos especiais, fabricados com a criatividade dos agricultores. Para aumentar a vida útil do bambu, José Maria viu que precisava retirar o açúcar das fibras. Ele criou, então, o ‘substituidor’ da seiva. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 15/09/2019) Pequenas invenções ajudam a facilitar trabalho na roça O equipamento injeta um tipo de sal por pressão, o que ajuda a proteger a planta do ataque de pragas. Tudo é feito de forma simples, com canos de pvc, e com custo menor. Cortar ripas para fabricar utensílios menores como talheres ou palitos de bambu ficou mais fácil com outra engenhoca. A peça que veio de um ferro velho ganhou lâminas e é usada para cortar os bambus. No assentamento também há outra engenhoca conhecida como bicicleta raladora. Ela é usada para ralar mais de 20 quilos de mandioca em 20 minutos. A massa que sai do ralador depois transformada em polvilho e farinha. A invenção do agricultor Vicente dos Santos Coimbra custou menos de R$ 200,00 e foi feita com uma bicicleta velha, pedaços de bambus, batente de porta, madeira de demolição, corda e objetos doados. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes Sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo
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15/09 - Jovens investem em carreiras ligadas ao agronegócio
Setor atrai mão de obra qualificada e disposta a encarar um campo cheio de oportunidades. Jovens investem em carreiras ligadas ao agronegócio Reprodução/TV TEM Fernando Costa nasceu e foi criado em meio ao gado na fazenda da família, em Novo Horizonte (SP). Em 1985, o pai dele viu que o caminho, mesmo para quem queria viver no campo, era o estudo. E lá foi ele fazer faculdade de agronomia. Nos últimos anos, o agronegócio fez bonito. Produziu muito, exportou e vem crescendo mesmo em períodos de crise. Hoje, representa 21% do PIB, que é a soma das riquezas do País. E com esses números pra lá de positivos, um movimento se intensificou: o de jovens que, até então se interessavam por carreiras na cidade, passaram a ver o campo com outros olhos. Tiago e Rafael são filhos de Fernando e resolveram seguir os passos do pai. Mas não só pra manter a tradição. Os dois viram no campo um grande potencial a ser explorado. Os dois são formados em zootecnia, pós-graduados em gestão de confinamento e acabaram de voltar de uma temporada de estudos nos Estados Unidos. Para eles, é uma forma de buscar conhecimentos, novidades e acompanhar as constantes mudanças no agronegócio. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 15/09/2019) Jovens investem em carreiras ligadas ao agronegócio Cerca de 8 milhões de jovens trabalham atualmente no agronegócio no Brasil. Aos 27 anos, Lucas Alexandre Pavani já é gerente agrícola de um grupo com quase 200 funcionários. O agrônomo teve que estudar muito para conseguir liderar setores diversos, ligados ao amendoim, soja e cana-de-açúcar. A falta de mão de obra qualificada sempre foi um dos gargalos do agronegócio, principalmente com o avanço da tecnologia. Leandro, que é agrônomo, conseguiu se destacar na carreira depois de se especializar em um tipo de exame que identifica o DNA de seringueiras. Ele diz que toda a formação adquirida o ajudou a enxergar o setor de outra maneira. A inovação profissional é o resultado da corrida do País pela competitividade mundial. E os resultados já podem ser vistos bem pertinho de todos nós. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes Sociais Confira as últimas notícias do Nosso Campo
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15/09 - Concursos: veja 12 órgãos que abrem as inscrições nesta segunda-feira
Cargos são de todos os níveis de escolaridade; salários chegam a R$ 16.454,57. Pelo menos 12 órgãos abrem as inscrições nesta segunda-feira (16) para 323 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários vão até R$ 16.454,57. Veja abaixo os detalhes dos concursos: Agência Goiana de Habitação (Agehab) Inscrições: até 20/09/2019 23 vagas Salários de até R$ 1.623,60 Cargos de nível fundamental Veja o edital Câmara Municipal de Ceres (GO) Inscrições: até 15/10/2019 8 vagas Salários de até R$ 2.318,75 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Conselho Regional dos Representantes Comerciais de Mato Grosso (Core-MT) Inscrições: até 20/10/2019 7 vagas Salários de até R$ 2.500 Cargos de nível médio Veja o edital Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (FO-USP) Inscrições: até 13/03/2020 1 vaga Salários de até R$ 16.454,57 Cargo de nível superior Veja o edital Ministério Público do Rio de Janeiro Inscrições: até 24/10/2019 18 vagas Salários de até R$ 7.139,16 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de Almirante Tamandaré (PR) Inscrições: até 20/09/2019 15 vagas Salários de até R$ 998,00 Cargos de nível fundamental Veja o edital Prefeitura de Astorga (PR) Inscrições: até 15/10/2019 36 vagas Salários de até R$ 10.286,53 Cargos de nível médio e superior Veja o edital Prefeitura de Caieiras (SP) Inscrições: até 11/10/2019 105 vagas Salários de até R$ 1.828,49 Cargos de nível fundamental e médio Veja o edital Prefeitura de Carmo da Mata (MG) Inscrições: até 08/10/2019 92 vagas Salários de até R$ 3.200,00 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Guiratinga (GO) Inscrições: até 02/10/2019 9 vagas Salários de até R$ 2.877,39 Cargos de nível fundamental, médio e superior Veja o edital Prefeitura de Santa Bárbara (MG) Inscrições: até 20/09/2019 2 vagas Salários de até R$ 1.140,92 Cargo de nível médio Veja o edital Prefeitura de São Francisco do Glória (MG) Inscrições: até 20/09/2019 7 vagas Salários de R$ 998 Cargos de nível fundamental Veja o edital
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14/09 - Estudante baiano cria bebida à base de jatobá que ajuda no tratamento de diabetes e anemia: 'Grande fruto do cerrado'
Diogo Regis desenvolveu receita para participar de feira de ciência e tecnologia, contudo, experimento foi além das expectativas. Criada por estudante baiano, bebida à base de jatobá ajuda no combate ao diabetes e anemia Arquivo Pessoal Um estudante baiano encontrou na árvore do jatobá uma possibilidade de combater o diabetes e a anemia, após criar uma bebida láctea à base do fruto da planta, na cidade de Barreiras, no oeste do estado. Há pouco mais de um ano, Diogo Regis desenvolveu a receita para participar de uma feira de ciência e tecnologia no Centro Territorial de Educação Profissional da Bacia do Rio Grande (CETEP-BRG), onde estuda, mas o experimento foi além. O estudante tinha 16 anos quando teve a ideia e contou com o apoio de uma orientadora para a pesquisa, a professora Wilka Miranda. Hoje, aos 17 anos, ele ainda desenvolve estudos para obter resultados ainda melhores com a bebida. "A minha orientadora tem uma pesquisa sobre a produção de mudas da árvore, visando o reflorestamento, mas sobre o tema em si não tínhamos. Primeiro nós estudamos sobre os benefícios do fruto, e se era possível produzir a bebida em grande escala. Logo após, procuramos métodos de tornar viável o consumo, chegando então na bebida lactea, visto que não tinha nenhuma pesquisa sobre", conta. Diogo Regis e a orientadora Wilka Miranda Divulgação O estudante conta que a bebida auxilia no tratamento da diabetes devido ao teor de magnésio presente no fruto, que atua no controle do açúcar no sangue. Já a anemia é combatida pela grande quantidade de ferro presente na mistura. Desde a participação na feira, ocorrida em 2018, a receita já foi inserida na programação de outros cinco eventos, incluindo o Bahia Farm Show 2019 e a Feira Internacional da Agropecuária (Fenagro) 2018, e tem exposição prevista em mais dois nos próximos dias. "Me sinto honrado por estar apresentando uma alternativa de fonte de renda para as comunidades extrativistas através da comercialização do fruto, e também por estar inovando no mercado de bebidas nutritivas com o grande fruto do cerrado", comentou o estudante. Diogo explicou que a bebida é produzida a partir da fermentação do leite de vaca, acrescido da polpa (farinha) do jatobá. O resultado final é obtido com o cozimento da mistura, que, posteriormente, é acondicionado em garrafas. O consumo é feito com a bebida gelada. Fruto do jatobá é usado para bebida feita pelo estudante Arquivo Pessoal "Até chegar no produto que temos no momento, levamos torno de 6 meses...porém ainda estamos em processo de aprimoramento, visando um resultado ainda mais completo. Então, não acaba. Nós estamos a cada dia mais aperfeiçoando este trabalho", explica o estudante. Atualmente no 3º de 4 anos do curso técnico de agropecuária, Diogo Regis já vislumbra mais conquistas no futuro. O estudante pretende cursar engenharia agronômica no ensino superior e prosseguir na linha de pesquisa. Para isso, Diogo conta com o apoio da família. Criado pelos avós paternos, o estudante não esconde o amor e o agradecimento pela ajuda nos estudos. "Em casa tenho apoio dos meus pais/avós, tias, tios. Alguns eventos foram feitos para a arrecadação de verba, e eles contribuem em muito", conta. Jatobá Fruto do jatobá na árvore Giselda Person/ TG Árvore típica do cerrado, que teve dia celebrado em 11 de setembro, o jatobá também é conhecido, em função disso, como jatobá-do-cerrado. Mas também é chamado de jutaí, jatobá-capo, jatobá-de-casca-fina, jitaí e jutaicica. Por conta da dureza e resistência da madeira, a árvore é muito apreciada na construção civil e naval. Tanto que, em 1799, houve um decreto imperial determinando que a exploração só poderia ser com uma finalidade: a construção de embarcações. Atualmente, pode-se dizer, pelas características da copa e beleza das flores, que o jatobá tem aplicação ornamental em jardins residenciais e urbanos, sem falar da arborização de vias públicas. A fruta, muito apreciada in natura, também serve para fazer mingau (devido à polpa farinácea). Várias espécies da fauna fazem uso da fruta do jatobá. A floração ocorre entre os meses de dezembro e fevereiro e os frutos amadurecem em agosto e setembro. Embora o desenvolvimento das mudas seja rápido, no campo ela é considerada uma espécie lenta para crescer. Veja mais notícias do estado no G1 Bahia. Fruto do jatobá é usado para bebida feita pelo estudante Arquivo Pessoal Fruto do jatobá é usado para bebida feita pelo estudante Arquivo Pessoal Diogo Regis criou bebida à base de jatobá que ajuda no tratamento de diabetes e anemia Arquivo Pessoal
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14/09 - Solo seco dificulta produção e preocupa agricultores de SC
Por causa da estiagem, alguns devem colher menos do que plantaram. Até produção de leite foi afetada. Estiagem prejudica área da agricultura no Oeste de SC A estiagem preocupa agricultores em Santa Catarina. O solo seco tem dificultado o desenvolvimento de várias lavouras. Até mesmo a produção de leite foi afetada. O produtor Gelsemir Piaia plantou milho no fim de agosto, mas o retorno não foi o que ele esperava. "Eu arrisquei plantar na poeira. Tivemos 30 milímetros, não foi o suficiente pra germinar. Além disso, tivemos um ataque severo de lagartas, a falta de chuva proporciona o ataque de lagartas", lamentou. A expectativa era colher 180 sacas por hectare. Agora, com sorte, deve chegar a 160. O problema fica ainda mais claro em espaços entre uma planta e outra. Basta cavar um pouco para encontrar as sementes que não germinaram. A falta de chuvas não afeta só o plantio do milho. "A gente estima na cultura do trigo aqui na região [Oeste] de 10% a 12% de perda que aconteceu em função dessa estiagem. O milho, por exemplo, aí sim nós temos uma perda um pouco maior, mas ainda é difícil de quantificar", disse o engenheiro agrônomo Ferdinando Brustolin. Ele recomenda cautela a quem ainda não plantou. "Semana que vem, a gente entra na semeadura de feijão, soja. Então tem que ter um pouco de cautela, esperar um pouco mais", disse. Leite Outra produção prejudicada pela estiagem é a de leite, já que as pastagens estão secas. "Esse ano, nós tivemos frio tardio, as pastagens se apuraram, floresceram antes do tempo. Não fosse isso ainda essa escassez de água, então se desenvolveram pouco", explicou o engenheiro agrônomo da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), Ivan Baldissera. O produtor Leocir Ansiliero passou por essa dificuldade e no fim do mês deve sentir no bolso. As 42 vacas em lactação, por falta das pastagens, baixaram a produção de 1,2 mil litros para 900 litros diários. "Solto uma hora no pasto, que seria praticamente oito horas de pastagem. Hoje só uma hora, para não deixar sem nada. Se não seria só na silagem. Estamos esperando uma boa chuva. Uma chuva minimiza tudo isso aí", declarou o produtor. Veja mais notícias do estado no G1 SC
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14/09 - Como liberação da maconha impacta vendas de sorvete, álcool e camisinha
Segundo pesquisadores, logo após a liberação do uso recreativo de maconha em Estados americanos houve um aumento de 3,1% no consumo de sorvete, 4,1% de biscoitos e 5,3% de salgadinhos. A análise se baseia nas vendas registradas em lojas varejistas entre 2006 e 2016. Pesquisadores notaram aumento no consumo de sorvete, biscoitos e salgadinhos em Estados americanos com uso liberado de maconha AFP Porta de entrada ou estímulo para outras drogas? Explosão do número de usuários? Aumento dos casos de violência e de doenças mentais? Alta da venda de bebidas alcoólicas? Avanço da natalidade e da obesidade? Afinal, o que pode acontecer ao comportamento da sociedade que libera o consumo de maconha? Pesquisadores têm mapeado há décadas efeitos diversos da liberação dessa droga em Estados americanos, onde foi possível perceber recentemente, por exemplo, tanto um consumo menor de álcool e camisinha quanto um aumento das vendas de junk food. "Identificamos que maconha e junk food são complementares, ou seja, a venda de guloseimas cresce com a legalização dessa droga", afirmou Michele Baggio, um dos autores do artigo e professor do departamento de Economia da Universidade de Connecticut, à BBC News Brasil. Segundo ele, logo após a liberação do uso recreativo de maconha houve um aumento de 3,1% no consumo de sorvete, 4,1% de biscoitos e 5,3% de salgadinhos. A análise se baseia nas vendas registradas em lojas varejistas entre 2006 e 2016. Ele ressalta que esse estudo foi feito com base em informações concretas de consumo, e não em respostas que entrevistados de uma determinada amostra dá por meio de questionários e entrevistas. Os pesquisadores compararam dados estatísticos de condados localizados nas divisas de Estados que liberaram o consumo de maconha com outros localizados nos vizinhos proíbem a substância. O objetivo foi evitar que outras variáveis pudessem influenciar os resultados dos estudos, que levaram em conta também recessos estudantis, sazonalidade e aumento da população. Mas o que mais pode acontecer com a liberação além dos conhecidos efeitos ligados ao uso medicinal? 'Larica' e obesidade Uma série de estudos científicos apontou que o THC (tetrahidrocanabinol), componente ativo da maconha, atua na região do cérebro responsável pelo apetite, e pode afetar a fome sentida, o olfato, o prazer em comer e a saciedade, por exemplo. Para Michele Baggio, da Universidade de Connecticut, e Alberto Chong, da Universidade Estadual da Georgia, o estudo que associa liberação da maconha e aumento do consumo de junk food pode municiar políticas públicas de Estados que discutem a legalização de drogas enquanto lidam com a obesidade da população. Mais de 30% dos adultos na América do Norte são considerados obesos. O excesso de peso tem um impacto de até US$ 210 bilhões por ano em gastos diretos e indiretos em saúde nos Estados Unidos, segundo estimativa do governo americano. A liberação da maconha para uso recreativo tem impacto no peso da população ou pode agravar a atual epidemia de obesidade? Estudos publicados nos Estados Unidos na última década dizem não. Um dos mais recentes foi produzido pela Universidade de Michigan a partir de dados de 33 mil pessoas ao redor dos Estados Unidos ao longo de três anos. O trabalho acadêmico identificou, por exemplo, que o consumo de maconha tem pouca correlação com a obesidade - e costuma levar a um ganho de peso pouco significativo. No grupo estudado, houve ganho generalizado de peso entre todos os ouvidos, mas em menor grau entre aqueles que dizem consumir maconha. Há uma série de hipóteses, entre elas a mudança de neurônios relacionados à saciedade (compensando o aumento de apetite), a adoção de hábitos mais saudáveis para compensar o uso de uma droga e um impacto positivo da maconha sobre a incidência de desordens ligadas à obesidade, além de diferenças metabólicas entre as pessoas presentes no estudo. Estudos mapearam impacto do uso de maconha na alimentação e no comportamento sexual BBC/GettyImages Menos álcool, uso medicinal incentiva o recreativo A correlação entre o consumo de maconha e de álcool já foi tema de dezenas de estudos que tentavam entender: uma substância substitui a outra ou elas são consumidas juntas? Segundo uma revisão crítica de 39 deles, feita pela bioestatística Meenakshi Subbaraman, da entidade americana Grupo de Pesquisas sobre Álcool, 16 desses trabalhos indicam que maconha e bebida alcoólica são substitutas e 12 apontam que elas são complementares. Em agosto passado, Baggio e Chong, desta vez acompanhados de Sungoh Kwon, da Universidade de Connecticut, publicaram um artigo novamente baseado em vendas do comércio varejista. Mas desta vez o trio de pesquisadores investigou a correlação entre o consumo de álcool e a liberação da maconha para uso medicinal. Segundo o estudo, os condados que liberaram a droga para esse fim registraram uma queda de 12,4% nas vendas de bebidas alcoólicas, principalmente cerveja e vinho. "A legalização da maconha medicinal nesse caso é relevante porque há uma extensão significativa dessa liberação para pessoas que usam a droga de modo recreativo", explica Baggio à BBC News Brasil. O pesquisador afirma que essa queda das vendas de álcool não indica, no entanto, que pessoas que usavam cerveja e vinho como automedicação trocaram essas substâncias por maconha medicinal. Mais sexo inseguro, maior natalidade É consenso no meio acadêmico que o uso de maconha impacta negativamente tanto a fertilidade masculina quanto a feminina – há efeitos colaterais como queda na contagem de espermatozoides e desregulação do ciclo menstrual. Por outro lado, estudos apontam desde os anos 1980 uma correlação positiva entre o consumo dessa droga e um comportamento sexual de risco, como a prática de sexo sem camisinha e com múltiplos parceiros. Mas essas pesquisas têm dificuldade de provar que uma atitude é causa da outra. Em novembro passado, um terceiro estudo liderado por Michele Baggio procurou entender o impacto da liberação da maconha medicinal nas vendas de camisinha e nas taxas de natalidade. Foram analisados dados entre 2004 e 2014. Segundo o artigo, a taxa de nascimentos por 10.000 mulheres em idade fértil passou de 4 para 5,3 em Estados que liberaram o uso da droga para fins medicinais. Já a venda de camisinhas no varejo caiu 4,3%. "Não é possível falar com confiança se esse impacto é uma clara evidência de atividade sexual de alto risco", afirmam os pesquisadores. O trio de cientistas ressalta em todos os estudos, por fim, que as pesquisas precisam ser aprofundados e as mudanças de comportamento em decorrência da liberação da maconha, acompanhados.
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